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Aftosa: Brasil tem parecer favorável para novas zonas livres sem vacinação

Aftosa: Brasil tem parecer favorável para novas zonas livres sem vacinação
Aftosa: Brasil tem parecer favorável para novas zonas livres sem vacinação

O Ministério da Agricultura informou que os pedidos de reconhecimento do Paraná, do Rio Grande do Sul e do Bloco I (Acre, Rondônia e parte do Amazonas e do Mato Grosso) como zonas livres de febre aftosa sem vacinação, assim como do Paraná como zona livre de peste suína clássica independente, passaram pela avaliação técnica da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) e receberam parecer favorável.

 “Diante desse resultado, os pleitos brasileiros foram recomendados para avaliação durante a 88ª Sessão Geral da Assembleia Mundial dos Delegados da OIE, que ocorrerá no período de 22 a 28 de maio deste ano, no formato virtual”, disse a pasta em nota ao Broadcast Agro. O prazo é de 60 dias para solicitar informações sobre os pleitos brasileiros, de forma a sustentar a votação durante a 88ª Sessão Geral.

O processo de transição de zonas livres de febre aftosa com vacinação para livre sem vacinação está previsto no Plano Estratégico do Programa Nacional de Vigilância para a Febre Aftosa (Pnefa), conforme estabelecido pelo Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária (Suasa).

Por: Brasil agro.

Fonte: Broadcast Agro

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Redução da dose da vacina contra aftosa valerá a partir de maio

A vacina contra a febre aftosa vai ter sua dose reduzida de 5 ml para 2 ml na primeira etapa de vacinação de bovinos e bubalinos, que será realizada a partir de maio, na maioria dos estados brasileiros. Diego Viali dos Santos, chefe da Divisão de Febre Aftosa e outras Doenças Vesiculares (Difa) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), lembra que nessa primeira etapa de vacinação do ano, a grande maioria do país vai imunizar todo o rebanho, conforme calendário de vacinação disponível no site do Mapa.

Apenas no Acre, Espírito Santo e Paraná a dose será aplicada apenas em animais jovens (de até 24 meses de idade). O estado do Amapá, devidos a suas condições peculiares, realiza a vacinação anualmente somente no segundo semestre. A mudança da dose está prevista no Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa (PNEFA), que deverá culminar com a retirada total da vacinação no país prevista até 2021.

A expectativa de Diego Viali dos Santos é de que com a redução da dosagem, ocorram menos reações nos animais (caroços, inchaço). Além disso, com frascos menores, as vacinas ocuparão menos espaço, facilitando o transporte e reduzindo o custo de refrigeração. “Os laboratórios produtores possuem estoque suficiente do novo produto para atender à demanda dos criadores”, afirmou.

O ministério preparou um manual para fiscalização do comércio de vacinas contra a febre aftosa, atualizando a publicação de 2005. A versão digital, contendo orientações aos Serviços Veterinários Estaduais e aos distribuidores sobre a qualidade exigida ao produto deverá ser disponibilizada nesta semana.

Cuidados com as vacinas

  • Compre as vacinas somente em lojas registradas.
  • Verifique se estão na temperatura correta: entre 2° C e 8° C.
  • Para transportá-las, use uma caixa térmica, coloque três partes de gelo para uma de vacina e lacre.
  • Mantenha a vacina no gelo até o momento da aplicação. Escolha a hora mais fresca do dia e reúna o gado. Mas lembre-se: só vacine bovinos e búfalos.
  • Durante a vacinação, mantenha a seringa e as vacinas na caixa térmica e use agulhas novas, adequadas e limpas. A higiene e a limpeza são fundamentais para uma boa vacinação.
  • Agite o frasco antes de usar e aplique a dosagem certa em todos os animais: 2 ml.
  • O lugar correto de aplicação é a tábua do pescoço, podendo ser no músculo ou embaixo da pele. Aplique com calma.
  • Lembre de preencher a declaração de vacinação e entregá-la no serviço veterinário oficial do seu estado juntamente com a nota fiscal de compra das vacinas.

Fonte: MAPA

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Novo sistema da Adepará vai agilizar o trabalho e gerar economia para produtores rurais

A Agência de Defesa Agropecuária do Pará (Adepará) deu mais um passo importante na execução das ações de defesa sanitária em todo o estado do Pará. A partir de segunda-feira, 10, começa a funcionar o novo Sistema de Integração Agropecuária (Siapec-3), que marca um importante avanço para os produtores rurais do Estado, onde o mesmo vai ganhar em agilidade e economia ao evitar deslocamentos e menos burocracia na hora de utilizar os serviços da Agência.

Todas as unidades da Adepará estão conectadas ao sistema, que é on-line e parametrizado (com elementos de controle) de informações. O sistema vai contar com novos módulos, como de agrotóxicos, termos, arrecadação, vacinação, atestados e exames de brucelose, tuberculose, AIE e Mormo. A Adepará ressalta que todo produtor tem que fazer seu cadastro no portal de serviços do Sipaec-3.

Será necessário ter um email e anexar o RG, CPF, COMPROVANTE DE RESIDÊNCIA, CERTIDÃO IMOBILIÁRIA, CAR E CONTRATO DE PARCERIA (Quando necessário). A emissão do GTA será condicionada ao recadastramento do produtor à partir da referida data.

Durante o mês de agosto, foi realizado treinamento em todas regionais para os fiscais, agentes e técnicos das unidades aprenderem a manusear o novo sistema e, dessa forma, atender melhor e repassar as informações sobre o Siapec-3 para o produtor rural.

Uma função inovadora do sistema, é que o produtor pode fazer cadastro e emitir documentos diretamente de sua propriedade, sem precisar se deslocar até um escritório da Agência no município. Além disso, o aplicativo do Siapec-3 já está disponível para baixar no sistema Android do celular, facilitando ainda mais o acesso do produtor, que poderá utilizar o sistema pelo seu smartphone.

O novo sistema vai gerar menos burocracia, mais economia, mais agilidade, e reforçar a segurança sanitária. Portanto, uma ferramenta extremamente importante para o produtor e, principalmente, para a execução das ações pela Adepará, já que o fiscal vai poder sair do atendimento nas unidades e trabalhar diretamente com a fiscalização e orientação ao produtor em campo.

>>> Link de Cadastro ao SIAPEC 3 <<<

>>> Link de Acesso ao SIAPEC 3 <<<

Repost: ADEPARÁ

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12 anos sem aftosa: BR já poderia ser livre sem vacinação? – Notícias Agrícola

12 anos sem aftosa: BR já poderia ser livre sem vacinação e fim da imunização por regiões deveria ser adiantado.

Selo de livre com vacinação também chega quando 14 estados estão sem casos da febre entre 20/24 anos. Nos manuais epidemiológicos e na legislação internacional com 5 anos é possível pedir a declaração sem vacina. Mais de US$ 1 bi se acrescentaria às receitas em exportações. Atraso no cenário é creditado à falta de vontade de governos anteriores e desunião dos pecuaristas.

Fonte: Notícias Agrícolas

 

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Pará inicia busca pelo status de livre de aftosa sem vacinação

O Pará é reconhecido pela Organização Mundial de Saúde Animal como Estado livre da febre aftosa com vacinação desde 2014. Agora, começa a dar os primeiros passos para se tornar área livre da doença sem vacinação até 2020. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) já apresentou o plano para retirada da vacina em todo o País, e até 2023 o Brasil deve conquistar o status de zona livre da aftosa sem vacinação.

A Agência de Defesa Agropecuária do Pará (Adepará) iniciará na quarta-feira (1º) a segunda etapa da Campanha de Vacinação Contra a Febre Aftosa, que já faz parte do planejamento estratégico do Mapa para retirada da vacinação. Essa etapa abrangerá todo o território paraense, com exceção do Arquipélago do Marajó e dos municípios de Faro e Terra Santa, na região oeste, porém apenas o rebanho de 0 a 24 meses de idade deve ser vacinado.

O produtor é o responsável pela vacinação, e tem até o dia 15 de dezembro para fazer a comunicação da vacina nos escritórios da Agência, e mesmo o produtor que não possua animais nessa faixa etária deverá atualizar o cadastro na Adepará.

Retirada gradual – A meta é imunizar 9.084.876 milhões de cabeças, em 48.433 propriedades espalhadas por 127 municípios paraenses. O diretor geral da Adepará, Luiz Pinto, explica a importância do procedimento e como será a retirada da vacina no Pará. “Nessa etapa vamos iniciar oficialmente a campanha de vacinação contra a febre aftosa, dentro do planejamento estratégico do Ministério da Agricultura para erradicação da aftosa sem vacinação até 2023. Este ano já vamos iniciar a retirada gradual da vacinação, vacinando nesta segunda etapa apenas animais de 0 a 24 meses de idade”, informou.

A campanha de vacinação é um passo para o Estado se tornar cada vez mais livre da aftosa. “Estamos querendo caminhar para sermos uma zona tão protegida a ponto de não precisar da vacinação, ou seja, como não tem doença, não precisa de vacinação. Vamos ter um controle maior do que vem de outros estados ou países, e isso facilitará a vida do produtor”, garantiu o diretor geral.

Ainda segundo Luiz Pinto, o status de livre da aftosa vai otimizar os recursos, tanto para o produtor quanto para o governo do Estado. “Isso permitirá que utilizemos esse recurso, que antes era gasto com as etapas de vacinação, para investir em fiscalização e controle, em uma proporção muito maior. Isso possibilitará a abertura de mercados e oportunidades para o Estado. Além disso, o produtor também não vai ter mais gastos com vacinação, podendo utilizar esse recurso para gerar mais lucro para ele”, ressaltou.

Mercado – O rebanho do Pará é o quinto maior do Brasil, com mais de 20 milhões de cabeças, o que demonstra a importância do setor para a economia local e nacional e, como consequência, o fortalecimento das ações de defesa sanitária. A febre aftosa é a principal barreira sanitária do mundo, e a exportação de cortes bovinos é o principal item da pauta estadual no setor de carne.

O Pará livre da febre aftosa sem vacinação vai garantir a abertura de mercados em todo o mundo, já que a população paraense consome apenas 30% da produção de carne bovina do Estado. Os outros 70% são destinados à exportação. Alguns países, como Japão, não importam carne de países que ainda vacinam. “A aquisição desse status representa ganho de mercado e fortalecimento da nossa vigilância sanitária. Agora, é discutir junto com o setor questões técnicas, de logística e até de exportação, para que o País saia mais fortalecido deste processo”, informou Luiz Pinto.

Fonte: ADEPARÁ

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Notificação da vacinação contra aftosa termina na sexta-feira (16/06)

Encerra na próxima sexta-feira (16) o prazo para o produtor rural notificar a vacinação do rebanho contra febre aftosa aos escritórios da Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará). A notificação é importante porque comprova que o rebanho foi imunizado. A etapa de vacinação ocorreu de 1º a 31 de maio, em 128 municípios.

O prazo terminaria na quinta-feira (15), mas devido ao feriado de Corpus Christi foi estendido por mais um dia útil, para que todos os pecuaristas possam notificar a vacinação.

O diretor-geral da Adepará, Luiz Pinto, explicou que o prazo foi prorrogado “para que o produtor não fique prejudicado. Essa é uma etapa muito importante, em que temos que obter êxito”, ressaltou.

Imagens: Agência Pará

Segundo George Santos, gerente do Programa Estadual de Erradicação da Febre Aftosa, os criadores devem fazer a notificação para evitar problemas. “Caso não vacine ou não comprove a vacinação, o produtor é classificado como inadimplente, perde o direito de emitir a Guia de Trânsito Animal (GTA) para transitar com os animais, tem sua propriedade bloqueada pela falta da vacina e é multado. A vacinação é obrigatória, e a comunicação da vacina é fundamental, pois é através dela que a Adepará toma conhecimento que o produtor, de fato, vacinou seus bovinos e bubalinos”, informou.

Estímulo – A vacinação garante a imunização do rebanho do Estado e a diminuição da possibilidade de foco de febre aftosa. “Os relatórios sobre as atividades de vigilância epidemiológica e informações das etapas de campanha são repassados para os órgãos competentes. Além disso, a Adepará utiliza para análise esses dados e na avaliação da situação sanitária do Estado, que estimula o agronegócio paraense”, acrescentou George Santos.

Durante a campanha, a meta da Adepará foi imunizar 21 milhões de animais em 109 mil propriedades rurais. Até o momento, mais de 90% dos animais foram vacinados, com base na notificação. A meta é atingir 98%, repetindo o êxito de outras campanhas.

Este ano, 2.340 mil doses de vacina contra a febre aftosa foram doadas aos produtores rurais com até 20 cabeças de gado, em municípios que não conseguiam atingir a meta. “A doação é uma das formas de garantir o acesso à vacina para pequenos produtores que têm dificuldade de adquirir”, explicou George Santos.

Geração de renda – O rebanho do Pará livre da febre aftosa é importante para a economia do Estado, pois valoriza a qualidade da carne e abre novos mercados, gerando internamente mais empregos e renda.

Em maio deste ano, a Adepará foi informada que o rebanho bovino do Pará está 100% livre da febre aftosa, após a conclusão do estudo epidemiológico para avaliação de transmissão viral no Estado, realizado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), em parceria com a Agência.

O relatório contém dados referentes aos oito municípios paraenses localizados nas divisas com os estados do Amazonas e Amapá, áreas consideradas, respectivamente, de médio e alto risco para aftosa.

Segundo Luiz Pinto, as ações desenvolvidas em defesa da agropecuária paraense, como as campanhas de vacinação, vêm alcançando seus objetivos.

Por Inara Soares – Agência Pará

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PA: Estado aumenta índice vacinal contra brucelose

Ao contrário de outras campanhas de vacinação, em especial da febre aftosa, que tem períodos curtos e determinados, a imunização contra a brucelose é realizada uma vez no ano no arquipélago do Marajó e duas vezes (no mesmo período) nas demais regiões do Estado. Entretanto, o produtor rural tem por obrigação confirmar a vacinação junto à Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará) a cada semestre. Essa semana, a Gerência de Erradicação de Brucelose e Tuberculose divulgou os números oficiais, que são bastante animadores. Em relação ao primeiro semestre de 2015, quando o percentual de propriedades atingidas foi de 24% e o de rebanho vacinado foi de 63%, houve um aumento para 40% e 72%, respectivamente.

Para Gláucio Galindo, gerente de Brucelose e Tuberculose, os números são bem maiores porque se aproximam mais da realidade de aferição
Para Gláucio Galindo, gerente de Brucelose e Tuberculose, os números são bem maiores porque se aproximam mais da realidade de aferição

Para Gláucio Galindo, gerente de Brucelose e Tuberculose, os números são bem maiores porque se aproximam mais da realidade de aferição, já que a Adepará conta desde o fim do ano passado de um novo sistema de controle. A Gestão Informatizada da Brucelose e Tuberculose permite aos médicos veterinários cadastrarem pela internet a vacinação de brucelose, além de outros serviços.

“Esse aumento em relação ao semestre anterior não demonstra somente uma maior consciência do produtor rural em aderir ao programa, mas também uma reorganização do programa no Estado, além do apoio dos médicos veterinários cadastrados e habilitados”. De acordo com Gláucio, a projeção para os dados ao fim do atual semestre também é animadora. “Com o novo programa tudo ficou mais fácil e todos estão se adaptando a ele, dos médicos aos produtores rurais. Com o sistema, teremos como acessar informações que vão desde a compra da vacina até a aplicação o rebanho, mesmo que o produtor deixe a confirmação para depois”.

O objetivo é, ainda esse ano, chegar ao índice de 80% do rebanho vacinado. Por enquanto, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), ainda não possui um índice oficial para certificar os estados quanto ao status sanitário referente à brucelose, o que ainda está em andamento. Pelos parâmetros internacionais, se alcançar um índice entre 80% e 90% o Pará será classificado como região de médio risco.

Imunização – A vacinação contra a brucelose visa induzir a imunidade ou proteção contra a doença. Quanto maior for o número de fêmeas vacinadas, maior será a imunidade do rebanho, menor o número de animais suscetíveis e menor a possibilidade de difusão da doença aos homens. Todas as fêmeas bovinas e bubalinas entre três e oito meses de idade, têm que ser vacinadas somente uma vez na vida.

É proibida a vacinação de machos de qualquer idade e de fêmeas com idade superior a oito meses. A aplicação da vacina deve ser feita por médico veterinário ou vacinador sob sua supervisão, sendo que ambos devem estar cadastrados no serviço oficial de defesa sanitária animal da Adepará. Em regiões onde houver carência de veterinários privados, ou nos casos em que eles não atendam plenamente às necessidades do Programa, o serviço oficial de defesa sanitária animal poderá executar ou supervisionar as atividades de vacinação, como já é feito com a aftosa.

Fonte: Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará / Tylon Maués
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Defesa Agropecuária

Belém recebe representantes do setor produtivo para a IV CNDA

Acontece no período de 1º a 4 de outubro, a IV Conferência Nacional sobre Defesa Agropecuária – CNDA, no Hangar Centro de Convenções e Feiras da Amazônia, com o objetivo de discutir a defesa agropecuária como elemento fundamental para a sustentabilidade da agropecuária na região e no Brasil e cujos eixos temáticos serão debatidos através de painéis, mesas redondas, palestras, sessões de pôsteres.

1379366_526134050805978_1126238951_nIntegram a IV CNDA outros três eventos em paralelo, a reunião do Fórum Nacional de Executores da Sanidade Agropecuária (Fonesa); o I Seminário Estadual da Cadeia Produtiva do Açaí; Assembléia da Sociedade Brasileira de Defesa Agropecuária (SBDA) e o Encontro de Mestrados Profissionais em Defesa Agropecuária.

O evento que acontece na região Norte pela primeira vez, traz como tema “Defesa Pecuária e Sustentabilidade” e prevê uma participação de cerca de 1200 pessoas entre representantes do setor produtivo, pesquisadores, estudantes universitários, profissionais e técnicos do segmento.

Para a abertura estão sendo aguardados representantes do Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), autoridades a exemplo da senadora Kátia Abreu, governador do Estado, Simão Jatene, deputados federais e estaduais e secretários de governo do setor produtivo.

Participam ainda, superintendentes federais de agricultura, universidades, representantes das 27 agencias de defesa agropecuária do Brasil, do Encontro sobre Fiscalização e Seminário de Agrotóxicos ( Enfisa) e da Sociedade Brasileira de Defesa Agropecuária, que é um dos realizadores do evento. Também confirmaram presença, representantes das federações de agriculturas do Brasil e a Confederação Nacional de Agricutura.
Para organizar um evento dessa envergadura, o governo do estado e demais realizadores investiram na ordem de R$ 1 milhão, a fim de garantir infraestrutura adequada. O Pará foi escolhido como sede após vencer disputa acirrada com os estados do Paraná, São Paulo, Mato Grosso e Rio Grande do Norte.

Com o tema “Defesa Agropecuária e Sustentabilidade”, o evento desponta como um divisor de águas no setor produtivo, um momento para marcar posição nacional no setor agropecuário pautando temas da Amazônia e suas especificidades, frisou o diretor geral da Adepará, Mário Moreira.

Segundo o diretor operacional da Adepará, Sálvio Freire, O evento possui uma envergadura internacional em que vamos debater as diretrizes norteadoras para crescermos economicamente com foco na produção com sustentabilidade voltada para a área de Defesa Agropecuária. “É o momento de deliberarmos e pautarmos as necessidades e especificidades da nossa região”, disse.

A IV CNDA está sendo vista como um marco na história do agronegócio paraense. O titular da Secretaria de Estado de Agricultura (Sagri), Hildegardo Nunes, deixou claro que o setor está em expansão e o evento torna-se uma ferramenta imprescindível para avançar ainda mais, principalmente para abertura de novos mercados. “Uma grande conquista que o Pará obteve por meio da Adepará, principalmente pela mobilização da diretoria que foi fundamental para trazer o evento nacional para o nosso Estado. Vamos ter a oportunidade de pautarmos as nossas demandas e discutir o conselho de sustentabilidade a partir do equilíbrio dos fatores de produção, possibilitando abertura de novos mercados e valorização dos nossos produtos a partir de um sistema de defesa eficiente e confiável”, explicou o secretário.

Para Nunes, debater a defesa agropecuária de forma integrada é de suma importância para a saúde humana e, principalmente uma oportunidade de negócio para além das fronteiras paraenses e brasileiras. “A defesa precisa cada vez mais agir como sistema integrado com a participação de todos os órgãos e municípios, uma rede capaz de garantir não só a qualidade dos produtos que vão para mesa dos brasileiros, como permitir que esses produtos possam entrar em qualquer prateleira no mundo”, reforçou.

Já o presidente da Faepa, Carlos Xavier, analisa o evento como uma oportunidade para mostrar o potencial, a legalidade e qualidade dos produtos paraenses. “O agronegócio paraense tem dado exemplo de competência econômica no Estado, é o que mais emprega, internaliza resultado para o Pará e que tem participado da transformação social da nossa gente. Eu vejo com muita alegria a Conferência no sentido de fazer mostrar capacidade legalidade e sustentabilidade de nossos produtos”, declarou.

Opinião compartilhada pelo titular da SFA, Andrei Castro. “Este é um momento para mostrar o quanto o Pará é importante para o agronegócio brasileiro”, falou. “Vamos mostrar que a nossa realidade é bem diferente do sul do país, em questões como fronteiras internacionais, malhas hidroviárias, entre outras características peculiares que poderemos discutir de forma aprofundada. Assim, percebemos a conferência como um momento ímpar para levantarmos as perguntas certas para crescermos ainda mais”, complementou o chefe de Defesa Agropecuária da SFA, Milton Cunha.

A programação da conferência inclui apresentação de trabalhos científicos; debates sobre os rumos da defesa sanitária nacional; da defesa das fronteiras do Brasil; debate sobres as principais pragas e doenças e sobre quais os rumos para a certificação internacional.

É um grande momento para o Estado que está se credenciando cada vez mais entre os grandes produtores do Brasil. “Esse evento vem coroar um trabalho repleto de êxitos junto a defesa agropecuária de todo o Brasil”, finalizou o diretor geral da Adepará, Mário Moreira.

Transmissão ao vivo aqui no Ruralbook: http://ruralbook.tmp.k8.com.br/cnda/

Fonte: Ascom/Adepará – Christina Hayne

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Defesa Agropecuária Pecuária

Pará é reconhecido como estado livre de febre aftosa com vacinação

18/08/2013 11h46 – Atualizado em 18/08/2013 13h200,,69770693,00

Estado possui o quinto maior rebanho do país, com 19 milhões de cabeças.
Portaria que oficializa certificação foi assinada neste domingo, 18.

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Produtores rurais devem adquirir a vacina para imunizar o rebanho (Foto: Lenito Abreu/Ascom Adapec)Pará possui o quinto maior rebanho do país, com 19 milhões de cabeças de gado (Foto: Lenito Abreu/Ascom Adapec)

O Pará foi declarado estado livre da febre aftosa com vacinação na manhã deste domingo (18), durante a 47ª Feira Agropecuária de Paragominas, no sudeste paraense. A portaria que oficializa a certificação foi assinada pelo ministro da Agricultura, Antônio Andrade, no evento que contou ainda com a presença do governador do Pará, Simão Jatene, de secretários, políticos e representantes do setor produtivo.

O estado tem o quinto rebanho do país, com 19 milhões de cabeças, ficando atrás dos estados de Mato Grosso, Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso do Sul. Desde 2000, o governo vem lutando contra a aftosa no estado. A criação da Agência de Defesa Agropecuária do Pará (Adepará), em 2002, também foi decisiva no combate à doença, pois intensificou a fiscalização sobre a vacinação do rebanho. Atualmente, a agência está entre as dez melhores na defesa agropecuária do Brasil.
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Ministro da Agricultura anuncia mais oito estados livres da febre aftosa

“A qualidade da defesa agropecuária do Estado reflete na economia e na abertura de novos mercados, interno e externo. Em 2012, o total de bovinos e bubalinos exportados vivos foi de 388.188. Com o reconhecimento nacional de status livre de aftosa com vacinação, esse cenário tende a melhorar”, avalia o diretor geral da Adepará, Mário Moreira.

Uma das prioridades do governo no segmento é acabar com o abate clandestino de carne no estado, meta que deve ser alcançada com a decisão do governo estadual de construir 36 novos abatedouros em diversas cidades, até o fim de 2014. O investimento é estimado em cerca de R$ 24 milhões.

Para garantir a implantação desses matadouros, de baixo custo, para os municípios, com capacidade de abate de 20 a 50 cabeças diárias, a Adepará está orientando as prefeituras a garantir a implantação do Serviço de Inspeção Municipal (SIM), que passa pela criação e aprovação da lei municipal de inspeção.
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Paragominas

Do G1 PA

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Adepará combate comércio clandestino de aves

Para evitar o comércio clandestino de aves vivas dentro do Estado, a Agência de Defesa Agropecuária do Pará (Adepará) está realizando o recadastramento dos estabelecimentos de distribuição e comercialização das aves. A medida integra o plano de ação que está sendo implantado pela Agência de Defesa para o desenvolvimento do Pará em relação ao Programa Nacional de Sanidade Avícola (PNSA).

RTEmagicC_frangos.jpg_0A Adepará detectou que muitas aves entravam no Pará com desvio de finalidade e rota. As aves eram encaminhadas para aglomeração, mas estavam sendo abatidas de forma ilegal, fora dos padrões sanitários exigidos, ocasionando risco eminente à população consumidora do produto, informou o diretor operacional da Adepará, Sálvio Freire.

“Esclarecemos que em nenhum momento embargamos ou restringimos o comércio de aves vivas. Estamos realizando o processo de recadastramento porque a Adepará detectou que muitas aves, independente de Estado, entraram no Pará de forma irregular. É a alternativa para evitar abates em estabelecimentos que não apresentam mínimas condições sanitárias e higiênicas”, frisou o diretor operacional.

Informa ainda que os produtores do ramo da avicultura comercializam normalmente com os municípios de Marabá e Tucuruí, por exemplo, porque estão em condições mínimas de atendimento. A entrada de aves vivas para confinamento e comercialização não está impedida com origem de outros estados com status sanitário igual ou superior na classificação do PNSA. No caso de comercialização de aves adultas, o destino será para estabelecimentos de abate registrados nos órgãos oficiais de fiscalização e inspeção; para estabelecimentos de distribuição e comercialização recadastrados, autorizados pela Adepará.

“Estamos fazendo o levantamento de todos os estabelecimentos para normatizar a situação. Qualquer Estado está autorizado a enviar aves seja com encaminhamento de aglomeração, bem como as demais finalidades. Repetimos, a atenção da Adepará é para que não haja desvio de finalidade ou rota”, reforçou Freire.

A atualização e autorização dos pontos de distribuição de aves vivas estão sendo efetivadas conforme demanda, por meio do requerimento de cada distribuidor e de acordo com as documentações e estruturações necessárias apresentadas pelas empresas. Ação que visa ainda, a parceria com o Ministério Público Estadual e órgãos da Vigilância Sanitária Municipal para repetir o resultado do combate ao abate clandestino de bovinos, por exemplo, nos últimos três anos, já interditaram mais de 100 estabelecimentos e contribuíram para ampliação de estabelecimentos de abates de matadouros frigoríficos, que saltou de 6 para 13.

Fonte: Ascom / Adepará