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Pandemia gera incerteza para feiras do agronegócio em 2020, diz presidente da Agrishow

Principal evento do setor, que movimentou cerca de R$ 3 bilhões em 2019, foi cancelado neste ano e remarcado para 2021.

Público confere novidades para o agronegócio expostas na Agrishow 2019, em Ribeirão Preto, SP — Foto: Érico Andrade/G1
Público confere novidades para o agronegócio expostas na Agrishow 2019, em Ribeirão Preto, SP — Foto: Érico Andrade/G1

cancelamento da Agrishow 2020, maior feira agrícola do país e que movimentou R$ 3 bilhões em 2019, por causa do novo coronavírus cria um cenário incerto para os eventos do agronegócio neste ano.

Desde meados de março, diversas feiras do setor suspenderam a realização nas datas previstas por conta da pandemia. A Agrishow, que é realizada em Ribeirão Preto (SP), foi a primeira grande a adiar sua edição, que começaria no fim de abril.

A decisão de cancelar a edição deste ano foi anunciada no último dia 1º. Segundo Francisco Matturro, presidente da Agrishow, a incerteza sobre a estabilização da pandemia foi o principal motivo. “O quadro está absolutamente indefinido”, disse ao G1.

“As empresas foram se desmobilizando desde o primeiro adiamento da feira (em março). Não tem como movimentar mais de 800 expositores, cerca de 6 mil trabalhadores sem ter a certeza da realização da feira”, diz o presidente da feira que levou cerca de 160 mil visitantes em 2019.

Agrishow exibe tratores, colheitadeiras, softwares, pulverizadores e outros equipamentos para facilitar o trabalho no campo — Foto: Érico Andrade/G1
Agrishow exibe tratores, colheitadeiras, softwares, pulverizadores e outros equipamentos para facilitar o trabalho no campo — Foto: Érico Andrade/G1

ExpoZebu, outro grande evento do setor, focado em pecuária e realizado em Minas Gerais, seguiu o mesmo caminho e, depois, em abril, decidiu cancelar a edição 2020. O mesmo ocorreu com a Bahia Farm Show, em Luís Eduardo Magalhães, um pólo da soja e do algodão.

Ano ‘perdido’

Matturro, da Agrishow, vê 2020 como um ano “perdido” para eventos do agronegócio.

“O país precisa entrar na ‘zona verde’, e aí vamos ter um novo normal e novas regras para realização de eventos. Eu vejo pouca possibilidade de se fazer grandes feiras a céu aberto neste ano.”

“O que eu desejo e espero é ter uma grande feira (em 2021). Vamos seguir todas as regras sanitárias que forem impostas. Nosso desejo é organizar a maior Agrishow da história no próximo ano.”

No segundo semestre, uma outra grande feira do setor, a Expointer, no Rio Grande do Sul, está mantida, em data a ser definida.

“A Expointer 2020 está mantida, com data limite de realização até o fim de setembro. O novo calendário será definido pelas Secretarias da Agricultura e Saúde, em conjunto com as entidades co-promotoras da tradicional feira, que neste ano celebra os 50 anos do Parque Estadual de Exposições Assis Brasil, em Esteio”, disse a organização em nota divulgada no último dia 5 de maio.

Governador MG Romeu Zema Expozebu ABCZ Uberaba 2019 — Foto: Alysson Oliveira/Divulgação
Governador MG Romeu Zema Expozebu ABCZ Uberaba 2019 — Foto: Alysson Oliveira/Divulgação
Bahia Farm Show 2018 — Foto: Divulgação
Bahia Farm Show 2018 — Foto: Divulgação
Parque de Exposições Assis Brasil, sede da Expointer, no Rio Grande do Sul — Foto: Divulgação/Seapdr
Parque de Exposições Assis Brasil, sede da Expointer, no Rio Grande do Sul — Foto: Divulgação/Seapdr

Fonte:  Rikardy Tooge, G1

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Eventos do Agronegócio

Agrishow 2020 é cancelada e organização confirma próxima edição para abril de 2021

Feira já havia sido adiada em março por causa da pandemia de coronavírus

(Foto: Divulgação/Agrishow)

Maior feira de tecnologia agrícola da América Latina, a Agrishow 2020 foi oficialmente cancelada por conta da pandemia do coronavírus. A organização informou na tarde desta quinta-feira (4/6) que a 27ª edição será realizada entre 26 e 30 de abril de 2021.

No ano passado, a Agrishow recebeu 159 mil pessoas e movimentou R$ 2,9 bilhões, 6,4% a mais do que em 2018. De acordo com a Informa Markets, organizadora da feira, o grande entrave é que a realização só poderia ocorrer em 16 de agosto e estaria condicionada à reabertura das atividades econômicas em Ribeirão Preto Os organizadores também informaram que a feira só seria liberada caso “não houvesse nenhum retrocesso neste cronograma em virtude do aumento dos casos de Covid-19 na região ou mesmo comprometimento do número mínimo de leitos disponíveis, o que são variáveis incontroláveis”.

Outro problema é o tempo de montagem da Agrishow, que leva cerca de 40 dias. “É uma feira que reúne cerca de 800 marcas expositoras, sendo que boa parte dos equipamentos expostos são de grande porte. Isso demanda tempo de preparação e muitas vezes liberação alfandegária, bem como um longo período de planejamento minucioso para que esses equipamentos sejam expostos no evento”, disse a organização, em nota.

Impacto no setor

Segundo o presidente da Agrishow, Francisco Matturro, o cancelamento da feira é uma perda para o setor em 2020. “Todos nós vamos perder alguma coisa. Em primeiro lugar, o bom contato que se faz em uma feira como a Agrishow. O agricultor trocando informações com os técnicos e as marcas expondo os novos produtos, máquinas e equipamentos”, afirmou.

Outro impacto é na venda de máquinas agrícolas, que deve cair mais de 10% no ano segundo a Câmara Setorial de Máquinas e Implementos Agrícolas (CSMIA) da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq). Para Matturro, porém, o prejuízo pode ser menor do que o esperado, apesar do cancelamento de várias feiras.

“Em relação ao volume de negócios, temos que esperar para o que vai acontecer. O agro não parou, os supermercados estão supridos, o câmbio também favorece. (Uma retração) de 10% parece algo razoável”, afirmou.

Embora evite fazer uma estimativa sobre o volume de negócios para 2021, o presidente da Agrishow acredita em um bom desempenho para a feira. “Creio que haverá uma curiosidade. O agricultor ou o visitante fica curioso em ver a feira e poderemos ter um volume de negócios ainda maior do que teríamos neste ano”, analisou.

Fonte: Globo Rural

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Agronotícias

Agrishow 2020 será adiada

Nova data ainda não foi divulgada
Na manhã desta terça-feira (17.03), a organização da Agrishow divulgou nota oficial sobre o adiamento do evento. A Feira estava marcada para os dias 27 de abril a 01 de maio.

Veja abaixo na íntegra a nota oficial divulgada

Diante da pandemia do coronavírus e seguindo as orientações da Organização Mundial da Saúde, do Ministério da Saúde e do Governo do Estado de São Paulo, a direção da Agrishow 2020 informa que a feira será postergada.

Tão logo haja definição de uma nova data, comunicaremos publicamente a decisão.

Reposts: Agrolink

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Eventos do Agronegócio

Negócios na Agrishow crescem 6,4% e alcançam R$ 2,9 bilhões

Completando 25 anos de sucesso, a Agrishow 2019 – Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação, encerrada nesta sexta-feira (3/5), registrou uma alta na realização de negócios entre expositores e compradores de cerca de 6,4% em relação ao ano passado, o que representa um volume de R$ 2,9 bilhões. Por segmento, a intenção de compra de máquinas é: grãos, frutas e café (+5%), pecuária (+4%), irrigação (+35%) e armazenagem (-13%). Em termos de visitação, a Agrishow 2019 recebeu um total de 159 mil pessoas, em sua maioria, compradores e produtores rurais de pequeno, médio e grande porte, provenientes de todas as regiões do País e também do exterior.

Para João Carlos Marchesan, presidente do Conselho de Administração da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ), essa foi a melhor Agrishow dos últimos dez anos. “Tivemos a presença do presidente da República, do governador e de vários ministros de Estado. Com a Agricultura 4.0, vivemos uma verdadeira revolução, através da robótica, inteligência artificial, internet das coisas que, embarcadas nas máquinas e implementos, estão mudando significativamente o cotidiano do agronegócio e a produtividade no campo”, disse Marchesan.

“Em seu Jubileu de Prata, a Agrishow 2019 fortaleceu, ainda mais, sua reputação de importante feira do agronegócio em nível mundial. Neste ano, esteve em destaque a conectividade e a tecnologia como aliadas para aumentar a produtividade e eficiência no campo e a incorporação de importantes segmentos da cadeia produtiva, como a área de insumos”, afirma Francisco Matturro, presidente da Agrishow.

A 20ª Rodada Internacional de Negócios reuniu 15 compradores, procedentes da Argentina, Austrália, Chile, Colômbia, Etiópia, México, Nigéria e Peru, com 52 empresas brasileiras, em uma ação de promoção comercial que resultou em mais de US$ 32.926 milhões, entre negócios fechados e futuros para os próximos 12 meses. Esse valor representa alta de 60% em relação à mesma ação realizada na Agrishow 2018. Denominada Projeto Comprador, a Rodada Internacional de Negócios foi organizada pelo Programa Brazil Machinery Solutions, uma parceria entre a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e a ABIMAQ.

A próxima edição da Agrishow será promovida de 27 de abril a 1 de maio de 2020.

Fonte: Noticiasagricolas

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Eventos do Agronegócio

Bolsonaro abre oficialmente hoje em Ribeirão Preto a Agrishow 2019

O presidente Jair Bolsonaro é esperado na manhã desta 2ª feira (29) em Ribeirão Preto para abrir, a partir das 10hs, a edição 2019 da Agrishow, um dos três mais importantes eventos do agronegócio mundial.

Segundo nota à imprensa, divulgada na última sexta feira, o presidente confirmou sua viagem à Ribeirão Preto e estará acompanhado dos ministros Tereza Cristina, da Agricultura, e Ricardo Salles, do Meio Ambiente (Da Redação, 29/4/19)


PIB do agronegócio cai, mas Agrishow acredita em otimismo contagiante

Feira agrícola tem previsão de alcançar R$ 3 bi em intenções de negócios.

As principais culturas produzidas no país chegam à Agrishow (Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação) em meio a momentos antagônicos, com dúvidas e incertezas de um lado e perspectivas positivas de outro.

A feira agrícola será aberta nesta segunda-feira (29) em Ribeirão Preto (a 313 km de São Paulo) com previsão de alcançar R$ 3 bilhões em intenções de negócios até sexta-feira (3) e ser a de melhor faturamento da história. Em 2018, movimentou R$ 2,7 bilhões.

Mas nem tudo vai bem no campo. Enquanto a soja vive bons preços internacionais devido à cotação do dólar (perto de R$ 4) —colheitadeiras de grãos são os produtos mais caros na feira agrícola— e a cana-de-açúcar busca se beneficiar com a subida do preço do barril do petróleo, o café enfrenta o oposto e a laranja ainda não tem real noção de como será o ano.

O otimismo não é geral também porque as expectativas de crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) foram revistas para baixo.

O PIB do agronegócio, segundo pesquisas do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, em parceria com a CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil), apresentou ligeira queda de 0,15% em janeiro. A retração esteve ligada ao resultado de -0,6% da pecuária.

“No geral, a perspectiva é favorável. O otimismo contamina, pode trazer boas surpresas [em negócios]”,  disse Marcos Fava Neves,  docente da USP (Universidade de São Paulo) e da FGV.

A cana, em sua avaliação, pode ter alta nos preços devido ao deficit na produção mundial de açúcar e à subida do preço do barril de petróleo, que na última semana superou os US$ 75 pela primeira vez desde outubro e pode estimular uma safra ainda mais alcooleira no Brasil.

“Pode ter alguma reversão dependendo do balanço mundial de açúcar, da próxima safra, em setembro, mas a chance de migrar passa a ser pequena”, disse Antonio de Padua Rodrigues, diretor técnico da Unica (União da Indústria de Cana-de-Açúcar).

Já o café enfrenta excesso de produção e não há perspectivas de que os preços se recuperem em curto prazo. O preço da saca de 60 quilos, que chegou a ser de R$ 550 no início de anos anteriores, atualmente não chega a R$ 390.

Tanto que, no sábado (27), a secretária da Agricultura de Minas Gerais, Ana Maria Soares Valentini, pediu à ministra Teresa Cristina (Agricultura) que ajude o estado a enfrentar a crise no setor.

“Mais de 500 municípios mineiros têm a cafeicultura como principal atividade econômica e os baixos preços de mercado têm colocado nossos produtores, especialmente nossos pequenos produtores, em grande situação de dificuldade econômica. Confio na sensibilidade da nossa querida ministra para nos auxiliar”, disse.

Já a citricultura ainda não sabe ao certo como será 2019 —aguarda a divulgação da previsão de safra do Fundecitrus, em maio—, mas projeta investimentos devido ao retrospecto recente. “O setor deve investir, porque os últimos três anos foram bons para a citricultura”, disse o diretor-executivo da CitrusBR (Associação Nacional dos Exportadores de Sucos Cítricos), Ibiapaba Netto.

A citricultura tem como característica usar tratores pequenos, o que significa que a Agrishow poderá ser importante para quem busca renovar seu parque de máquinas.

Na avaliação de João Carlos Marchesan, presidente da Abimaq (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos), uma das realizadoras da Agrishow, o país vive no geral um momento positivo na economia do agronegócio e isso se refletirá nos negócios da feira.

A Agrishow é realizada em uma área de exposição de 21,5 alqueires, o equivalente a 72,8 campos de futebol padrão Fifa. O evento agrícola projeta reunir mais de 150 mil pessoas, entre eles estrangeiros de 80 países (Folha de S.Paulo, 29/10/18)

Fonte:Brasilagro

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Eventos do Agronegócio

Agrishow projeta alta de 10%

Áreas novas, lançamentos e tecnologias são atrações para o público e negócios

Com projeção de elevar o volume de negócios em 10% em relação à edição de 2018 (que foi de R$ 2,7 bilhões), entre os dias 29 de abril e 3 de maio estará aberta a 26ª Agrishow, em Ribeirão Preto/SP. A maior feira de tecnologia agrícola do país chega com otimismo de bons negócios e público. São esperados 159 mil visitantes, de 83 países. As mais de 800 marcas irão apresentar as inovações em máquinas, implementos e tecnologias diante de fatores como a safra de grãos,  que deve ser a segunda maior da história (233,2 milhões de toneladas) e a projeção de aumento de 10,9% na venda de máquinas, de acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq).

A feira, que é termômetro para o setor agropecuário, tem 520 mil metros quadrados de área e este ano uma das grandes novidades é a presença de sete startups direcionadas ao segmento para mostrar tecnologias de última geração que irão contribuir para a conectividade e para a produtividade no campo.

O Portal Agrolink conversou com o presidente da Agrishow, Francisco Matturro.

“Estaremos com uma estrutura melhor para atender os visitantes como maior número de banheiros e restaurantes para evitar as filas, tem uma área nova voltada para sementes, fertilizantes, defensivos e hortifrúti e uma área totalmente nova de conectividade. As entidades organizadoras estão muito otimistas. Teremos o que há de melhor em lançamentos globais sendo feitos na Agrishow porque é esse momento que as marcas esperam. Tudo está sendo finalizado e segunda-feira bem cedo começar a receber o público”, destaca.

Entre as autoridades confirmadas para a abertura estão o presidente Jair Bolsonaro, a ministra da Agricultura Tereza Cristina, o presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária, presidente da Frente Parlamentar da Indústria de Máquinas e Equipamentos , que estarão representando todo o parlamento e no dia seguinte (30 de abril) a Frente Parlamentar Agropecuária fará a reunião de trabalho, que sempre acontece em Brasília, na Agrishow,

Fonte: Agrolink

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Eventos do Agronegócio

Plano Agrícola e Pecuário 2016/2017 é tema de debate na abertura da Agrishow 2016, em Ribeirão Preto (SP) – Canal do Produtor


Brasília (25/04/2016) – Uma das maiores e mais importantes feiras do setor agropecuário da América Latina, a Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação (Agrishow 2016), foi aberta em solenidade na manhã desta segunda-feira, (25/04), em sua 23ª edição, com a presença de vários representantes de entidades públicas e privadas, entre elas o Presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), João Martins. O evento ocorre até a próxima sexta-feira (29/04), em Ribeirão Preto (SP). A expectativa dos organizadores é de atrair um público de 160 mil pessoas, inclusive visitantes de mais de 70 países.

Durante a coletiva de imprensa na abertura do evento, o Presidente da CNA comentou sobre a decisão da Confederação em ouvir as bases para construir uma proposta para o próximo Plano Agrícola e Pecuário. Segundo ele, é muito importante receber sugestões de forma regionalizada, respeitando os diferentes sistemas de produção existentes no Brasil. Nas audiências, foram ouvidas sugestões de 14 entidades representativas do setor agropecuário das cinco regiões do país.

Para o Presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), Carlos Pastoriza, o Plano 2016/17 está “tecnicamente” bem encaminhado. Faltando apenas a chancela do governo.

Também o vice-presidente da Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG), Francisco Matturro, disse estar tranquilo em relação aos recursos do atual Plano Safra. Para ele não há problema com financiamentos, considerando que todos os recursos estão com taxas de juros na faixa de 7,5% que é bastante competitivo, comparadas com as do restante do mercado.

Otimismo – Os organizadores e promotores da Agrishow 2016 demonstraram otimismo em relação às perspectivas de negócios, em função da manutenção das condições gerais de financiamento e também da consolidação do agronegócio como principal sustentáculo da econômica do País. Para o Presidente da Agrishow e presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo, Fábio Meirelles, o ganho de produtividade que a agropecuária conquistou ao longo dos anos permitiu a geração de empregos e alimentar a população brasileira e ainda conquistar o mercado internacional.


Fábio Meirelles, Presidente da Agrishow e da FAESP / Foto: Pierre Duarte/Ed. Globo

A abertura do evento também contou com a presença do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, do ministro da Defesa, Aldo Rebelo, da prefeita de Ribeirão Preto, Dárcy Vera, e do secretário de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, Arnaldo Jardim.

Feira – Ocupando uma área de 440 mil m², a Agrishow 2016 contará com a Rodada Internacional de Negócios, organizada pelo Programa Brazil Machinery Solutions, uma parceria entre a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e Abimaq, e as Demonstrações de Campo, que têm início no segundo dia de evento (26/04, terça-feira).

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