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Resultado 1ª Etapa CATR, Haras São Francisco – Acará – PA


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Foi um sucesso a 1ª prova do CATR – Circuito Amigos do Team Roping realizado neste último sábado dia 30/04/16.

O Haras São Francisco em Acará abriu as porteiras para que os competidores pudessem desfrutar do maravilhoso e confortável recinto. Pista coberta, Baias, Quiosques e Apartamentos para competidores e visitantes, estrutura de bar e muito mais.

Estivemos presentes cobrindo todo evento e podemos notar toda estrutura do Haras. Além de nós, ruralbook, participaram da exposição de produtos, Stand´s, Selaria Nogueira e PipoPet. Competidores de Marabá, Imperatriz, Paragominas, Irituia, Castanhal, Benfica, São João da Ponta, Inhangapí e outros, vieram participar dessa grande festa.

Os campeões da 1ª Etapa CATR:

  • 1º – Narciso e Armando
  • 2º – Moisés e Ademir
  • 3º – (Reservado) Adriano Balla e Fantito
  • 4º – Rodrigo Sales e Neguinho do Farol

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Próxima etapa vem ai. Aguardem!!

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Cabeceiro e pezeiro; conheça os termos e as regras da modalidade Team Roping – Blog do Eugênio José


Crédito: JustASC / Shutterstock.com
Crédito: JustASC / Shutterstock.com

A prova do laço em dupla (Team Roping), assim como a individual, tem origem no trabalho diário nas fazendas em relação aos cuidados com o gado. Para dominar o animal, o laçador joga a corda na cabeça do bovino (para evitar chifradas), enquanto outro lança a corda nos pés (para evitar o coice).

No rodeio, essa atividade acontece da mesma forma, mas em um formato esportivo. Para derrubar um animal de 250 quilos são necessários dois peões. Daí a origem da dupla.

O cavaleiro montado no cavalo, responsável por laçar a cabeça (cabeceiro), se posiciona em um box à direita do brete, de onde sai o bovino.

Na sequência, o novilho é solto. O peão sai em galope a fim de laçá-lo pela cabeça. Concluída essa parte, o atleta enrola o laço no “pito” da sela, preparando o trabalho para seu parceiro, responsável por laçar os pés (pezeiro).

Com a finalidade de manter uma linha de largada, coloca-se uma corda na frente do cavaleiro, como se fosse uma barreira, quebrada pelo bezerro ao sair do brete. Se o competidor antecipar a barreira (como avançar um sinal vermelho no trânsito), receberá um acréscimo de dez segundos no tempo final. Se o pezeiro laçar um em vez dos dois pés do animal, serão acrescentados cinco segundos no tempo final. A prova é cronometrada e vence a dupla que laçar o animal no menor tempo possível.

Fonte: Blog do Eugênio José

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Estudo revela que cavalos podem reconhecer as emoções humanas

Os cavalos podem reconhecer as diferentes expressões faciais humanas e distinguir emoções como a alegria e raiva, segundo revelou um estudo da Universidade de Sussex.

No experimento, cujos resultados foram publicados na revista “Biology Letters”, os pesquisadores analisaram a reação de 28 cavalos após mostrar fotografias com o rosto de um homem que demonstrava tanto sentimentos positivos como negativos.

cavalo_sorrindo[1]A co-diretora da pesquisa, Amy Smith, explicou que “o principal resultado foi descobrir que olhavam (os rostos raivosos) através do olho esquerdo”. Como todos os cérebros de mamíferos, a informação que recebem por esta via ocular é transmitida ao hemisfério direito, que é o encarregado de processar os “estímulos negativos”.

Os cientistas também descobriram que o ritmo cardíaco destes animais aumentava de forma significativa quando ficavam expostos perante rostos de ira ou raiva; e que outras espécies, como os cachorros, contemplam as ações negativas por meio do olho esquerdo.

Como apontou Smith, os cavalos manifestavam uma “resposta mais forte perante expressões negativas do que positivas”, o que se deve à importância “de reconhecer possíveis ameaças em seu entorno”.

“Reconhecer caras de raiva se transforma em um sistema de alarme que permite aos cavalos se antecipar a comportamentos humanos negativos”, ressaltou a investigadora.

Para os cientistas, o reconhecimento das emoções das pessoas se encontra na domesticação, que teria permitido aos equinos se adaptar e interpretar a conduta de homens e mulheres.

Os pesquisadores apontaram que seus resultados demonstram o “impacto” que o comportamento humano tem sobre estes animais.

Fonte: Globo Rural

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Promotores de provas de rodeios esperam crescimento no Brasil

Promotoras de provas em rodeios pelo Brasil acreditam em crescimento neste ano. Dirigentes dessas empresas negociam com patrocinadores e representantes de locais que podem ser sedes de etapas da temporada e garantir a mistura de atividade agropecuária, esporte e entretenimento que movimenta milhões país afora.

A Liga Nacional de Rodeio (LNR), por exemplo, espera crescer algo em torno de 30% em relação a 2015 e pretende ampliar seu campeonato. No ano passado, foram 30 etapas, com a decisão em Barretos (SP), onde é feita a mais tradicional festa de peões de rodeio no Brasil.

06977703800[1]Criada em 2004, a LNR tem no sudeste o seu principal mercado, mas está em pelo menos nove estados, entre eles Acre, São Paulo, Rio de Janeiro, Mato Grosso e Pará. O diretor da empresa, Marcos Abud Wohnrath, negocia competições em Tocantins e Rondônia. “O ano passado foi ruim para os promotores de eventos. Este ano começou mais promissor. Creio que vou crescer. Entre 35 e 40 etapas, está de bom tamanho. Se ficar grande demais, pode perder o controle”, analisa.

Otimista, Wohnrath acredita que o desempenho do agronegócio deve se manter positivo e estimular a presença das pessoas em eventos que busquem refletir a cultura rural, caso dos rodeios. Ele não omite números. Em média, um evento pode custar até R$ 3 milhões, dependendo de variáveis como local, expectativa de público e bilheteria, estrutura para os competidores e, eventualmente, shows com artistas consagrados. O ganho médio pode chegar a R$ 500 mil.

Touros de rodeio vivem ascensão e queda

Outro fator que motiva o executivo da LNR é uma parceria fechada em abril do ano passado com o rodeio The American, nos Estados Unidos. Com isso, os melhores competidores do circuito no Brasil poderão disputar a prova. O negócio, primeiro em nível internacional, já levou a LNR a diversificar, conta Wohnrath. Antes restrita à montaria em touros, incluiu modalidades como laço e três tambores, também realizadas no evento norte-americano.

Em 2015, dois atletas de montaria em touros – Edevaldo Ferreira, de 34 anos, e Ramon Rodrigues, de 25 – garantiram vagas para o The American deste ano, que será realizado ainda neste mês, no Texas. Outros cinco competidores de laço estarão entre os representantes brasileiros. Em sete modalidades, serão distribuídos US$ 2 milhões em premiações.

Wohnrath afirma que a parceria não tem prazo de validade e, a partir do calendário estendido de seu circuito ano Brasil, pretende ampliar também a presença no evento internacional. Só na montaria em touros, espera carimbar os passaportes de pelo menos cinco peões.

Americanos no Brasil

Empresa que promove montarias em touros em pelo menos cinco países, a Professional Bull Riders (PBR) tem no Brasil a maior oportunidade de mercado fora dos Estados Unidos, onde está sediada. Ainda neste mês, o CEO mundial, Jim Haworth, estará no país para iniciar a temporada deste ano. A agenda prevê encontros com possíveis patrocinadores e investidores, de acordo com a assessoria da PBR Brasil.

Criada em 1992, a PBR desembarcou em 2006 no território brasileiro e leva seus eventos para arenas de Minas Gerais, São Paulo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e Paraná. Os resultados conquistados pelos peões podem carimbar seus passaportes para a final mundial da PBR, nos Estados Unidos, com premiação em torno de US$ 1 milhão para o campeão.

Nove brasileiros já conquistaram o título em 22 finais mundiais, entre eles Adriano Moraes, vencedor em três ocasiões (1994, 2001 e 2006) e hoje diretor de competições da PBR Brasil. Ednei Caminhas (2002), Guilherme Marchi (2008), Renato Nunes (2010) e Silvano Alves, também três vezes (2011, 2012 e 2014) são os outros peões do país campeões mundiais pela empresa norte-americana.

Para a PBR Brasil, a visibilidade dada a atletas como esses é que tem ajudado do esporte a crescer e a marca da empresa norte-americana a se fortalecer no país. “A imagem da modalidade atingiu milhares de pessoas dentro e fora do público específico”, diz, em comunicado, a presidente no Brasil, Martha Cajado. O calendário de 2016 da divisão principal da PBR Brasil deve ser aberto em Londrina (PR).

Fonte: Globo Rural

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CPI dos Maus-Tratos de Animais encerra trabalhos sem restrição a rodeios

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Maus-Tratos de Animais encerrou seus trabalhos, com a conclusão da análise do relatório final e aprovação de três destaques ao texto. Os deputados rejeitaram trecho do relatório que pedia o fim das vaquejadas, rodeios e clubes do laço no país por causarem sofrimento a animais.

A recomendação de proibição foi retirada do texto sob o argumento de que essas práticas movimentam a economia em diversos municípios do interior do país e que estão incorporadas às tradições culturais do meio rural brasileiro.

141203055450[1]Apresentado no final do ano passado, o relatório do deputado Ricardo Tripoli (PSDB-SP) recomendava a aprovação de um projeto de sua própria autoria, que proíbe essas práticas no país. A proposta tramita na Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara.

Também foram retirados do relatório final a criação de novas regras para inspeção de abate humanitário de animais e a permissão para abate de jumentos. Tripoli propôs uma série de ações para regulamentar o primeiro e proibir o segundo.

Destaque apresentado pelo deputado Newton Cardoso Jr (PMDB-MG) pediu a retirada dos trechos sob a alegação de que já existe uma norma do Ministério da Agricultura (Instrução Normativa 3/00) com regras para o abate humanitário.

Com mais de 500 páginas, o relatório final faz três indicações principais: a aprovação de projetos de proteção a animais em tramitação no Congresso; recomendações a várias entidades, como zoológicos e governos; e a solicitação ao Ministério Público do indiciamento de 13 pessoas que comprovadamente praticaram maus-tratos.

Fonte: Globo Rural