Soja parou de subir: Hora de vender?

Soja importada pelas multinacionais vieram com preços bem próximos aos brasileiros

A equipe de analistas da Consultoria TF Agroeconômica chama a atenção que os preços estão andando de lado tanto no Brasil como nos Estados Unidos. “Não precisamos comentar: Atenção para os gráficos do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz ESALQ/USP) e da [Bolsa de] Chicago (CBOT) e tire as próprias conclusões: não seria hora de vender mais um pouco?”, questionam os especialistas de mercado.

 

A TF Agroeconômica relembra que a multinacional de agronegócio e alimentos Bunge já trouxe 90 mil toneladas de soja uruguaia para o Porto de Rio Grande (Rio Grande do Sul) e Dreyfus (outra das maiores tradings de grãos mundiais) embarcou no final de semana 38 mil toneladas de soja norte-americana para o Porto de Paranaguá. “Todos com preços bem próximos aos preços brasileiros, fixando um teto para as altas daqui para frente”, apontam os analistas.

Além disso, reforça a Consultoria TF, as associações de aves e suínos do Rio Grande do Sul já falam em “dificuldades em absorver os preços do farelo e anunciaram menor alojamento de aves e abate mais cedo de suínos, sem novas coberturas em matrizes, para diminuir a demanda por ração”. Segundo os especialistas de mercado, isso significa redução da demanda por soja a curto prazo”.

“Por outro lado, como o Biodiesel não sobe todo dia, é por leilão, a saída era no farelo, mas farelo está dando para trás”, acrescenta a equipe da Consultoria TF Agroeconômica.

Um último fator a considerar é que os Sul, os mapas de previsão do tempo e clima voltam a chamar a atenção, com potencial de escassez de água em regiões produtivas do Brasil e da Argentina em meio ao desenvolvimento do plantio.

Fonte: Agrolink

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