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Informativo Gminssen – rb 07 – Luíza Camargo

Guilherme Minssen conversa com Luíza Camargo da Camargo Agronegócios, que fala um pouco do 21º Leilão Cabanha São Luiz em Lajes – SC.

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Informativo Gminssen – rb 06 – Conversa com Vice presidente ANPTC Sul

Conversa de Guilherme Minssen com Vice presidente ANPTC Sul, Vinícius Só Porto. Associação de Produtores de Terneiros de Corte (Bezerros) em Cachoeira do Sul – RS

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Diário do Pará revela finalistas do Prêmio Agropará 2017

Em sua terceira edição, a premiação será entregue a 18 personalidades do agronegócio paraense, dividida nas categorias de Produção Animal e Produção Vegetal

Em 2015, reforçando seu compromisso em favor dos principais setores econômicos do Estado, o Jornal Diário do Pará iniciou um movimento em busca de maior visibilidade e reconhecimento
ao setor do Agronegócio paraense, lançando uma Revista totalmente dedicada ao segmento e instituindo o Prêmio Agropará. No dia 29 de novembro, o Jornal estará promovendo a terceira edição da premiação, no Auditório Albano Franco, da Fiepa. A lista divulgada hoje traz os três finalistas de cada categoria, em ordem alfabética, pois os vencedores serão revelados apenas no dia da entrega do prêmio.

Em 2016, um grande público prestigiou a premiação dos empresários do agronegócio paraense.

Em sua terceira edição, a premiação já se consolidou e hoje é celebrada como um dos mais importantes instrumentos de reconhecimento e divulgação do agronegócio paraense, um setor que responde por cerca de 40% da economia do Estado. Este ano, o Prêmio Agropará será entregue a 18 personalidades do agronegócio, dividido nas categorias de Produção Animal e Produção Vegetal, representando a diversidade da produção paraense.

Para o diretor-presidente do jornal Diário do Pará, Jader Filho, a premiação é um reconhecimento a tudo que o setor representa para o Estado, uma vez que as oportunidades de desenvolvimento, avanços econômicos e sociais do Pará passam pela valorização do agronegócio. “Essa homenagem é uma contribuição para a divulgação e o fortalecimento desse importante segmento que, mesmo em meio a esta crise severa que o País atravessa, não para de crescer”, ressalta Jader. Na difícil conjuntura que o Brasil se encontra, é o Agronegócio que vem garantindo a força da economia brasileira no cenário mundial. Além disso, o segmento é responsável pela maioria dos alimentos que chegam à mesa dos brasileiros.

No Pará, a cadeia produtiva do Agronegócio, além do destaque nacional na pecuária, possui culturas como a mandioca, açaí, cacau, cítricos e dendê, nas quais é líder ou ocupa posição de destaque. SELEÇÃO O zootecnista e leiloeiro Guilherme Minssen, que presta consultoria técnica ao Prêmio Agropará desde sua primeira edição, revela que a listra tríplice dos indicados é elaborada a partir do contato com técnicos, associações, núcleos de criadores, sindicatos rurais e produtores de cada segmento, que dão as indicações dos mais destacados no ano. “Depois são definidos critérios de produção, boas práticas, tecnologia, resultados em campeonatos, torneios, entre outros. Vários órgãos oficiais foram fundamentais nas indicações, como o MAPA, Sedap, Ceplac, Faepa, Senar, Emater, ARPP e sindicatos rurais”, enumera Minssen.

Ele destaca que o processo de seleção dos indicados é bastante acirrado devido o patamar de excelência que o Agronegócio alcançou no Pará. “Todos os consultores do Prêmio Agropará tiveram dificuldades para indicação das diferentes categorias dentro de inúmeros potenciais candidatos. A categoria de Bovinos, que envolve a pecuária de corte e leite, por exemplo, teve 26 indicações para a lista tríplice final onde ficaram três destaques nacionais paraenses”, resume. Guilherme lembra que em 2015 o vencedor foi Winston Diamantino e em 2016 Reinaldo Zucatelli, e que também tiveram acirrada disputa. As outras categorias da premiação também apresentam expoentes. Nos grãos: soja, milho e arroz estão trazendo três campeões de produção.

Na Bubalinocultura, Lacticínios Caboco, Bubras e Marcus Pinheiro, mostram um novo tempo na carne e leite da espécie. No Cacau, os produtores vão receber a listagem do Diário do Pará deste domingo no “Salon du Chocolat”, em Paris, onde estão apresentando suas amêndoas campeãs nacionais. Em nenhuma categoria houve menos de 10 indicações, mas a Aquicultura
foi a campeã de indicações, 36 no total, num claro indicador do crescimento deste setor no Pará.

Por outro lado, o Técnico Destaque de 2017 representa a quarta geração de produtores rurais no Pará. “Armando Dias Teixeira Neto é bisneto de Epaminondas Ferreira Teixeira, um dos primeiros produtores rurais marajoaras que se dedicaram à criação de búfalos e seu pai, Armando Epaminondas Acatauassu Teixeira, desenvolveu a pecuária no então revolucionário
Projeto Jari”, ressalta Minssen.

Finalistas do Prêmio
Agropará 2017
(Três melhores colocados em ordem alfabética)

PRODUÇÃO ANIMAL
Bovinos
Altair Burlamaqui e Brenno Borges – Fazenda Carioca – Castanhal;
Carlos Eduardo Ribeiro do Valle – Fazenda Mutirão – Paragominas;
Mauro Lúcio Castro Costa – Fazenda Marupiara – Paragominas.

Bubalinos
Fiore di Búfala (Grupo Bubras) – Tomé Açu;
Júnior Santa Helena – Lacticínios Caboco – Marapanim;
Marcus Pinheiro – Salvaterra – Ilha do Marajó.

Equinos, Asininos e Muares
Haras Vitória – Brasileiro de Hipismo – Benevides;
Renato Giordano – Mangalarga – Ipixuna do Pará;
Roberto Paulinelli – Mangalarga Marchador e Muares – Rio Maria

Ovinocultura e Suinocultura
Gilmar Tavares Oliveira – Agroreal – Castanhal;
Marcos e Murilo Zancaner – Pagrisa – Paragominas;
Milton Schnorr – Fazenda Alecrim – Santarém.

Avicultura
Ernesto Kakuei Takakura – Santo Antônio do Tauá;
Raul Cepeda Fonseca – Granjas Amazônia – Santa Izabel;
Yasuhida Watanabe – Frango Americano – Santa Izabel.

Aquicultura
Associação Paragominense de Aquicultura – A.P.A. – Paragominas.
Aquicon – Associação dos Aquicultores de Conceição do Araguaia;
Valdir Gama – Piscicultura 18 – Alevinos – Igarapé-Açu;

Apicultura e Meliponicultura
Gerson de Morais (Fapic) Marapanim, Pirabas e Curuçá;
Hélio Rios (Apimec) Eldorado dos Carajás;
Oziel Monteiro de Souza (Apisan) Santarém Novo.

Mercado Pet
André Cunha – Aquanorte – Belém;
King’s Pet – Praça Batista Campos – Belém;
Vitória Régia Lagos e Jardins – Belém.

PRODUÇÃO VEGETAL
Grãos (arroz, soja e milho)
Agro São João – Soja – Rondon do Pará;
Paulo Cesar Quartiero – Arroz Acostumado – Santa Cruz do Arari.
Valmor Anversa – Soja e Milho – Paragominas;

Palma, Óleos e Gorduras Vegetais
Archer Daniels Midland – ADM do Brasil;
Dendê do Tauá S/A – Dentauá – Santo Antônio do Tauá;
Marcelo Britto – Agropalma.

Citros
Claudinei da Silva Costa – Gelo Mania e Limão;
Júnior Zamperlini – Laranjas e Limões – Citropar – Capitão Poço;
Nadja Ornela – Laranjas – Fazenda Ornela.
Açaí

CAMTA – Cooperativa Agrícola de Tomé Açu.
Eloy Luiz Vaccaro – Açaí Amazonas – Óbidos;
Francisco de Jesus Costa Ferreira – Palamaz Agroindústria;

Cacau
Dona Nena – Cacau Orgânico – Filha do Combú;
Nei Texeira – Rod. Transamazônica – Medicilândia;
Rita de Cássia Fernandez Aguiar – Cacauway – Medicilândia.

Florestas e Madeiras
Bemal – Betzel Madeiras Ltda;
João Lucas S. da Silva – Floresteca;
Tramontina Reflorestamento – Icoaraci.

Mandioca e Feijão Caupi
Benedito Dutra Luz de Souza – Tracuateua.
Edival Akitó Matsuzaki – Tracuateua;
Francisco Douglas Rocha Cunha – Augusto Correia;

Flores e Plantas Ornamentais
Aflorben – Associação de Floricultores de Benevides;
Di Fiori Orquídeas – Castanhal;
Orquidário Torres – Castanhal.

Extensão e Organização de Produtores Rurais
Destaque Geral 2017
Associação Brasileira dos Exportadores de Gado (ABEG);
Associação dos Criadores de Guzerá da Amazônia (ACGA);
Núcleo dos Criadores do Cavalo Mangalarga Marchador da Amazônia (NCCMMA).

Técnico Destaque em Agronegócios 2017
Armando Dias Teixeira Neto, Engenheiro Agrônomo – Paragominas.

Fonte: Diário do Pará

Veja matéria publicada no jornal

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Informativo Gminssen – rb 05 – Carne Brangus

 

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Informativo Gminssen – rb 04 – Direto da EXPOEMA 2017

Direto da EXPOEMA 2017, Guilherme Minssen conversou com Ivaldeci Mendonça, Presidente da ASCEM (Associação dos Criadores do Estado do Maranhão e EXPOEMA) quee relatou um pouco da expectativa da “nova” Exposição para este ano de 2017.

Veja na Entrevista:

 

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Expointer 2016 finaliza com alta nos negócios relação a ano anterior – Gminssen.

Nesta última semana foi realizada em Esteio – RS a 39ª Expointer – 2016 e segundo relatos do correspondente Ruralbook, Zootecnista e Leiloeiro – Guilherme Minssen (GMinssen Assessória Rural) o ano foi muito bom em relação ao ano anterior. De acordo com o gráfico que nos enviou, os negócios superaram R$ 1,92 Bilhões de reais com pode ver no gráfico da imagem.

O número movimentado em vendas de máquinas nos anima para um próximo ano de muita produção e ótimas safras. Como também em outras categorias que no geral superam as expectativas da organização do evento.

Em bilhões de faturamento aumentamos a arrecadação do ano passado, graças ao acréscimo de máquinas e implementos, porém o faturamento de R$ 11,77 milhões em animais foi inferior aos R$ 15,51 milhões de 2015.

Resumindo: O tempo feio e o kg do boi puxaram para baixo as vendas de animais e a relação dólar/real adubou a nova safra de grãos que será plantada.

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Negócios encaminhados pelo sistema financeiro passam de R$ 1,5 bilhão

Publicação:

O sucesso no volume de negócios da Expointer teve como âncora o sistema financeiro. Por meio de uma série de linhas de financiamento foram encaminhadas propostas com as seguintes instituições: Banco do Brasil (R$ 610 milhões), Banrisul (R$ 266 milhões), BRDE (R$ 190 milhões), Badesul (R$ 188 milhões), Sicredi (R$ 127 milhões) e Caixa Econômica Federal (R$ 29,2 milhões). Se forem considerados Bradesco, Santander e bancos de fábrica ou montadoras, que estão apurando seus números, o valor ultrapassa R$ 1,5 bilhão.

“Os negócios superaram nossas expectativas”, afirmou a presidente do Badesul, Susana Kakuta. Na 39ª edição da feira136 projetos que movimentaram R$ 188 milhões dos R$ 200 milhões que haviam sido disponibilizados para a Expointer. O montante é o triplo do ano anterior, onde foram fechados R$ 56 milhões.

O Banrisul registrou um crescimento de 36% no volume de negócios prospectados em relação à última mostra agropecuária. Dos R$ 266 milhões – R$ 264,2 milhões foram para máquinas e equipamentos e R$ 1,8 milhão para animais. No total foram 556 pedidos de financiamento.

Entre os itens mais procurados estão as máquinas e equipamentos, como tratores, colheitadeiras e pulverizadores, financiados nas linhas do Finame Moderfrota e Pronaf Mais Alimentos. Também destaca-se a comercialização de animais,  financiados com recursos próprios da instituição. Além disso, foi registrada grande procura por equipamentos para pecuária, entre eles, tronco, balanças e banheiros sanitários.

Texto: Paulo Ricardo Fontoura com assessoria do Banrisul
Edição: Eliane Iensen

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Acordo na CNA – Estadão

noticias_1428420814[1]Pronto, resolvido. A Confederação Nacional da Agricultura (CNA) fechou informalmente um acordo de cavalheiros (ou seria entre cavalheiros e ladies?) com a senadora Kátia Abreu: ela se antecipou e, antes mesmo da reunião de diretoria que definiria seu destino, nesta quarta-feira, enviou mensagens a mais de um dirigente avisando que não queria voltar à presidência da entidade.

Isso facilitou muito as coisas, porque livrou a diretoria de ter que tomar a desagradável decisão de vetar a volta de Kátia Abreu à função e poupou a própria Kátia Abreu de ser rejeitada pela diretoria de uma entidade onde já brilhou um dia. O presidente atual, João Martins da Silva Júnior – que já acusou a antecessora de “se afastar do produtor” e de “trair a classe” – passa a ser efetivo.

Ao ficar até o último minuto no Ministério da Agricultura e assumir a linha de frente contra o impeachment da agora afastada presidente Dilma Rousseff, a senadora sabia que estava dando um passo de alto risco e trilhando um caminho sem volta. Não apenas a CNA, mas praticamente todas as entidades e todos os setores do agronegócio se manifestaram favoravelmente à queda de Dilma.

Agora, Kátia Abreu, que mantém o mandato no Senado, precisa definir uma outra situação delicada: o seu destino partidário. Como ela ficou no governo Dilma até o último minuto, também bateu de frente com o PMDB e com o presidente licenciado do partido, Michel Temer. Logo, não tem ambiente para ficar no partido. Antes de ser do PMDB, ela foi do PFL, do seu sucedâneo, o DEM, e por fim do PSD.

Por Eliane Cantanhêde

Fonte: Estadão

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Análise política de Denis Rosenfield na FAEPA

O professor doutor de filosofia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e consultor de análise política, Denis Rosenfield, destaca a relação da agropecuária e o direito a propriedade. Além disso, fala sobre a importância da instituição da propriedade privada para a liberdade e para o desenvolvimento econômico do Brasil.

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Rosenfield chama atenção para o protagonismo das entidades empresarias que souberam apostar no seu potencial administrativo público. Segundo o palestrante, é preciso haver um protagonismo público bem definido para alimentar a sociedade. Ele critica o papel das Organizações Não Governamentais (ONGs) que são financiadas por empresas privadas e entidades ligadas à União Europeia e defendem interesses setoriais de outros países aqui no Brasil.

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Leilões de áreas portuárias trarão R$ 1,8 bilhão

A Secretaria de Portos da Presidência da República (SEP) e a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) divulgaram, na última sexta-feira (22), os editais dos novos leilões de arrendamento de seis áreas para terminais portuários. Todas elas ficam no Pará. O certame será realizado no dia 31 de março, na BM&FBovespa, em São Paulo, e envolve seis áreas: duas em Santarém, uma em Vila do Conde e três em Belém, no Terminal de Outeiro. Das seis, apenas uma será um terminal para fertilizantes. As demais serão destinadas à movimentação e ao armazenamento de grãos.

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Com isso, os novos investimentos previstos para ser aportados no Pará alcançarão um total de quase R$ 1,8 bilhão. As obras nos novos terminais chegarão a R$ 1,5 bilhão e o valor do arrendamento, a ser pago à Companhia Docas do Pará (CDP), somará R$ 300 milhões. Esse é o total do que será aportado ao longo dos 25 anos de contrato. O arrendatário terá o direito de ter o contrato renovado por igual período. O valor das outorgas só será conhecido no leilão. “Todos os aperfeiçoamentos feitos fortalecem a tese de que teremos pleno sucesso em todas as áreas que estão sendo leiloadas”, disse o ministro dos Portos, Helder Barbalho. “Acredito que haverá concorrência”.

Diário Online – Mobile – Pará | Leilões de áreas portuárias trarão R$ 1,8 bilhão

http://mobi.diarioonline.com.br/noticias/para/noticia-357143-leiloes-de-areas-portuarias-trarao-r$-18-bilhao.html

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PA: Primeiro passo para implantação do porto e um complexo industrial em Barcarena.

O secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia, Adnan Demachki, acompanhado do presidente da Coordenação de Desenvolvimento Econômico do Estado (Codec), Olavo das Neves, entregou nesta quarta-feira (13) o documento da área onde a empresa argelina Cevital, gigante do agronegócio, implantará um porto e um complexo industrial. O diretor internacional da empresa, Adan Iskounen, elogiou a agilidade e seriedade do governo no suporte à chegada da multinacional, que num primeiro momento vai gerar 700 empregos diretos em Barcarena.

Fonte: GMinssen Assessoria