Categorias
Dicas Pet

8 frutas e verduras que são tóxicas para seu o cachorro

Frutas e verduras são alimentos que podem complementar a dieta do cão, entretanto, algumas espécies podem ser tóxicas para o pet

Muitos donos que desejam aprimorar a qualidade e quantidade de vitaminas na dieta do cachorro oferecem frutas e verduras para ele. A prática é saudável, mas é preciso tomar alguns cuidados específicos. Por não serem muito seletivos quando se trata das partes da comida, até mesmo a casca e as sementes dos alimentos podem acabar sendo ingeridas, fazendo com que, em alguns casos ocorra, uma indigestão.

Além disso, não são todas frutas e verduras que podem ser consumidas pelos cachorros, por serem carnívoros alguns alimentos podem ser tóxicos para o pet. Sem contar que, assim como com os humanos, por mais que um tipo de comida seja indicada, ela ainda pode causar uma reação alérgica no animal.  Confira as opções que devem ser evitadas.

1. Abacate

Tudo no abacate possui persina, uma toxina capaz de causar vômito e diarreia em muitos animais.
Reprodução/ Pixabay Tudo no abacate possui persina, uma toxina capaz de causar vômito e diarreia em muitos animais.

Tudo no abacate não é recomendado para os pets; desde a casca e caroços até as folhas. Isso se dá porque a fruta contém uma substância chamada “persina” (um fungicida que mata fungos e mofos), que apesar de ser inofensiva para humanos pode causar vômito e diarreia em cachorros, gatos, cavalos e algumas aves. A parte carnosa não possui grandes quantidades da toxina, mas mesmo assim não é recomendada para os bichinhos.

Por ser uma fruta que cresce bem em regiões tropicais e subtropicais, o abacate pode ser encontrado em abundância no Brasil. Tome cuidado para manter o seu cão longe de um abacateiro.

2. Tomate verde

Quando verde, o tomate pode causar arritmias cardíacas, dificuldade de respirar, salivação abundante, diarreia e vômito em cachorros.
Reprodução/ Pixabay Quando verde, o tomate pode causar arritmias cardíacas, dificuldade de respirar, salivação abundante, diarreia e vômito em cachorros.

A toxina alcalóide tomatina, que é produzida nos tomates quando estão verdes, é extremamente tóxica para os cachorros. Essa substância pode causar arritmias cardíacas, dificuldade de respirar, salivação abundante, diarreia e vômito. Quando o fruto amadurece essa substância se torna inerte, não trazendo mais riscos para a saúde do pet.

3. Maçã

As sementes da maça possuem cianeto, capaz de fazer mal ao cachorro.
Reprodução/ PxHere As sementes da maça possuem cianeto, capaz de fazer mal ao cachorro.

Por um lado, a maçã é ótima para os cães. Ela possui fibras e pectina, que ajudam a regular a glicemia dos animais. Além disso, a quercetina (um anti inflamatório natural) e outros antioxidantes potentes contra o estresse oxidativo e o câncer também podem ser encontrados na fruta. Entretanto, as suas sementes possuem cianeto, uma substância extremamente venenosa para os peludos.

Embora sejam necessárias grandes quantidades da semente para causar problemas sérios, as mantenha longe do seu cachorro. Uma dica é servir a maçã cortada em cubos.

4. Batata verde

Sempre cozinhe ou frite as batatas antes de servir para o cachorro.
Reprodução/ PxHere Sempre cozinhe ou frite as batatas antes de servir para o cachorro.

Assim como o tomate, quando a bata não amadureceu por completo toxinas são produzidas. No caso, é a solanina, que pode causar náuseas, vômitos, convulsões e, posteriormente, problemas de coração. Essa substância desaparece quando a batata é cozida.

Atenção, a solanina também está presente nas folhas das plantações de batata, então não deixe o seu cachorro correr livremente por esse ambiente.

5. Groselha

As groselha possui altas doses de cianeto de hidrogênio, capaz de causar vômitos, diarreia e problemas renais no cão.
Reprodução/ Pixabay As groselha possui altas doses de cianeto de hidrogênio, capaz de causar vômitos, diarreia e problemas renais no cão.

Caso o seu cão consuma groselha por acidente, mesmo se não apresentar nenhum sintoma, leve-o imediatamente para o veterinário. A fruta possui altas doses de cianeto de hidrogênio, que podem causar vômitos, diarreia e problemas renais (que não se manifestam externamente) muito sérios.

6. Cerejas

As cerejas entram na lista de frutas e verduras que possuem caroços, folhas e cascas toxicas para os cães.
Reprodução/ PxHere As cerejas entram na lista de frutas e verduras que possuem caroços, folhas e cascas toxicas para os cães.

Apesar de deliciosa, a cereja pode trazer grandes riscos para o pet! O problema não está na fruta, que pode ter sua parte carnosa ingerida pelo animal, mas em sua planta, caroços e casca. Elas contém cianeto, que pode causar insuficiência respiratória e até a morte do cão!

O caroço do damasco apresenta o mesmo problema, então muito cuidado se o animal for dividir o ambiente com esse tipo de frutas.

7. Cebola e alho

Evite dar grandes quantidades de cebola e alho para o seu cão.
Reprodução/ Pixabay Evite dar grandes quantidades de cebola e alho para o seu cão.

Muito comum na mesa dos brasileiros,  a cebola e o alho (assim como outros alimentos da família, como o alho-poró e a cebola roxa) são perigosos para os cachorros se forem consumidos em dose alta ou com muita frequência. Isso se dá pela presença do tiossulfato, substância presente nos alimentos e que é capaz de destruir os glóbulos vermelhos do sangue dos animais.

Sintomas como letargia, taquicardia, hiperventilação, gengivas pálidas e, em casos graves, colapso respiratório podem aparecer.

8. Uvas passas

Uvas passas podem dar insuficiência renal em cachorros.
Reprodução/ Pixabay Uvas passas podem dar insuficiência renal em cachorros.

Assim como a groselha, as uvas passas podem causar muitos danos internos no cão. A informação foi confirmada em 2014 pelo centro de controle de veneno ASPCA, mas até hoje a substância presente na fruta que faz tão mal aos bichinhos ainda não foi descoberta.

O principal efeito do consumo por parte dos cachorros é uma insuficiência renal irreversível.

Não baseie toda a dieta do animal em frutas e verduras, eles precisam de carnes, proteínas presentes nas rações próprias. Antes de introduzir qualquer outro alimento no cardápio do cão, consulte um veterinário.

Fonte: Canal do Pet – iG 

Categorias
Dicas Pet

Saiba como ajudar seu cão a passar pela “terceira idade canina”

Diz a sabedoria popular que cachorro velho não aprende truques novos. Esse é um engano comum que muitos donos de animais cometem. Os amigos caninos também ficam velhos, mas nem por isso não podem ter qualidade de vida na terceira idade. Algumas vezes, pequenos tratamentos podem aumentar bastante a vida do cão.

petrede-cachorro-idosoEsse é o caso do empresário Osvaldo Rodrigues da Conceição e sua cachorra Bianca. Ela deixou de comer, ficava cansada com facilidade e quase não se movimentava. Bastou um simples exame eletrocardiográfico para descobrir que ela tinha uma cardiomiopatia dilatada, ou seja, um aumento generalizado do coração, comum em cães com idade avançada. Bastou alguns comprimidos por dia para ela voltar ter uma vida saudável.

“É incrível que apenas alguns medicamentos mudaram a vida dela. Agora ela come normalmente, late bastante e corre de vez em quando. Realmente parece outra cadela”, diz o dono.

Diagnóstico precoce

A veterinária Cláudia Gianfrancesco explica que a grande maioria dos problemas que os cães idosos possuem é facilmente tratável, se identificados com antecedência. “Muitas pessoas ignoram os problemas de seus cães por pensar se tratar uma coisa normal da idade avançada. Muitas vezes se consegue dar uma boa qualidade de vida e prolongar em alguns anos o tempo de vida dos animais”, explica.

Porém, chega um momento em que as doenças evoluem e não há um tratamento disponível que ajude os cachorros, embora haja muitos recursos como hemodiálises, tomografias e ressonâncias magnéticas.

A professora Adriana Nogueira de Sá passou por esse problema. Ela comprou duas fêmeas, das raças Dog Alemão e Basset Hound, e com o passar do tempo as duas tiveram problemas graves. A maior tinha insuficiência renal crônica e a menor, um tumor cerebral. Chegou um momento em que teve que tomar uma difícil decisão, fazer ou não a eutanásia.

“Mesmo com todos os remédios e tratamentos, chegou num ponto que a Dog Alemã não se levantava mais do canil e a Basset tinha incordenação motora e convulsões. Lógico que com os remédios elas viveram alguns anos a mais, mas estavam sofrendo muito e decidimos pela eutanásia. Na mesma semana sacrificamos as duas, foi a decisão mais difícil que já fiz na vida”, lamenta Adriana.

Cláudia conta que esse assunto da eutanásia é muito polêmico e que cabe ao veterinário instruir os donos na melhor decisão a ser tomada. “Vai muito do conhecimento e da sensibilidade do médico veterinário. Damos conselhos e opções, mas a decisão final sempre é do proprietário”, ressalta.

O que fazer

Como os seres humanos, os cães precisam de tempos em tempos de uma bateria de exames para identificar possíveis doenças que ainda estão no início. A partir do Check-up, é possível definir uma série de tratamentos disponíveis na medicina veterinária hoje.

“A partir do momento que se faz exames como eletrocardiograma, função renal e uma simples inspeção dentária podemos definir a melhor maneira de tratar o paciente. Hoje existem muitas opções de remédios e até rações especiais para vários problemas caninos. Um acompanhamento anual certamente prolongará a vida do seu cachorro”, conclui Claudia.

Fonte: EPTV

Link Patrocinado: www.vacinorte.com.br 

Categorias
Dicas Pet

Guia para cuidar do seu animal de estimação

Para manter seus bichinhos sempre saudáveis e bem dispostos, você não pode se descuidar das vacinas e de alguns cuidados básicos diários. Revelamos os segredos para que essa relação seja a melhor possível!

Agosto é conhecido como o mês do cachorro louco. Essa fama agourenta é lenda e, provavelmente, fruto do aumento do número de cadelas abandonadas nas ruas que entram no cio nesse período e deixam os cães muito agitados, brigando para disputá-las. É também o período em que a maior parte das prefeituras promove campanhas de vacinação gratuita pelo Brasil. Portanto, que tal pegar a carteirinha do seu pet e verificar se ele está protegido? Lembre-se de que a antirrábica é obrigatória por lei porque também representa riscos ao ser humano. Veja outras dicas para deixar seu companheiro saudável e muito feliz!

guia-para-tratar-pets-46996Dica: castrar os animais previne doenças. Nas fêmeas, reduz os riscos de câncer de mama e infecção uterina. Nos machos, evita problemas de próstata!

Cuidados básicos

A veterinária Maria Inês Nassif Baraúna, da Clínica VetSP, elaborou esta lista para ajudá-la a garantir a saúde do seu bicho

1. Se você adotou ou comprou um animal de estimação (adulto ou filhote), primeiro leve-o a um veterinário de confiança. Esse profissional vai checar a saúde do mascote, marcar a castração (caso você não queira crias) e orientar sobre cuidados e vacinação.

2. Algumas cidades do país, como São Paulo, exigem o Registro Geral Animal (RGA), que tem o mesmo valor da nossa carteira de identidade. Informe-se no centro de zoonoses de sua região.

3. Mantenha o bicho longe de produtos de limpeza, que podem causar intoxicação. Baldes com roupas de molho, por exemplo, são uma tentação para filhotes curiosos.

4. Se você mora em apartamento, as janelas devem ter redes especiais de proteção para evitar quedas, sobretudo de gatos.

5. Cuidado com flores e plantas. Muitas podem ser venenosas e causar intoxicação.

6. Lembre-se da vermifugação. A cada seis meses, ela deve ser feita (por via oral) em cães e gatos para evitar vermes.

Sinais de que alguma coisa não vai bem…

Se o seu amigão, de uma hora para a outra, apresentar estes sintomas, procure um veterinário imediatamente:

. Tristeza e falta de apetite;

. Andar com o rabinho baixo e entre as patinhas traseiras;

. Parar de lamber-se, no caso de gatos, e ficar sem apetite;

. O pelo cair, apresentar falhas ou ter muita coceira e feridas pela pele;

. Ter vômitos e diarreia;

. Deixar de fazer xixi ou cocô

Carteira de vacinação

Além das mais antigas e tradicionais, esta tabela apresenta as novas vacinas que você pode aplicar em clínicas para assegurar o bem-estar do seu bicho de estimação

CÃES

Antirrábica (obrigatória por lei)

O que previne: raiva
Doses: dose única, a partir dos 4 meses. O reforço é anual.

V10

O que previne: cinomose, hepatite infecciosa, parvovirose, coronavirose, adenovírus tipo 1, adenovírus tipo 2, leptospirose e parainfluenza.
Doses: a partir dos 45 dias, são aplicadas três doses, uma a cada 21 dias. Reforço anual. O cão adulto, nunca vacinado, recebe duas doses com intervalo de 21 dias.

Parainfluenza tipo 2 e bactéria Bordetella bronchiseptica

O que previne: gripe ou tosse dos cães
Doses: filhotes, a partir dos 2 meses, e adultos que nunca foram vacinados recebem uma dose única intranasal ou duas injetáveis, a cada 21 dias. Reforço anual.

Giardíase

O que previne: protozoário intestinal (giárdia). Transmissível aos humanos.
Doses: duas doses, a cada 21 dias, para filhotes (a partir dos 2 meses) e adultos nunca vacinados. Reforço anual.

Leishmaniose visceral canina

O que previne: doença gravíssima que deve ser comunicada às autoridades sanitárias.
Doses: recebem três doses, a cada 21 dias, para filhotes (a partir dos 4 meses) ou adultos que não tenham sido vacinados.

GATOS

Antirrábica (obrigatória)

O que previne: raiva.
Doses: única e deve ser aplicada a partir dos 4 meses. Reforço anual.

V4 (quádrupla felina)

O que previne: protege de doenças causadas por vírus.
Doses: aplicada em duas doses com intervalo de 21 dias quando filhotes ou em gatos adultos que nunca receberam a vacina. Reforço anual em dose única.

Leucemia viral felina (FeLV)

O que previne: doença viral felina incurável. Deve ser aplicada após exame de sangue que constate que o animal não tem o vírus.
Doses: duas doses com intervalo de 30 dias após os 2 meses de idade. O reforço é anual.

Fonte: M de Mulher (Abril)

[useful_banner_manager banners=15 count=1]

Categorias
Dicas Pet

Como lidar com cães que latem excessivamente

Aqui está mais um detalhe para a coleção de similaridades entre caninos e crianças. Do mesmo modo que ensinamos nossas crianças a falar e quando falar, nossos peludos devem aprender a latir e a não latir conforme a hora – especialmente no período da lei do silêncio, quando a vizinhança quer dormir ou simplesmente sossego.

Isso mesmo, educar o cão para não ser barulhento demais e não incomodar vizinhos é mais um dos aspectos da posse responsável. Treinar o cão para não latir demais sem motivo exige algum tempo, dedicação, paciência e atenção a cada caso, mas o resultado vale a pena para todos, inclusive o próprio cão, e aqui vai um guia geral.

dog-25596Por que o cão late
Cada bicho se comunica, naturalmente, a seu modo: o cão late, o gato mia, o pássaro pia, a vaca muge e assim por diante. Tal como ocorre com as pessoas, uns cães tendem a latir menos que outros. Cada raça de cão tem sua frequência ‘latedora’, desde os lacônicos Rottweiler, Akita e Golden Retriever a Schnauzer, Beagle e Fox Terrier e outros que falam pelos quatro cotovelos.

Já os adoráveis vira-latas achados na rua, pela sua própria miscigenação, além da possibilidade de traumas passados na rua ou com donos anteriores, podem ser uma caixinha de surpresas – ou, conforme o caso, não uma caixinha, mas uma verdadeira beatbox – e precisam ser educados com mais afinco para não latirem à toa.

Muitas vezes, o peludo sai latindo porque deseja chamar atenção para alguma mudança ou problema: ou a ração acabou, ou faz tempo que ele não passeia e brinca ou simplesmente ele se sente sozinho. Como se diz, ele percebeu está numa situação em que levará mais vantagem latindo que ficando quieto.

Nesses casos, é só resolver o problema e a latição deverá sumir. É bom observar se o cão não está se queixando de alguma dor ou outro problema de saúde; se houver dúvida, passe no veterinário.

Educando o cão
Uma dica é associar a ordem de comando a um castigo leve (ou uma consequência), se ele desobedecer; e a uma recompensa quando ele obedece. O comando de “quieto!”, por si só, pode não resolver. Neste caso, borrife líquido contra mau hálito na boca dele, dado que a maioria dos cães não gosta do sabor, cheiro ou mesmo do ruído deste spray, eles irão associar a palavra “quieto!” à consequência desagradável de ter de aguentá-lo e perceberão que é melhor deixarem de latir à toa. (Na falta de borrifador, alguns treinadores recomendam dar um tapinha bem de leve no focinho do cão – mas sem machucá-lo, apenas incomodá-lo o suficiente para ele entender que fazer o que não deve leva a receber algo de que não goste.)

Obviamente, repita o comando até ele aprender. Quando ele obedecer ao comando de “quieto!” sem precisar da borrifada, dê-lhe um petisco ou brinquedo – isso mesmo, ele aprenderá que obedecer rende prêmios.

Pode-se também usar o truque oposto: ensinar o cão a latir sob comando. Espere até ele latir; quando ele latir, diga “Muito bom!” e dê-lhe uma recompensa – daí ele vai esperar seu comando para latir e, claro, ser premiado.

Educação à distância – ou quase
Se você estiver longe do cão e ele começar a latir sem motivo, não o chame para ir até onde você estiver; vá você até onde ele está, para observar as circunstâncias que causam a latição e treiná-lo imediatamente após ele latir, de modo que o peludo tenha absoluta certeza da relação entre a “coisa errada” e o castigo.

Pode acontecer de, se você precisar sair, o cão se sentir livre o suficiente para sair latindo. Está aí um bom desafio: treinar o cão para não latir enquanto você estiver ausente. Use então outro velho truque. Saia de casa à hora de costume e… volte para casa de repente e sem fazer barulho. Fique montando campana até o cão começar a latir sem motivo; então entre em casa, repreenda-o e vá embora.

Caso ele demore a latir, você pode agilizar o processo provocando ruídos que seguramente façam o peludo latir, como bater a porta do carro. Se você trabalha perto de casa, peça a vizinhos que avisem se o bicho começar a latir. Caso você fique mais longe, outra alternativa é pedir a alguém de confiança para repreender o cão.

Ah, sim: se o cão for muito bravo, o mais importante, e o mais seguro para você, será tratar o temperamento dele antes de pensar em monitorar seus latidos.

Coleiras antilatido
Coleiras anti-ruído também dão uma boa ajuda high-tech no bem-estar do peludo – e também dos vizinhos e familiares.

A voz do canino produz vibração que aciona um som em volume inofensivo, porém suficiente para irritar o cão o bastante para ele associar latidos fora de hora a sensações desagradáveis. (Há uma variação que emite choques de baixa voltagem, mas emissão de som me parece bem menos “cruel”.)

Estas coleiras são leves (cerca de 60 gramas) e podem ser usadas pelo bicho o dia todo, além de emitir sinais sonoros audíveis pelos humanos (e também sinais luminosos) para alertar sobre hora de troca de baterias (e até sobre a presença do peludo quando ele estiver mais quietinho). Estas coleiras ajudam muito, mas não espere milagres: poderão demorar alguns dias até o cão, se for daqueles que latem mais que a boca, perceber os efeitos do sinal sonoro da coleira. Eu já disse e direi de novo: paciência e atenção são essenciais e valem a pena.

Temos ainda o treinamento de guarda, que ensina o cão a latir somente para determinadas coisas e pessoas, mas já é outro assunto e fica para outra ocasião. Por ora, não precisamos imitar os críticos de arte que, como dizia o saudoso Procópio Ferreira, “são pessoas que querem ensinar cachorro a latir”; a partir do momento em que cachorros convivem com humanos, é só questão de os cachorros aprenderem quando latir (e dos humanos aprenderem como e quando falar).

Fonte: Rede Pet

[useful_banner_manager banners=15 count=1]

Categorias
Dicas Pet

Vacinorte, distribuindo parceria e honestidade.

pet1O Brasil registra o segundo maior faturamento do mercado de animais domésticos e serviços destinados aos bichos de estimação, atrás somente dos Estados Unidos.

No ano passado, o setor faturou R$ 14,2 bilhões, crescimento de 16,4% na comparação com o ano anterior, segundo a Abinpet (Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação). Desse total, 68,5% (R$ 9,72 bilhões) é representado pelo segmento de alimentação para animais.

Para este ano, a previsão é de que esse mercado cresça entre 8% e 15%.

Vacinorte

Constituída em Abril de 2010, a Vacinorte Distribuidora de Produtos Veterinários e Agropecuários é uma empresa familiar, do ramo de medicamentos veterinários, produtos e assessórios em geral, direcionada para o atendimento às clínicas veterinárias, pet shops e casas agropecuárias.

Tem como objetivo oferecer os melhores produtos do mercado, acompanhados de uma equipe de vendas preparada e um suporte técnico especializado, com credibilidade, transparência e a garantia de um serviço de qualidade.

logo-vacinorteCom o desejo de construir uma história de parceria e honestidade, a empresa trabalha para ser reconhecida como uma das principais distribuidora nos Estados do Pará e Amapá, referenciada na satisfação dos clientes e na qualidade dos produtos comercializados.

Hoje a Vacinorte distribui os principais laboratórios e empresas do ramo, como a Homeo Pet, Bayer, Bravet, Lema-injex Biologic, Avert, Real H, K dog, Duki e outras.

A empresa fica localizada na Rua Itabira, 13-B, Bairro do Maguari, Ananindeua – Pará. CEP: 67030-390.

Você que tem uma empresa que já trabalha no ramo e quer saber como funciona e fazer seus pedidos, acesse o website www.vacinorte.com.br, ligue pedindo uma visita (91) 3072-2174 ou envie um email para vacinorte@vacinorte.com.br

Todos terão o maior prazer em atende-los.

Categorias
Dicas Pet

Feira de adoções de animais ocorre neste domingo em Belém

Quer adotar um cão? Prefere um gatinho? Neste domingo (4), o Centro de Zoonoses de Belém realiza uma Feira de Adoção de Cães e Gatos sem raça definida. Será a partir das 9h, na Praça da República, ao lado do posto da Guarda Municipal, na esquina da Avenida Assis de Vasconcelos com a Rua Oswaldo Cruz.

O centro possui diversos animais aptos para adoção, por isso resolveu promover uma feira para encontrar lares para os bichinhos.

Os animais já foram vacinados e vermifugados. Para adotar um cão ou gato, basta ser maior de idade e apresentar carteira de identidade e comprovante de residência.

Fonte: Diário On Line

Categorias
Dicas Pet

O cigarro também causa doença em cães e gatos

A fumaça do cigarro causa diversas doenças no fumante passivo acredita-se também que pode causar efeitos nos animais. Animais que apresentam problemas alérgicos, como rinite, traqueite, bronquite e também carcinoma pulmonar, pneumopatia e cardiopatia secundária são prejudicados quando expostos à fumaça.

Os animais que convivem com pessoas fumantes, estão mais propensos aos males causados pela fumaça do cigarro e já devem ser colocados em grupos de risco.

Revista Veterinária
Revista Veterinária

Quando os animais apresentarem sinais de espirros e tosses frequentes é preciso investigar se é devido ao contato com a fumaça do cigarro, levando os pets para fazer exames clínicos e serem avaliados por médicos veterinários.

Para evitar os problemas causados por este vício, tanto aos animais como ao próprio ser humano, o ideal seria abandoná-lo. Cuidados como manter o animal longe da fumaça, fumando em locais abertos e ventilados ajudam a minimizar os danos à saúde dos bichinhos.

Fonte: Revista Meu Pet

Categorias
Dicas Pet

Seis alimentos que podem prejudicar o animal de estimação

Você provavelmente já alimentou seu animal de estimação com certos alimentos e nada aconteceu. Mas isso não quer dizer que estes alimentos façam bem.

Veja os seis alimentos que podem prejudicar a saúde de cães e gatos:

Imagem: Cão Natural
Imagem: Cão Natural

1 – Leite
Uma tigela de leite não é sempre a melhor opção para os seus bichinhos. O organismo de cachorros e gatos não possui grandes quantidades de lactase, enzima essencial para a digestão de leite e seus derivados.

Isso significa que a maioria dos bichinhos apresenta algum grau de intolerância à lactose, o que acaba tornando um simples copo de leite num desastre: seu consumo pode causar dores abdominais, náuseas e diarreia.

Para animais com maior tolerância a lactose (algo que só o veterinário pode avaliar), o consumo de leite não traz prejuízo, mas não deve substituir a alimentação completa e balanceada.

2 – Ossos
Faz parte da cultura popular a imagem de cão com um osso na boca – mas você não deve reproduzir isso em casa. Os animais não conseguem mastigar bem os ossos animais, como os de galinha.

Ao ingerir pedaços dos ossinhos, cães podem acabar perfurando o esôfago ou o intestino. Além disso, este alimento acaba contribuindo para ressecar as fezes– o que pode deixar o bichinho com grandes dificuldades para defecar.

O ideal é optar por alimentos disponíveis no mercado que simulam o formato do osso, mas são feito com carne de boi. Além de estimular a dentição em cães jovens, ajuda na limpeza do dentes.

3 – Carne crua
Quando o assunto é carne, há quem prefira um bife bem mal passado. Mas, por mais que animais salivem ao avistar um suculento pedaço de carne crua, é melhor cozinhá-lo bem antes de levar o alimento ao prato de seu bichinho. Os motivos são os mesmos que nos motivam a não comer alimentos crus: o risco de contaminação por bactérias, protozoários e verminoses é alto.

4 – Doces
Quem pensa que está fazendo um agrado ao bichinho ao lhe dar um doce nem imagina o mal que pode estar causando à saúde do animal, pois eles também podem ter graves problemas com a balança se abusarem de doces.

Além de levar à obesidade, alimentos ricos em açúcar podem provocar cáries, tártaro e diabetes mellitus nos animais.

5 – Restos de comida
A maior parte das sobras de comida é composta por carboidratos – arroz, massas, pães e batata. Só que cães e gatos necessitam principalmente de proteína e gordura na dieta. Por isso, estes “lanchinhos” não só devem ser evitados, como não devem substituir a refeição principal.

As consequências de uma alimentação desbalanceada podem ser sérias: em logo prazo, a dieta desregrada pode causar desnutrição, anemia, deficiência de vitaminas e minerais, problemas de pele e pelagem, entre outros.

Mas, caso você não queira alimentar seu bichinho com rações já prontas, a comida caseira é sim uma opção. Neste caso, nada de restos: recomenda-se que seja procurada a orientação de um veterinário, que ajudará a montar o “cardápio” ideal.

6 – Suplementos alimentares e excesso de comida
Ao contrário do que se pode imaginar, cães de raças grandes não precisam de suplementação de vitaminas e minerais para crescerem fortes. Animais que consomem alimentos de qualidade já possuem todos os nutrientes necessários para o seu desenvolvimento e o excesso de minerais só prejudica a saúde do animal em longo prazo.

Outro erro comum quando se trata de filhotes de cães pesos-pesados é a superalimentação: exagerar nas porções não só não colabora para o desenvolvimento do animal, como também pode acarretar problemas irreversíveis.

Fonte: O Debate

Categorias
Dicas Pet

O que são aqueles microchips colocados em cachorros?

Como as etiquetas de coleiras são facilmente perdidas ou removidas, por muitos anos os donos de animais de estimação e criadores de animais utilizaram tatuagens como uma forma mais permanente e segura de identificar animais de estimação. Infelizmente, o uso de tatuagens não é um método infalível. Digamos, por exemplo, que seu cachorro tenha se perdido. Alguém o encontra e o leva para um abrigo de animais. Após a chegada, ele está desorientado e possivelmente amedrontado. A funcionária do abrigo rapidamente nota o anel de metal torcido pendendo da coleira onde a etiqueta de identificação costumava ficar. Quando ela tenta verificar se o cão tem uma tatuagem, ele rosna e se contorce. Seu pêlo está embaraçado e a funcionária não vê a pequena série de números localizada próxima de sua pata traseira direita. Como esse não é um cenário incomum, as pessoas vêm tentado descobrir outros sistemas de identificação. Os microchips são um dos sistemas mais modernos e populares.

google Images - G1
google Images – G1

Similares aos códigos de barra e fitas magnéticas, os microchips são uma forma de tecnologia de identificação automática. Geralmente, esses microchips são usados para armazenar e transmitir informações especificamente relacionadas a alguma coisa ou a alguém. Eles podem ser implantados, tanto por meio de injeção ou de procedimento cirúrgico, temporariamente inseridos ou simplesmente anexados a um objeto. Como usam sinais de radiofreqüência para retransmitir as informações armazenadas, eles são conhecidos como identificação de radiofreqüência (RFID).

De acordo com os principais fabricantes, os microchips usados em identificação e recuperação de animais de estimação são programados para armazenar um número de identificação único e permanente. O chip e uma antena são selados em uma cápsula biocompatível, hermética, feita de vidro. O mecanismo inteiro pode variar de tamanho, indo de menos de 1 cm até quase 3 cm de comprimento. O microchip médio tem aproximadamente o tamanho de um grão de arroz. O próprio dispositivo não contém nenhuma bateria, e seu circuito eletrônico é ativado somente quando ele está sendo monitorado.

O método de implantar o microchip é muito parecido com a aplicação de uma vacina. Um aplicador esterilizado é usado para injetar o microchip bem abaixo da pele na parte de trás do pescoço do cão, entre as omoplatas. Para evitar a migração (movimento do local do implante original), uma empresa usa uma cobertura patenteada para promover a união entre o tecido fibroso e a cápsula do microchip.

Depois que o microchip é implantado com sucesso, ele pode ser “lido” usando-se um dispositivo de varredura (scanner). O scanner emite um sinal de rádio de baixa freqüência, ativando o microchip. O microchip então envia um número de identificação único de volta ao scanner. Após a decodificação das informações, o scanner exibe o número em seu display de LCD. O número é então inserido em um banco de dados, juntamente com as informações de contato apropriadas. Programas como o American Kennel Club (AKC) Companion Animal Recovery (CAR) (Recuperação de Animais de Companhia do Kennel Clube Americano) mantêm bancos de dados mundiais para que possam ajudar a devolver animais de estimações perdidos a suas famílias. De acordo com o programa CAR, do Kennel Clube Americano, mais de 900 mil animais de estimação e animais de companhia foram registrados em seus bancos de dados, o que inclui animais tatuados, e quase 50 mil animais de estimação foram devolvidos a suas famílias.

O preço do implantes não é lá muito convidativo, varia entre R$ 50 e R$ 100.

Fonte: howstuffworks/uol

Categorias
Dicas Pet

Por que cortar o rabo de seu cachorro é uma péssima ideia

Existem várias maneiras dos seres humanos compreenderem as intenções e sentimentos dos cães: através de seu latido, da maneira como inclinam a cabeça, do movimento de suas patas dianteiras, e, é claro, da abanação frenética de sua cauda.

hypescience
hypescience

A maioria dos proprietários de cães sabe ler seus companheiros caninos muito bem, graças a esses sinais. Não é nenhuma surpresa, portanto, que a prática de cortar a cauda de cães (caudotomia) tenha um efeito profundo sobre sua capacidade de se comunicar – e não só conosco, mas também (e principalmente) com outros cães.

Um estudo recente publicado na revista PLOS notou que a falta de uma cauda longa pode afetar seriamente a vida social de um cão.

Segundo a autora Emily Anthes, esse procedimento bárbaro de cortar vários centímetros da cauda de um cachorro, muitas vezes sem anestesia, pode também dificultar a sua capacidade de transmitir suas intenções para outros cães.

Anthes reviu uma pesquisa conduzida por biólogos da Universidade de Victoria, do Canadá, em que os cientistas procuraram por anomalias comportamentais potenciais causadas pelo comprimento da cauda de um cão.

Os pesquisadores usaram um cão robótico caracterizando ou uma cauda longa ou curta, e o expuseram a 492 cães em um parque.

Além do comprimento da cauda variável, o cão robótico foi feito para abanar a cauda ou mantê-la parada. Assim, há quatro diferentes condições em que o cão robótico foi apresentado a seus “colegas”: cauda curta parada, cauda curta abanando, cauda longa parada e cauda longa abanando.

Os pesquisadores documentaram e estudaram as várias maneiras que os cães sem coleira interagiram com o cão robô.

A primeira coisa que eles notaram foi que os cães menores quase sempre se aproximavam com cautela do cão robô. Já entre cães de tamanhos iguais ou maiores, diversos comportamentos interessantes surgiram.

Estes cães eram mais propensos a se aproximar do modelo robótico quando ele tinha uma cauda longa em movimento. Nesse caso, eles interagiram com o robô 91,4% do tempo.

Isso faz sentido porque a longa cauda era flexível: o movimento simulado pareceu se assemelhar ao de uma cauda balançando de um cão real. Este tipo de movimento solto é muitas vezes visto um convite para se aproximar, brincar; um sinal social de que o cão com a cauda abanando não é uma ameaça ao outro cão.

Por outro lado, um cão com a cauda perfeitamente parada não está emitindo esses óbvios sinais de “vem cá brincar”. Os cães de grande porte se aproximaram do cão robô com uma longa cauda parada com uma frequência significativamente menor: 74,4% do tempo.

Quando os pesquisadores trocaram a cauda longa pela curta, estas preferências desapareceram.

Cães grandes abordaram o robô de cauda curta abanando com quase a mesma frequência que abordaram o cão com a cauda imóvel (85,2% e 82,2% das vezes, respectivamente).

Isso sugere que os cães eram menos capazes de discriminar uma cauda que está sacudindo brincalhona de uma cauda parada quando a cauda é curta.

A conclusão do estudo é que os sinais transmitidos por diferenças em movimento são mais eficazmente transmitidos pelos cães quando sua cauda é longa.

Os cães de grande porte também foram duas vezes mais propensos a pausar enquanto se aproximavam do cão de cauda curta, talvez usando esse tempo para tentar decifrar se deviam continuar se aproximando.

Isso significa que os cães ficaram confusos sobre as intenções do cão robótico quando sua cauda era muito curta. Consequentemente, os cães que têm seus rabos cortados estão em uma situação similar – condição que provavelmente induz um estresse e incerteza significativos em suas vidas sociais.

Estética = mutilação

A caudotomia e outros procedimentos para modificar um cão por motivos estéticos, e não de saúde, não são recomendados.

Em 19 de março de 2008, o Conselho Federal de Medicina Veterinária do Brasil proibiu especialistas de realizarem cortes de orelhas para fins estéticos. A caudotomia ainda é possível, embora já seja banida em diversos países, como Áustria, Bélgica, Croácia, República Checa, Estônia, França, Grécia, Hungria, Islândia, Holanda, Noruega, Polônia, Escócia, África do Sul, Suíça e outros.

Segundo Mário Marcondes, diretor do Hospital Veterinário Sena Madureira, a cauda é uma “extensão” da coluna vertebral e é uma parte bastante sensível do corpo do animal, e qualquer corte estético é uma simples mutilação.

Embora o padrão de muitas raças recomende o corte (como rottweiler, por exemplo), a caudotomia não é obrigatória. Cães com cauda íntegra podem ter pedigree e participar de exposições do mesmo jeito.

Muitos proprietários já estão optando por não fazer a caudotomia, que é o correto, segundo Marcondes, já que devemos considerar o bem-estar do animal antes da estética, além do seu direito de se expressar e se comunicar naturalmente conosco e com a sua própria espécie.

Fonte: hypescience