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Agroeconomia

AgRural estima que plantio da soja atingiu 83% no Brasil – Globo Rural

Segundo a consultoria falta chuvas em que alguns pontos de Mato Grosso do Sul e norte do Paraná

O levantamento da consultoria AgRural mostra que o plantio da safra brasileira de soja até a quinta-feira (24/11) atingiu 83% da área prevista. O avanço foi de dez pontos percentuais nesta semana. Os trabalhos estão ligeiramente mais acelerados em relação aos 81% do mesmo período do ano passado e aos 80% da média dos últimos cinco anos.

Foto: Sergio Ranalli/Ed. Globo
Foto: Sergio Ranalli/Ed. Globo

A AgRural estima a produção brasileira de soja na safra 2016/2017 em 100,4 milhões de toneladas, com aumento anual de 0,6% na área plantada. Os números serão revisados no dia 9 de dezembro.

Fernando Muraro, sócio-diretor da AgRural, observa que o plantio está encerrado em Mato Grosso do Sul, onde o clima inspira cuidado, devido à falta de chuva em alguns pontos, especialmente em sua porção sul, que tem recebido volumes baixos e irregulares desde o início da safra.

Segundo ele, na região de Dourados cerca de 30% da área está em floração e a soja está adiantando o ciclo em alguns talhões, por causa das falta de umidade e das altas temperaturas. “Se a combinação de tempo quente e seco persistir até o fim de novembro, o potencial produtivo será afetado”, diz ele.

A AgRural constatou que o norte do Paraná também tem sentido a falta de chuvas mais regulares. Na região de Maringá, as plantas estão com porte reduzido e demorando para fechar as linhas. No oeste, que planta mais cedo, 7% da área já está em formação de grãos. Não se fala em perdas por enquanto, mas a soja precisa receber umidade nos próximos dias para que a expectativa de boa produtividade se mantenha, diz a consultoria.

Em Mato Grosso o clima é de otimismo, pois as lavouras têm recebido boas chuvas e as estão excelentes. Muraro ressalta que no caso das lavouras que estão em estágio mais adiantado, que devem ser colhidas no fim de dezembro, o único temor é de que haja excesso de chuva na colheita. “Se a chuva não atrapalhar, aliás, janeiro deve registrar volume recorde de soja mato-grossense entrando no mercado”, diz ele.

Os técnicos da AgRural constataram que em Goiá, as lavouras do sudoeste também têm bom potencial. “O leste, que teve um início de safra seco, agora recebe bons volumes de chuva e a semeadura caminha bem”, dizem os técnicos.

Segundo a AgRural, Minas Gerais também tem recebido precipitações abundantes e o plantio vai sendo feito nos intervalos das chuvas. Em São Paulo, a semana foi de tempo mais firme, mas a umidade do solo continua boa. Também com boa umidade, o Matopiba segue com plantio acelerado. Os baixos volumes previstos para as próximas duas semanas, entretanto, devem resultar em diminuição do ritmo dos trabalhos.

Na região Sul, os produtores do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina aproveitaram o tempo firme dos últimos dias e a previsão de chuva no fim de semana para acelerar o plantio, “tirando o atraso causado pelo excesso de chuva em outubro e início de novembro”, diz a AgRural.

Milho verão

No caso da safra de milho verão 2016/17, a AgRural estima que o plantio até ontem atingiu 87% da área Centro-Sul. “Com os trabalhos já encerrados no Sul, os responsáveis pelo avanço semanal de oito pontos percentuais foram Minas Gerais, São Paulo e Goiás. O ritmo está mais acelerado que o do ano passado, quando 77% da área estava semeada, e em linha com os 86% da média de quatro anos”, diz a AgRural.

Fernando Muraro comentou que o tempo seco preocupa produtores que já têm lavouras de milho em fase reprodutiva. No Rio Grande do Sul, pancadas esparsas durante a semana conseguiram garantir umidade em algumas lavouras, mas houve áreas que ficaram sem receber chuva, diz ele.

Segundo a AgRural em Minas Gerais o milho tem bom desenvolvimento inicial no Triângulo e no noroeste, graças aos bons volumes de chuva que vêm sendo registrados. Em Goiás, o plantio segue para a reta final na região sudoeste. Em São Paulo, a semana foi de pouca chuva, mas o solo ainda apresenta boa umidade.

Por Venilson Ferreira 

Fonte: Globo Rural

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Suinocultura

Suíno Vivo: Mercado inicia recuperação com demanda de fim de ano e fecha a semana com alta – Notícias Agrícolas

Após período de estabilidade, a semana encerra com recuperação de preços para o suíno vivo em grande parte das praças de comercialização. Nesta sexta-feira (25), as cotações fecharam estáveis, porém as bolsas de suínos de diversos estados fecharam a referência de negócios em alta.

Fonte: Internet
Fonte: Internet

Informações do analista da Safras & Mercado, Allan Maia, apontam que o mercado começa a esboçar reação diante da demanda das festas de fim de ano, o que refletiu nos preços. A tendência é de que nas próximas semanas ainda haja novas altas nas principais regiões.

O Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada) também aponta para a tendência de recuperação nas próximas semanas, embora o cenário no atacado ainda seja de preços mais próximos da estabilidade. “A expectativa de colaboradores consultados pelo Cepea é de que o mercado reaja nos próximos dias”, explica o Centro.

Em entrevista ao Notícias Agrícolas, o presidente da APCS (Associação Paulista de Criadores de Suínos), Valdomiro Ferreira, explica que os negócios no estado já estão acima do valor de referência.  Além disto, a oferta reduzida no estado traz a perspectiva para novas altas nas próximas semanas.

Por outro lado, mesmo com esta recuperação, suinocultores ainda podem terminar o ano no vermelho com as dificuldades enfrentadas na demanda por proteína. “Mesmo melhorando os preços dos suínos, não podemos esquecer que 2016 foi um ano perdido para a suinocultura em termos de rentabilidade. As perdas acumuladas durante o ano não serão aliviadas por 3 ou 4 semanas. Vamos terminar o ano no negativo”, lamenta.

O presidente da ASEMG (Associação dos Suinocultores do Estados de Minas Gerais)  também explica que a recuperação é esperada nas próximas semanas com o período de festividades. “As negociações têm fluído bem e os produtores estão conseguindo comercializar toda a sua oferta. Esperamos que o mercado se tornasse aquecido nas próximas semanas, devido às festividades de final de ano”, diz.

Preços

O levantamento semanal de preços realizado pelo economista do Notícias Agrícolas, André Lopes, aponta que a maior alta ocorreu justamente em Minas Gerais e Goiás. Com isso, a referência para a região é de R$ 4,40 pelo quilo do vivo, um acréscimo de R$ 0,20 em relação a definição anterior.

Em São Paulo, a alta foi de 3,80%, com negócios entre R$ 80,00 a R$ 82,00/@ [equivalente entre R$ 4,27 a R$ 4,37/kg vivo]. Porém, segundo informações da APCS, diversas vendas foram realizadas acima do valor de referência.

No Rio Grande do Sul, o acréscimo foi de 1,28%. A pesquisa semanal da ACSURS (Associação dos Criadores de Suínos do Rio Grande do Sul) aponta para média estadual de 3,95 pelo quilo do vivo aos independentes. Nas demais regiões, o cenário é de preços estáveis.

Exportações

Os embarques de carne suína in natura continuam registrando bom desempenho em novembro, segundo dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MIDC). Em três semanas, foram exportadas 38,0 mil toneladas, com média diária de 3,2 mil toneladas.

Na comparação com o mês passado, o volume por dia chega a ser 18,9% maior, enquanto que em relação a novembro de 2016, a alta é de 14,6%. Em receita, os embarques somam US$ 101,0 milhões, com valor por tonelada em US$ 2.657,7.

Por: Sandy Quintans

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Armando Soares

Armando Soares #28: Mundo camaleão

armando-soares (1)O Brasil que se vive hoje se assemelha ao camaleão onde as pessoas assumem a cor conveniente aos seus interesses, comportamento seguido pelos governantes, pelos políticos de um modo geral, pelos comunistas, pelos juízes, pelos sindicalistas, pelos padres, pelos evangélicos, pessoas que dependem do povo, da sociedade para sua subsistência. Esse pessoal reflete o perfil de um país que nunca teve verdadeiramente uma sociedade dotada de moral, nunca teve como diretriz um conjunto de regras de conduta consideradas como válidas, quer de modo absoluto para qualquer tempo ou lugar, quer para grupo ou pessoa determinada. Até determinado tempo fingia-se de possuir moral. Com o passar do tempo esse fingimento desapareceu tragado pela ferocidade do vale-tudo que refletia a deformação de uma civilização mal formada. Prevalece aqui o ditado popular que com muita razão afirma que “pau que nasce torto não tem jeito, morre torto”.

O que estamos assistindo no Brasil de hoje, que não pôde ser assistido por gerações anteriores que não tinham televisão, internet, facebook e outros inventos miraculosos, é um cenário indecoroso representado por uma parcela da sociedade, a mais significativa representante do povo brasileiro, a que deveria ter o dever de aplicar com honestidade os recursos disponibilizados pelo trabalho de milhões de brasileiros, mas ao invés disso assaltaram os cofres da nação enquanto puderam e enquanto o Estado suportou o saque criminoso. Não estou me referindo apenas ao roubo recente, estou me referindo a um processo de saque mais profundo que vem sendo praticado no Brasil em longo prazo representado pela política cavernosa e devoradora do dinheiro arrecadado por impostos cobrados de brasileiros. Gerações de políticos desonestos enriqueceram a custa do Estado, com a conivência das instituições brasileiras que se tornaram, em razão de sua omissão, parceiros do roubo secular e da má gestão administrativa. Se o Brasil, rico como é, não acompanhou o desenvolvimento dos Estados Unidos da América, é porque os governos brasileiros não tiveram competência para transformar essa riqueza em desenvolvimento. Os brasileiros com o seu trabalho ao longo do tempo sustentaram um Estado arrecadador confiscador que serviu apenas aos interesses de políticos e seus apaniguados. Trabalharam os brasileiros de governo a governo como bestas de carga, como escravos para sustentar políticos espertos, e nunca se tocaram que nenhum governo teve como prioridade, como preocupação maior, como meta um projeto de nação. Diante dessa verdade, podemos afirmar sem medo de errar, que os brasileiros estão recebendo o pagamento que merecem pela falta de inteligência, pela sua imprevidência, por sua pequinesa mental.  Segundo Hegel o Estado é a mais vasta e complexa criação da inteligência humana, a encarnação suprema da Razão. No Brasil a sociedade organizada não usou até hoje a inteligência para criar uma nação próspera para servir a todos os brasileiros, ao invés disso assimilou dos ibéricos um modelo de Estado intervencionista castrador da livre iniciativa e saqueador das riquezas alheias e ficou por aí cuidando irresponsavelmente apenas de seus interesses, ou seja, admitiu ter sobre si uma entidade político controladora da vida – o Estado – manipulada por pessoas desprovidas de princípios, por demagogos e finalmente por bandidos travestidos de políticos e administradores. Permitiu conscientemente que a mediocridade se apropriasse do Estado para outros fins que não de construir uma grande nação livre e com capacidade de gerar qualidade de vida através de uma modelo de desenvolvimento construído com o motor de uma economia de mercado e pela produtividade. Talvez seja esta hora de lembrar Kennedy em discurso ao povo americano: “Por isso meus irmãos americanos não perguntem o que o seu país pode fazer por vocês. Perguntem o que vocês podem fazer pelo seu país”.

Exemplo de comportamento equivocado de brasileiros descompromissados com um projeto de nação é a forma como estão agindo os produtores rurais em relação à política ambiental brasileira.  Contrariados com regras de licenciamento ambiental, ruralistas pedem a saída de Sarney Filho do Meio Ambiente. Descontentes com o trabalho do titular, cuja condução da pasta é classificada como “ideológica”, os ruralistas têm uma audiência prevista para a próxima quarta-feira, 30.11.2016, no Palácio do Planalto. Os ruralistas destacam que Impasses e dificuldades são criados para o financiamento agrícola, licenciamento ambiental, mas, embargam-se áreas, ou seja, o Estado sempre se posicionando contra o processo produtivo. No encontro realizado pela FPA em Brasília, o deputado da FPA chegou a dizer que sente falta da ex-ministra do MMA. “Nesta questão ambiental, já estamos até com saudades da ex-ministra do Meio Ambiente Izabella Teixeira.” A mídia informa que Deputados da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) pedirão ao presidente Michel Temer (PMDB) a saída do ministro do Meio Ambiente, José Sarney Filho, do cargo, e levam nomes para a pasta como Aldo Rebelo (PCdoB-SP). Vê-se aí a submissão do brasileiro aos ditames de um Estado todo-poderoso divorciados da sociedade produtora. O caminho escolhido, deputados da FPA, não deveria ser esse. A reinvindicação deve ser impositiva para tirar o setor produtivo da canga ambientalista. Para atingir esse objetivo deve ser primeiramente colocar a frente do ministério do meio ambiente uma pessoa sensata que não esteja mancomunado com o aparato ambientalista-indigenista. Quem tem como vocês, produtores rurais à força econômica e política, que são responsáveis pela comida que o brasileiro põe na mesa, e sofre permanentemente perseguições de bandidos no campo e em políticas públicas, não se humilham ou pede favor a um governo irresponsável e imoral. Esse comportamento confirma o total divorcio entre o Estado e a sociedade brasileira como já referido.

O comportamento dos deputados da FPA frente ao governo brasileiro mostra uma verdade cruel que vai contra os interesses do Brasil e do produtor que eles representam. Como políticos defendem interesses partidários comprometidos com a corrupção e a total subserviência ao aparato ambientalista-indigenista. A subserviência é tão grande ao Estado todo-poderoso que esses senhores deputados deixam de lado a defesa do produtor rural que está sendo esmagado como eles mesmos reconhecem pedindo arrego ao governo de forma humilhante. Esse é um exemplo que mostra com fidelidade a impossibilidade de tirar o Brasil do fundo do poço, do processo agônico de morte institucional, econômica e social. Os produtores rurais deveriam ser os primeiros a dar o grito de liberdade da escravidão estatal que vem conduzindo secularmente o Brasil para o caos civilizatório. Os produtores rurais são vitoriosos em todos os sentidos. São exemplo de como se produz com eficiência alimentos e matérias-primas com alta produtividade num país que submete a atividade econômica a custos insuportáveis dadas sua política estatizante e corrupta. Por que a submissão humilhante quando a hora, o momento politico e econômico brasileiro indica a necessidade de enfrentamento e não de submissão?

Esta é a hora de lutar sem temor para salvar o Brasil expulsando do poder toda uma casta de políticos viciados a mamar nas tetas da nação, restaurar a dignidade e a moralidade e ajustar as instituições manchadas pela podridão política e pela corrupção. Não é hora para ser condescendente com políticos, administradores públicos e juízes venais, a hora é enfrenta-los e expulsá-los com coragem e altivez. Esta é a hora e o momento de salvar o Brasil e de conduzi-lo para a grandeza.

Armando Soares – economista

e-mail: armandoteixeirasoares@gmail.com

*Todo conteúdo da postagem é de responsabilidade de seu autor.

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Pecuária

Adepará reforça importância da vacinação contra aftosa para a sanidade do rebanho – Agência Pará

DATA: 22.11.2016 NOVO REPARTIMENTO - PARÁ
DATA: 22.11.2016
NOVO REPARTIMENTO – PARÁ

Há uma semana do encerramento do período de vacinação contra a febre aftosa no Estado, no próximo dia 30 de novembro, a Agência de Defesa Agropecuária do Pará (Adepará) reforça a necessidade de todos os produtores rurais imunizarem seus rebanhos contra a doença. “É somente através da vacinação que podemos manter os mercados compradores da nossa carne e ainda barganhar novos espaços para comercialização dos nossos produtores”, ressalta o médico veterinário Luciano Guedes, diretor geral da Adepará.

Quase 21 milhões de cabeças de gado deverão ser imunizadas ao final da campanha, em 108 mil propriedades espalhadas por 127 municípios paraenses.

Após o período de vacinação, entrará em vigor uma nova etapa da campanha: a notificação à Adepará, que deve ser feita até o dia 15 de dezembro, para comprovar que o rebanho foi vacinado. “Depois de comprar as doses de vacina em uma revenda cadastrada na Agência e vacinar o seu rebanho, o produtor deve procurar a Adepará, onde sua propriedade é cadastrada, com a nota fiscal da compra”, informa George Santos, gerente do Programa Estadual de Erradicação da Febre Aftosa.

A Campanha Estadual de Vacinação contra a Febre Aftosa/2ª Etapa 2016 foi iniciada no dia 1º e prossegue até 30 de novembro, em todo o território paraense, com exceção do Arquipélago do Marajó e dos municípios de Faro e Terra Santa, na região oeste. Esta é quinta e última etapa anual de imunização contra a doença realizada pela Adepará.

Meta – A Agência é a responsável pela campanha, que tem importância estratégica para a balança comercial do Estado. Servidores do órgão em todo o Pará acompanham o trabalho para garantir que o processo de vacinação atenda à meta da Adepará, que é alcançar o mais alto índice vacinal.

Segundo George Santos, a vacinação está atendendo ao que foi planejado. “Estamos acompanhando as compras de vacinas dentro do Estado, e estão bastante satisfatórias. Os produtores têm consciência de que devemos continuar vacinando e protegendo o rebanho. As equipes de vigilância estão em campo para o cumprimento de nossas metas técnicas, e assim manter nossos compromissos perante o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e o governo do Estado, enquanto órgão certificador da saúde agropecuária”, afirma o gerente.

Conquista – Para Luciano Guedes, a campanha é importante para o Estado por manter a condição sanitária conquistada – livre de febre aftosa com vacinação. “Manter o Pará livre da febre aftosa foi uma das maiores conquistas do setor produtivo. Garantir a permanência deste status é importante para o produtor rural, que garante a sanidade e a valorização do seu rebanho”, enfatiza o diretor geral da Adepará.

Segundo ele, é preciso apoiar e fortalecer o agronegócio, o setor da economia que mais gera emprego e renda no Estado, e isso só é possível com o envolvimento do produtor rural. “A Adepará trabalha para certificar os alimentos e, assim, garantir novos mercados, fortalecendo a cadeia produtiva em parceria com o produtor”, reitera Luciano Guedes.

Por Camila Moreira

Fonte:  Agência Pará

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Eventos do Agronegócio

Emater participa da Feira Internacional da Mandioca – Agência Pará

Foto: ASCOM EMATER
Foto: ASCOM EMATER

A Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Pará (Emater) participa da Feira Internacional da Mandioca – Brasil, que seguiu até quinta-feira (24) em Paranavaí, no Paraná. O evento reuniu integrantes da cadeia produtiva da planta em todo o mundo (incluindo gestores, produtores rurais, fabricantes de máquinas e equipamentos, indústrias de processamento da raiz, pesquisadores, comerciantes) com o objetivo de fomentar o setor por meio de rodadas de negócios, divulgação de novos produtos e serviços, oficinas de capacitação e exposições de produtos e tecnologias.

Representante da Emater Pará no evento, o engenheiro agrônomo Rosival Possidônio, diretor técnico e especialista em mandiocultura, falou da importância da participação do órgão no evento. “A cultura da mandioca tem um grande significado para a identidade e empregabilidade do agricultor paraense. Além disso, por ser a base econômica de muitas comunidades e uma cultura de ciclo curto, fortemente influenciada por fatores como condições climáticas, pragas e questões mercadológicas, ela afeta diretamente a cadeia agrícola, o que torna as trocas realizadas em eventos como este ainda mais importantes para o encontro das resoluções”.

Por Edna Moura

Fonte: Agência Pará

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