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Armando Soares #46: Instrumento pernicioso

Um país que tem uma constituição como a do Brasil não pode se desenvolver, não pode ter segurança, não pode ter uma economia saudável, não pode ter uma boa justiça funcionando, não pode conter bandidos e assassinos com um povo desarmado, não pode ter ordem e instituições funcionando.  

A constituinte brasileira que reuniu todo o lixo político e comunista expulso pelos militares, ao qual se juntaram os políticos demagogos, ambientalistas, representantes de países estrangeiros, intelectuais e religiosos vermelhos, criou uma constituição de 88 que levou o Brasil a sua atual crise. A política ambiental que impede o desenvolvimento e persegue quem produz; a política trabalhista que é outra barreira para o desenvolvimento; as invasões de propriedades urbanas e rurais que caracterizam a ausência de autoridade e o desrespeito à lei; a lei do desarmamento que facilitou o domínio da bandidagem; a perseguição do Estado a quem produz, trabalha e gera renda; enfim todos os problemas que atazanam a vida dos brasileiros e prejudicam o desenvolvimento do país têm origem na constituição. A limpeza ideológica realizada pelos militares para salvar o Brasil do comunismo foi destruída pela constituição de 88, o que nos leva a admitir que, diante do avanço do comunismo/socialismo, e do avanço da crise institucional, social, e econômica necessário se faz levar ao poder um nome de político que possa enfrentar com coragem, sem temor a atual crise que se caracteriza pela falta de autoridade, pelo desrespeito à lei e pela fragilidade da justiça, pela total insegurança e total desgoverno.

Se a lei suprema não foi capaz de garantir os direitos fundamentais e regular a ordem econômica e social que gerou a atual crise brasileira tem que ser substituída por outra. Procurar remendá-la é o mesmo que enxugar gelo, é alimentar um tumor destruidor da pátria brasileira. Para essa missão e por tudo o que se assiste dia a dia na televisão e que se acompanha nos porões da política, o político mais indicado para essa missão é Jair Bosonaro que fala a verdade e não tem medo de jornalistas comunistas e do pessoal dos direitos humanos, uma tropa de comunistas que fazem muito mal ao Brasil. O momento brasileiro atual requer homens com coragem de enfrentar toda essa canalha bandida e comunista que ainda está agarrada no corpo estatal. No Congresso Nacional o único político que se destaca, fala a verdade e enfrenta com coragem os bandidos, os comunistas e socialistas e a podridão moral, ética política é o deputado Jair Bosonaro. A turma de comunistas e socialistas comandados por FHC e Lula que tomaram o poder e destruíram a nação tem que ser afastada do poder para que o Brasil tome novos rumos.

É irresponsabilidade e insensatez, é querer muito mal ao povo brasileiro deixar o Brasil chegar aonde chegou deixando que corruptos e bandidos roubassem bilhões ou trilhões de reais, dinheiro do trabalho honesto de brasileiros. Aí está a prova maior, uma constituição chamada cinicamente cidadã, que na prática se transformou em bandida, a grande facilitadora de toda a desgraça dos brasileiros.  Está provado com a crise que sufoca o Brasil, que a atual constituição brasileira é um instrumento pernicioso que deve ser substituída sob o comando de um presidente corajoso, íntegro, democrata e liberal.

Ninguém deve ter medo de falar a verdade, doa a quem doer. A verdade é a salvação do Brasil nesse momento tenebroso e aflitivo.

Armando Soares – economista

e-mail: armandoteixeirasoares@gmail.com  

*Todo conteúdo da postagem é de responsabilidade de seu autor.

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Armando Soares #45: Permissividade e caos

O cotidiano do brasileiro está sempre impregnado com notícias negativas que refletem um Brasil infestado pela imoralidade, estupidez e ignorância. A promiscuidade impera em todo o mundo político e administrativo assistido por uma sociedade sem vitalidade totalmente dominada pelo egoísmo incapaz de reagir a esse cenário imundo com diversas caras.

A permissividade que tomou conta do país resulta do afrouxamento das restrições das normas prescritas de comportamentos sociais relativos às relações sexuais, familiares ou profissionais, à moda, aos espetáculos, às atitudes em público, e em que se configura a institucionalização de novos padrões comportamentais, cenário que gera o caos, a desordem social, econômica, administrativa, política, institucional e moral. Esse cenário brasileiro abominável sob todos os aspectos tem causa e causas. Vamos tentar explicar tudo isso didaticamente. Começando por entender o significado das coisas a que estamos sujeitos.

República é a organização política de um Estado com vista a servir à coisa pública, ao interesse comum. Povo é um conjunto de indivíduos que falam a mesma língua, têm costumes e hábitos idênticos, afinidade de interesses, uma história e tradições comuns. Federalismo é uma forma de governo pela qual vários estados se reúnem numa só nação, sem perderem sua autonomia fora dos negócios de interesse comum. Político é quem trata ou se ocupa de política. Política é um sistema de regras respeitante à direção dos negócios públicos. Governar é obter mando ou poder de administrar e dispor; exercer autoridade. Permissividade se caracteriza pelo afrouxamento das restrições das normas prescritas de comportamentos sociais relativos às relações sexuais, familiares ou profissionais, à moda, aos espetáculos, às atitudes em público, e em que se configura a institucionalização de novos padrões comportamentais. Caos significa grande confusão ou desordem ou loucura.

Vamos verificar como contrariamos tudo a começar pela República Federativa adotada pelo Brasil que não serve a coisa pública, serve aos interesses de políticos corruptos, de comunistas e socialistas e de ambientalistas e indigenistas a serviço de estrangeiros. Povo, não somos um povo, somos aglomerados de pessoas que falam, uns, coisas sensatas, e outros, coisas insensatas contrarias aos interesses de brasileiros, nossos costumes são diferentes, assim como nossos hábitos e com afinidade de interesses diferentes; somos, portanto, aglomerados caóticos sem rumo tudo resultante de uma única causa, uma constituição comunista. Federalismo só existe no nome, o que existe é um amontoado de Estados baratinados, sem autonomia política e econômica em regime de pré-falência. O Político brasileiro se ocupa apenas com seus interesses e com o mamar nas tetas do Estado. Política não é um sistema de regras, mas uma prática de negociatas com dinheiro público. Governar é um objetivo para obter mando ou poder e enriquecer desonestamente com o dinheiro público. Permissividade é um instrumento político usado pelos políticos para facilitar o caos social com a finalidade de tornar o país ingovernável para benefício do corrupto e do domínio de grupos políticos hegemônicos.

Esse cenário real e canhestro tem sua causa principal numa constituição chamada cidadã, sinônimo de socialista/comunista. É dessa constituição que se explica a rebelião da PM no Espírito Santo, no Rio de Janeiro e no Pará, em Altamira; os assaltos e crimes praticados dia a dia de norte a sul e de leste a oeste; as invasões a propriedades rurais e urbanas; a falência da saúde; a falência dos Estados e municípios; a crise econômica; a falência da previdência; a falência do sistema carcerário; as greves políticas do setor público e privado; a ação nociva do sindicalismo fascista; o sistema trabalhista fascista que desemprega e mata as empresas privadas e afasta investidores; a falência do ensino repouso de comunistas que destroem gerações; a criminosa política indigenista e ambiental instrumentalizadas para destruir a soberania nacional e obstaculizarem o desenvolvimento; a suposta política industrial que se dobra a improdutividade e ao custo Brasil; o endividamento sistêmico do Estado brasileiro pelo juros indecente que represa investimentos; a criminosa política fiscal que sustenta um governo mastodonte gastador; a insegurança da sociedade decorrente da ausência de autoridade incapaz de conter a sanha criminosa de bandidos; o desvio das funções da mídia que perdeu o rumo e se coloca contra o desenvolvimento da Amazônia e do Brasil; a crise institucional, moral e ética, para citar apenas os principais. Fechar os olhos para a causa maior da crise brasileira advinda de uma constituição bandida substituindo por reformas mal-acabadas que mantém o status quo é fazer pouco do brasileiro, é tentar jogar o lixo embaixo do tapete.

Eis aí, de forma didática, o problema brasileiro encarado sem subterfúgio. Enquanto esse fantasma não for enfrentado de frente sem temor continuaremos a receber cotidianamente notícias da imoralidade mascarada de solução.

Um lembrete necessário que interessa ao Brasil e brasileiros conscientes, pois se trata de questão do governo mundial que pode jogar o Brasil no limbo planetário. Trecho do artigo de Olavo de Carvalho: “… Aí a simples menção à presença de agentes soviéticos nos altos círculos de Washington é repelida in limine como lenda urbana equiparável a invasão marciana, ou, melhor ainda, ora como fantasiosa “teoria da conspiração”, ora como sólida prova da existência de uma “vasta conspiração direitista”, conforme a denominou a Hillary Clinton num memorável “ato falho” freudiano. A repugnância de tocar no assunto não é de todo ausente entre conservadores e republicanos mais ciosos das boas maneiras que da segurança nacional, mas, obviamente, ela se observa de maneira mais intensa nos círculos “progressistas” e em especial no Partido Democrata. E o motivo é simples: é aí que se encontram os maiores beneficiários e colaboradores da interferência russo-soviética na política americana. Sem a ajuda de organizações comunistas subservientes a Moscou, e mais recentemente de entidades intimamente associadas ao terrorismo islâmico, tipos como Bill e Hillary Clinton, Barack Hussein Obama, Al Sharpton, Loretta Lynch e “tutti quanti” jamais teriam chegado às alturas a que chegaram. ”

Interpretem e entendam quem tiver inteligência e for bem informado.

Armando Soares – economista

e-mail: armandoteixeirasoares@gmail.com

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Armando Soares #44: Tudo tem um começo

Tudo tem um começo na vida, na política, na economia, no social, no administrativo, no institucional. Se o começo é errado, tudo daí para frente vai acompanhar o erro. Consertar o erro para que tudo volte ao normal é uma tarefa difícil, muitas vezes impossível e quando possível acompanhado de muitos problemas e sofrimento.

Um começo de vida errado é prenúncio de constantes problemas e muito sofrimento, para a pessoa e para quem a ele se agrega. Estabelecer uma mudança do rumo tomado é uma tarefa árdua que requer muita paciência e força de vontade. Não é qualquer um que consegue. Assim como acontece com a vida das pessoas, acontece na política e em qualquer atividade. Um começo errado na construção de uma constituição, a lei maior que reflete o pensamento e o modo de viver de um povo pode levar um país a um desenvolvimento acelerado consistente ou a uma estagnação permanente. Nos Estados Unidos da América, por exemplo, a constituição americana garante a propriedade privada; defende os direitos e garantias individuais do cidadão etc… A Constituição americana é uma obra de valor indiscutível no que se trata da criação de um sistema político baseado em um governo estabelecido para garantir o direito de todo homem à vida, liberdade e à busca da felicidade, garantias sustentadas por um modelo econômico capitalista sob a responsabilidade da livre iniciativa.

Vamos passar por cima da história que registra o descobrimento do Brasil um começo com escolhas equivocadas e nos situarmos no período em que se instalou a constituinte, ponto de referência importante para chegar aonde nos interessa, ou seja, se o sistema político e econômico contido na Constituição de 88 criado pelos constituintes que orientam a vida dos brasileiros refletem a vontade dos brasileiros ou a vontade apenas dos constituintes e seus agregados e suas ideologias. A constituinte reuniu gente de toda espécie, com destaque para políticos cassados por desonestidade, comunistas e ambientalistas, o que resultou na criação de uma constituição híbrida, um cruzamento de ideologias diferentes que é a causa principal dos problemas brasileiros. Consertar esse erro é fundamental para que o Brasil possa se desenvolver. Se o desenvolvimento só pode acontecer através da iniciativa privada, como convocar a iniciativa privada com uma política trabalhista fascista e comunista? Com invasões de propriedades privadas rurais e urbanas? Sem defesa dos direitos e garantias individuais? Com o estabelecimento da função social da propriedade privada urbana? Com a garantia da demarcação de terras indígenas que destrói a soberania? Com leis de proteção ao meio ambiente que conflitam com o desenvolvimento? Com um país sem regulamentações e sem segurança? Sem que se crie uma nova constituição que assegure o direito à propriedade efetivamente, que estabeleça como modelo econômico o capitalismo e estimule a livre iniciativa, nenhum governo, por melhor que seja vai tirar o Brasil do buraco e fazê-lo se desenvolver. O erro, portanto, está na constituição, na escolha feita por comunistas, socialistas e políticos corruptos e ultrapassados. O reparo é sofrido, mas não há outro meio de se consertar um sistema político híbrido que gera conflitos sociais, econômicos de toda natureza que impedem o desenvolvimento e a boa qualidade de vida da população.

Começamos mal, portanto, temos que pagar um preço muito alto para corrigir o mal, não há outro caminho. As reformas propostas são paliativas que não resolvem, ao contrário podem ainda agravar mais os problemas. Diante da nossa realidade política, com os quadros existentes, não acreditamos em atitudes racionais e corajosas, mormente quando se tem os três poderes totalmente contaminados por titulares sem a força moral necessária e convicções para tal empreitada.

Quem são vocês? Sou um legislador, um juiz e governante. Não, isto são as suas máscaras! Quem são vocês verdadeiramente? Tirem a máscara e saberemos quem são vocês, e se poderão ajeitar o Brasil e recuperar o tempo perdido imposto por bandidos, comunistas, socialistas, ideólogos e políticos corruptos.

Armando Soares – economista

e-mail: armandoteixeirasoares@gmail.com

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Armando Soares #43: A metanoia do ambientalismo

Todas as tentativas de o homem conquistar e escravizar os seres humanos na Terra fracassaram no passado devido as enormes distâncias que separavam os povos, assim como de meios para tal fim. Essa tentativa está em curso novamente graças ao avanço da civilização que criou tecnologias eficientes para eliminar as distâncias possibilitando que cada ser humano entre os bilhões existentes na Terra em nossos dias possa ser alcançado a todo minuto, dia e noite em fração de segundos ou em menos tempo.

O domínio dessa tecnologia ao invés de ser usado para melhor orientar os povos que ainda vivem na escuridão econômica na maioria da América Latina, na África e em outros povos; ao invés de ser usada para orientar o melhor caminho para adquirir conhecimentos e promover desenvolvimento e qualidade de vida, está sendo usada por grupos políticos e econômicos poderosos para implantar um Governo Mundial que domine a economia, os mercados, a educação a nível global, e todos os povos na Terra. Esse monstro estatal teria como missão entre outras, de acordo com as suas conveniências, o de estabelecer o tamanho de desenvolvimento de cada povo, de cada país e de cada região. Usando o poder da mídia e o uso de tecnologias sutis, o Governo Mundial objetiva operar na transformação fundamental do pensamento e do caráter de agrupamentos subdesenvolvidos transformando-os em obedientes escravos, como aliás já vem acontecendo. Um projeto mundial dessa natureza e grandeza só foi capaz de avançar utilizando algo que sustente ou ameace a vida – o meio ambiente, um instrumento de persuasão eficiente, a mídia e seu poder capaz de disseminar inverdades no subconsciente das pessoas, nas escolas e nas universidades através de professores doutrinados com a nova filosofia comunista ambientalista capitalista, e, naturalmente com apoio de políticos e governantes que vendem a própria alma.

Esse projeto mundialista vem sendo preparado a longo prazo, assim como as técnicas de manipulação psicológicas e sociológicas para serem difundidas no sistema educativo. Portanto, o que está acontecendo no mundo não se trata de um fenômeno espontâneo. Antes da Perestroika os comunistas haviam criado as estruturas nacionais e internacionais capazes de permitir à Revolução comunista sua continuidade por meios menos visíveis que os utilizados na sua fase bolchevique. Mas, o que é essa tal de Perestroika? Uma descrição do real colapso do sistema comunista, sob pressão de suas contradições internas, ou uma incrível inversão estratégica elaborada cuidadosamente durante muitas décadas e executada magistralmente? Essas perguntas nos conduzem a examinar com profundidade questão da convergência entre capitalismo e comunismo, anterior a Perestroika, que infelizmente não podemos expor em apenas um artigo.

Podemos, entretanto, adiantar que esses movimentos a nível internacional convergem para atender interesses ocultos de grandes grupos políticos e econômicos; o respeito pela natureza, uma necessidade filosófica e religiosa para o homem de fé e uma necessidade concreta e racional para outros, vítimas da poluição e da degradação do meio ambiente inserido no discurso ecológico com traços revolucionários preocupantes. Diante da eficiência do projeto de dominação mundial, valendo-se maquiavelicamente do meio ambiente, todos os partidos políticos têm pressa de reciclar as ideias ecológicas revolucionárias que ninguém se dá conta, e ninguém contesta a nível de instituições internacionais. É um discurso onipotente que monopoliza as mídias, lugar de pensamento público de fácil manipulação, dando a entender aos incautos, aos que pararam de pensar, que uma nova ideologia está emergindo, quando na verdade está sendo imposta de forma velhaca no mundo para atender um sistema de ideais autoritariamente organizado por grupos políticos e intelectuais com intenção de dominar todos os povos na Terra.

Pouco a pouco o discurso falacioso de proteção à natureza está impondo um controle indireto primeiramente à economia submetida a restrições sem correspondência aos benefícios esperados em matéria de saúde e de outros serviços, verdade que pode ser comprovado no Brasil e na Amazônia, especialmente no Pará. No Brasil desde que adotou o ambientalismo e os novos métodos revolucionários na sua constituição teve todos os serviços públicos degradados principalmente o meio ambiente onde todas as cidades brasileiras estão empobrecidas, sujas, invadidas pela água da chuva, sem esgotos, com transportes públicos precários, a mercê de bandidos e assassinos, enquanto as ONGs e o setor do meio ambiente nos Estados estão calçados com recursos advindos de países ricos integrantes do governo mundial. No Pará a nocividade desse projeto mundial dominador, enganador e comunista é mais contundente e nocivo, a ponto de os produtores rurais serem permanentemente perseguidos, tendo que suportar a implantação dessa coisa inútil e enganadora chamado de municípios verdes que só presta para enriquecer a ONG que assessora o governo. Enquanto corre dinheiro fácil para manter esse pessoal e a mentira ambiental, o Estado, administrado por gente ambiciosa e fútil, alimenta a pobreza, o subdesenvolvimento e a população de bandidos e assassinos, cenário aonde a mídia local tudo assiste calada, faturando a custa da desgraça do povo.

A realidade mostra para quem quiser pensar que estamos sendo dominados a nível mundial por um discurso totalitário mascarado com potencialidades revolucionárias gravemente subestimadas, e testemunhando a subversão da verdadeira ecologia, aquela que diz respeito a obra do Criador. Vou ser mais claro e enfático, estamos sendo conduzidos por uma revolução pedagógica silenciosa em curso no mundo que busca modificar os valores, atitudes e comportamentos para facilitar a implantação da revolução psicológica, ética e cultural com ajuda de professores idiotizados. Para esse fim, são utilizadas técnicas de manipulação psicológica e sociológica que nenhum idiota brasileiro percebeu ou se percebeu aceita a dominação, ou seja, este processo, manifestamente revolucionário e totalitário, não encontra nenhuma resistência entre as elites, pertençam elas à direita ou à esquerda, o que explica os movimentos de grupos contra a eleição de Trump. Os bobos brasileiros são contra o Trump sem saber por que.

Todas essas questões de dominação estão sendo implementadas sem que o povo alcance sua finalidade. Se substituiu Deus pelo homem e o povo imbecilizado aceitou a troca entregando sua vida a um bando de gente esperta e desonesta. Ninguém sabe se elas poderão modificar suas vidas para melhor ou pior. Em se tratando do Brasil, da Amazônia e do Pará, então, a alienação é total e cruel.

A verdade e a realidade estão sem espaço para poder reverter esse cenário estúpido e cruel. As mídias brasileiras e mundiais estão sendo controladas com raras exceções e perderam sua razão de existir. Quem quiser lutar contra essa nuvem negra e pestilenta que tomou conta do poder mundial tem que utilizar todos os espaços disponíveis de comunicação e atuar com energia nas escolas e universidades para afastar dos seus filhos a revolução pedagógica.

Necessário se faz, para salvação da família e do ser humano parar a transformação do pensamento ou do caráter (metanoia) que está em curso através do ambientalismo.

Armando Soares – economista

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Armando Soares #42: Brasil, uma nave sem piloto

Quando se completarem os mil anos, Satanás será solto da prisão do Abismo. /Ele vai sair e seduzir as nações e dos quatro cantos da Terra, Gog e Magog, reunindo-os para combate. O número deles é como a areia do mar. Eles espalharão por toda a Terra e cercaram o acampamento dos Santos e a Cidade amada. (Ap 20, 7-9)

A eleição de Donald Trump, presidente americano, pôde avivar o péssimo momento brasileiro representado pelo degradante quadro político disponível para governar o país e pela indigesta e obscurantista mídia brasileira que dado sua força de persuasão vem impedindo estrategicamente o povo brasileiro de conhecer a marcha civilizatória mundial centrada nos Estados Unidos da América, Europa e Ásia, onde se concentra a tentativa de criar um governo mundial sob o domínio de um comunismo renovado, agora ameaçado de se implantar com a subida ao governo americano de Trump.

Para entender o ambientalismo, o indigenismo, a tentativa de um governo mundial, a nova ordem mundial, o movimento dos refugiados, e os protestos ao redor do mundo e no próprio Estados Unidos da eleição de Donald Trump, é preciso entender o que está por trás de todas essas questões que de alguma forma interferem na vida dos brasileiros e no desenvolvimento econômico do Brasil.

Caso aceitemos que a perestroika faz parte de um processo revolucionário de inspiração leninista, e que os meios que ela produziu para atingir os objetivos que persegue precisam ser conhecidos dos brasileiros para tira-los da ignorância necessário a melhor escolher o caminho para conduzir o Brasil. A questão a que me refiro passa pelo aspecto político da ofensiva soviética, a dissolução do Pacto de Varsóvia com o desarmamento paralelo do Ocidente, construção da “Casa Comum” na Europa etc… A política de desarmamento material e psicológico conduzida pelo Ocidente advém de uma análise do desdobramento da perestroika. Em 1984, quando Gorbatchev subiu ao poder, verifica-se a influência de Antonio Gramsci que observando o sistema soviético, o condenou. Segundo Gramsci, a estratégia usada pelos soviéticos não permitiu assegurar um consenso nacional e nem tampouco tomar o poder nos países capitalistas. Esse objetivo, segundo Gramsci só seria atingido se, primeiramente houver um consenso ideológico. Ao contrário de Marx, que desejava primeiramente modificar a infraestrutura econômica, Gramsci prega uma revolução preliminar na superestrutura ideológica da sociedade, uma revolução do ser, não do ter. Essa inversão se encontra na base da perestroika, ou seja, a revolução psicológica prevalece e a guerra se dará no plano psicológico. Gramsci considerava que o arquétipo da revolução vitoriosa é a instauração do cristianismo no Império Romano e a substituição da cultura greco-romana pela cultura cristã. Em resumo, baseado em suas observações e estudos, Gramsci propõe que se proceda primeiramente com a instauração de uma nova civilização, meios que parecem fracos, mas em verdade bastante poderosos, revolução essa que deverá ser veiculada pelos intelectuais e por uma ditadura pedagógica que deve se fazer em nome de imperativos éticos respeitando a dignidade dos direitos do homem (método não-aversivo), considerando que o centralismo deve ser substituído por um centralismo orgânico, descentralização ou desconcentração. Portanto, como se observa, a perestroika, o globalismo, e a nova ordem mundial só podem ser entendidos através do conhecimento das ideias de Gramsci, daí a dificuldade de o povo entender o que se lhe apresenta com uma coisa do bem.

Admitido a influência de Gramsci e a perestroika como um processo revolucionário é possível entender porque se está usando o meio ambiente para estabelecer uma política de consenso internacional. O meio ambiente e a ditadura pedagógica adiantaram em muito a implantação da nova revolução comunista com apoio grupos econômicos e políticos poderosos ocidentais. O andar dessa revolução foi virótico, ou seja, espalhou-se com rapidez por instituições internacionais, como a ONU que facilitaram o consenso, como se observa nos propósitos da Agenda 21 adotada durante a Conferência do Rio por 77 organizações internacionais e mais de 155 países. Na Agenda 21 já se observa o envolvimento da ONU, cooptada pelos globalistas, com a missão de impor ao mundo uma nova civilização proposta pelos comunistas contidas na perestroika e ideias de Gramsci, assimilada pelo establishment anglo-americano, uma associação diabólica que reúne a ganância e totalitarismo.

Os problemas globais foram criados para servirem a ganância e o totalitarismo, e só podem ser resolvidos com soluções globais e através de instituições internacionais, modelo que está tendo a aceitação de grande parte dos povos já contaminados através da ditadura pedagógica que envolve professores, colégios e universidades. Um preparo a médio e longo prazo para a consolidação revolucionária com nova cara. É necessário observar que após os revolucionários terem usados a classe operária para seus objetivos ditatoriais, usam agora os interesses globais, fazendo com isso desaparecer o “inimigo”, criando um consenso universal através de valores universais. Portanto, fazendo desaparecer a antiga ordem social e política, destruindo a filosofia judaico-cristã substituída pela pagã, dos adoradores da natureza, a civilização global, a nova civilização tem o seu nascimento garantido. A ditadura do proletariado não está fora do comunismo, mas se encaixa a nível de uma globalização.

O mundo todo se preocupa com o novo presidente americano não se sabe quais as principais razões. Se é por que o consideram despreparado para assumir o governo, se é porque internamente contraria interesses políticos e econômicos ou porque é um obstáculo aos objetivos na Nova Ordem Mundial, ao Governo Mundial resultante da nova revolução comunista em curso. Nada se pode afirmar nesse momento. Não há tempo para um julgamento racional. Entretanto, podemos registrar que avaliando o que Donald Trump fala ao povo americano em discurso de que seu objetivo é substituir o establishment corrupto por um novo governo que se volte para os interesses americanos aos invés de se voltar aos interesses globais, entendemos que se refere ao establishment anglo-americano conduzidos por outros presidentes americanos comprometidos com um governo global e com o ambientalismo-indigenismo nocivo que deve ser combatido e afastado dos interesses americanos; quando pergunta ao povo se o povo americano quer tomar a rédea do governo entregue a outros interesses, presume-se que se refere ainda ao projeto do governo mundial; quando diz ao povo que seu objetivo é impedir que o establishment político continue a estabelecer acordos desastrosos para os americanos, entendemos que não admite que os Estados Unidos continue a fortalecer o projeto da revolução comunista gramsciana; quando denuncia que qualquer um que denuncie esse controle é rotulado de “sexista”, “racista”, “xenófobo” e de ter uma deformação moral e deve ser atacado, difamado, ter carreiras destruídas assim como a família e a reputação supõem-se está se referindo aos criadores do governo mundial que querem enfraquecer o poder americano. Todas essas dúvidas só poderão ser confirmadas ou não com o tempo e não por suposição ou “eu acho”. Se o novo presidente americano realmente está convencido da nocividade do projeto do governo global que representa a nova revolução comunista e vai combate-lo, então o Brasil terá a oportunidade de ter um grande parceiro para ajudá-lo a se livrar da causa principal de seus problemas. Caso isso não aconteça, os brasileiros ficarão dependendo de suas próprias forças que são insuficientes para enfrentar as forças que se juntaram para dominar o mundo.

O Brasil político de hoje contaminado por vícios difíceis de superação, sem auxílio de uma força do tamanho da americana, jamais conseguirá vencer as dificuldades internas e externas que estão impedindo o país de crescer e se tornar uma nação rica e próspera.

Vamos torcer para que Donald Trump seja a reação que se faz necessária para mudar o mundo e ajudar o Brasil a se livrar da escravidão em que se encontra.

Armando Soares – economista

e-mail: armandoteixeirasoares@gmail.com

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Armando Soares #41: Atacado por ser fraco

O Brasil é um país atacado de diversas maneiras com extrema facilidade interna e externamente em razão de sua fragilidade econômica, de sua fragilidade política, de sua fragilidade cultural, de sua fragilidade institucional, de sua fragilidade democrática e republicana.

Um país que não conseguiu crescer passo a passo com os Estados Unidos aproveitando as oportunidades que teve de se desenvolver, fica difícil acreditar, dado a distância que ficou do mundo desenvolvido, que agora terá condições, força e competência para sair em um só momento da crise em se encontra, crescer, dominar a tecnologia e ainda enfrentar uma concorrência de vida ou morte no tabuleiro internacional onde existe uma luta de gigantes econômicos.

Para sair da crise em que se encontra o Brasil precisa em primeiro lugar afastar do seu território a presença nefasta de ONGs internacionais que representam países colonialistas, desentranhando da constituição e das instituições procedimentos de submissão e instrumentos paralisantes do desenvolvimento e paralelamente estabelecer as reformas que se fazem necessárias no campo político, trabalhistas, econômico, tributários etc….. Teremos vontade e força para essa empreitada?

Vejo como saída desse desafio no campo econômico, considerando que o Brasil não tem condições de concorrer no curto prazo com a indústria americana e de outros países desenvolvidos, o fortalecimento e a verticalização da agropecuária, o único setor da economia brasileira que avançou com a produtividade e domínio da tecnologia, e que tem um mercado cativo imenso a sua disposição carente de alimentos e matérias-primas espalhado ao redor do mundo. A industrialização da produção primária é um passo de curto prazo e exequível. Além do mais o Brasil tem terra suficiente para produzir alimentos e suprir a carência alimentar mundial que cresce geometricamente empurrada pelo aumento populacional descontrolado. Entretanto, para viabilizar um programa dessa natureza torna-se necessário atacar imediatamente o projeto ambiental internacional que tem como escopo em primeiro momento reduzir a capacidade de produzir do Brasil, para em seguida apoderar-se de imensas quantidades de terra via política indigenista e trabalhista, um confisco saqueador disfarçado em políticas públicas apoiadas por organismos internacionais sediadas na ONU.

Entretanto, essa não é uma tarefa fácil de vencer, pois será necessário vencer uma guerra de quarta geração comandada por grandes potências econômicas onde não se usam exércitos armados, tanques, aviões, navios de guerra e aviões, usam-se o meio ambiente, a crendice de povos incultos anestesiados pela mídia nacional e internacional que dispara mentiras a todo o momento, a que se soma a compra de governantes e políticos imorais.

O uso do meio ambiente está bem evidenciado nas informações colhidas no trabalho de Lorenzo Carrasco e Silvia Palácios intitulado Quem Manipula os Povos Indígenas contra o Desenvolvimento do Brasil – Um Olhar nos Porões do Conselho Mundial de Igrejas. Ao investigar a origem das campanhas ambientais, Carrasco e Palácios se depararam com seleto grupo de instituições ligadas aos interesses do Establishment oligárquico de certas potências do Hemisfério Norte, tendo a frente os EUA, Canadá e reino Unido, apoiados por seus parceiros de alguns países da União Europeia. Essas constelações de interesses, que reúne fundações e think-tanks privados (Think tanks são organizações ou instituições que atuam no campo dos grupos de interesse, produzindo e difundindo conhecimento (ideologia) sobre assuntos estratégicos, com vistas a influenciar transformações sociais, políticas, econômicas ou científicas, sobretudo em assuntos sobre os quais pessoas comuns (leigos) não encontram facilmente base para análises de forma objetiva. Os think tanks podem ser independentes ou filiados a partidos políticos, governos ou corporações privadas) e órgãos governamentais sintonizados com os mesmos propósitos, como agências de apoio ao desenvolvimento externo de vários países, é a verdadeira mentora, controladora e financiadora da pletora de movimentos internacionais que se apoderou das causas de apelo social, para instrumentalizá-las com finalidades políticas, de modo a exercer uma forma peculiar de “poder suave” (soft power), bem mais eficiente do que pressões políticas exercidas diretamente pelos governos.

No centro da questão está o velho e imutável objetivo dos grupos de poder global: o controle de recursos naturais e a sua não utilização pelos Estados nacionais que os detenham e estejam engajados na promoção do desenvolvimento socioeconômico de suas populações.

A jornalista canadense Elaine Dewar, no prefácio de seu livro Uma Demão de Verde desnuda o aparato oligárquico: de início, eu pensava que estava trabalhando com uma história sobre mudanças climáticas. Eventualmente, constatei que, na verdade, estava trabalhando numa história sobre como grandes interesses trabalham para esvaziar as democracias em benefício próprio, e sobre como eles fazem uso de ONGs – neste caso, grupos ambientais – como cobertura política.  

Prestem atenção ao seguinte: No campo do indigenismo, a ideia era modificar o conteúdo, tanto do trabalho missionário tradicional como do papel da Antropologia, unindo-os no que chamavam “luta pela libertação” dos povos indígenas. E mais: Em janeiro de 1971, a Comissão de Assuntos Internacionais do CMI (Conselho Mundial das Igrejas) e o Departamento de Etnologia da Universidade de Berna (Suíça) patrocinaram em Bridgetown, Barbados, um Simpósio sobre Conflitos Interétnicos na América do Sul, reunindo uma dúzia de antropólogos, principalmente latino-americanos, para definir a agenda. Vejam o que foi produzido: As sociedades indígenas têm direitos anteriores a toda sociedade nacional. O Estado deve reconhecer e garantir a cada uma das populações indígenas a propriedade de seu território permitindo que seja registrado corretamente, e na forma de propriedade coletiva, contínua, inalienável e suficientemente extensa para assegurar a manutenção das populações indígenas. O Estado deve reconhecer as organizações indígenas o direito de se organizarem e de se governarem segundo suas especificidades culturais, e em nenhum momento poderá limitar seus membros no exercício de todo e qualquer direito de cidadania, mas, em compensação, os exirminará do cumprimento das obrigações que entre em contradição com sua própria cultura.

A seguir o texto especifica a maneira em como as missões religiosas devem se comportar perante as populações indígenas. Observe-se que já não existe qualquer função evangelizador-civilizadora, com o propósito de incorporar os povos indígenas a plena condição de cidadãos das nações. Com a nova orientação as missões passariam a ser apenas os novos líderes dos povos indígenas frente aos Estados nacionais: A obra evangelizadora das missões religiosas na América Latina corresponde a situação colonial dominante, de cujos valores está impregnada. A presença missionária significou uma imposição de critérios e padrões alheios às sociedades indígenas dominadas e que encobrem, sob um manto religioso, a exploração econômica e humana das populações indígenas.

A Antropologia deixaria de ser uma ciência humana, para se transformar numa militância política, como já aconteceu na Amazônia e em outras regiões do Brasil estabelecendo uma verdadeira prostituição de demarcações de terras indígenas sem nenhum critério técnico ou outras razões lógicas a não ser obedecer às ordens emanadas pelo CMI e novos colonizadores.

Esta é uma pequena, muito pequena prova de que está em curso no Brasil uma ação consistente de apropriação de terras na Amazônia e em outras regiões do País com objetivo de evitar o desenvolvimento da nação e de se apropriar de vultosas riquezas, um saque sem precedente na história mundial. A crise que atravessa o Brasil só poderá ser debelada na sua totalidade, além das reformas que se fazem necessárias e do enxugamento do Estado, se nos livrarmos da coleira colocada pelo Establishment oligárquico e fortaleçamos o setor agropecuário incentivando o processo de sua verticalização, de sua industrialização. A elite política e econômica tem que pensar no Brasil e nos caminhos alternativos de seu desenvolvimento e crescimento derrubando internamente todos os obstáculos construídos por socialistas, comunistas, fascistas e ideólogos parasitas ociosos. Se esses obstáculos internos e externos não forem destruídos, o governo, qualquer governo não terá forças e recursos para reconstruir um novo Brasil que será sempre atacado em razão da sua fragilidade, por ser um país subdesenvolvido.

Armando Soares – economista

e-mail: armandoteixeirasoares@gmail.com

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Armando Soares #40: A idiotice da mídia e a luta entre coletivismo e individualismo

 A mídia brasileira pratica um grande desserviço ao Brasil agredindo os ricos como se eles fossem os responsáveis pela pobreza no mundo. O comando dessa estupidez é da ONG Oxfam, Oxford Committee for Famine Relief (Comitê de Oxford de Combate à Fome), fundada em Oxford, Inglaterra, em 1942 por um grupo liderado pelo cônego Theodore Richard Milford (1896-1987) e constituído por intelectuais quakers, ativistas sociais e acadêmicos de Oxford.

Após mais de cinquenta anos atuando no Brasil, a Oxfam que se diz compromissada com os direitos humanos, com a democracia e com a construção de um país mais justo, sustentável e igualitário, se considera credenciada para condenar a riqueza concentrada no mundo nas mãos de poucos. Entretanto, com todo o seu poder político, com todo seu discurso “bonitinho” de justiceira e senhora da verdade ficou cega e muda assistindo de camarote um grupo de políticos e governantes roerem as entranhas do Brasil devorando sem piedade os direitos humanos, a democracia, o sonho de um país justo, sustentável e igualitário. Se seu objetivo inicial foi enviar alimentos para salvar vidas, no presente, ao que parece é outro bem diferente e se assemelha a destruir vidas condenando a riqueza que gera desenvolvimento e qualidade de vida.

Sobre Oxfam vamos conhecer o que escreveu João Luiz Mauad em seu artigo chamado de “o fajuto relatório da Oxfam”: Todo ano é a mesma ladainha.  Às vésperas do Forum Econômico de Davos, a ONG Oxfam joga na mídia os seus famosos estudos “provando” que a desigualdade de riqueza tem aumentado no mundo e requerendo ações imediatas para frear esse descalabro.  Foi assim no ano passado e não é diferente este ano.  O Globo, em 19/01, por exemplo, reverbera um comunicado da diretora executiva da Oxfam, Winnie Byanyima, no qual se lê que “A escala da desigualdade global está simplesmente excessiva. A diferença entre os ricos e os demais está aumentando em velocidade muito rápida”. Segundo a mesma ONG, a crescente desigualdade estaria restringindo a luta contra a pobreza global.

“Queremos realmente viver em um mundo onde um por cento é dono de mais do que o resto de nós juntos? Manter os negócios como de costume para a elite não é uma opção sem custos. O fracasso em lidar com a desigualdade vai atrasar a luta contra a pobreza em décadas. Os pobres são atingidos duas vezes com a desigualdade crescente: eles recebem uma fatia menor do bolo econômico e, porque a extrema desigualdade prejudica o crescimento, há um bolo menor para ser compartilhado”, disse Winnie.

Em seu discurso “State of the Union” perante o Congresso, Mr. Obama seguiu na mesma linha.

Interessante que, no mesmo dia 19, e no mesmo jornal, ficamos sabendo que, entre 1990 e 2014, cerca de 70 milhões de latino-americanos deixaram de ser pobres e passaram a engrossar a fila de uma nova classe média, de acordo com os dados oficiais dos próprios governos desses países.  Segundo informe da CEPAL (uma organização com viés francamente de esquerda), a redução dos índices de pobreza na A.L. foi de 48,7%, em 1990, para cerca de 27%, em 2014.  Apesar disso, segundo a mesma fonte, a América Latina continua sendo o continente mais desigual do planeta.

Como se pode ver, ao contrário do que querem fazer crer os apologistas do igualitarismo, como Oxfam e Obama, pobreza e desigualdade não são duas variáveis positivamente correlacionadas.  Não há sequer comprovação de que elas sejam, de alguma maneira, correlacionadas.  A pobreza pode aumentar, enquanto a desigualdade diminui (Cuba).  A pobreza pode diminuir, enquanto a desigualdade aumenta (China) – a propósito, essa gente deveria perguntar aos chineses se eles se sentem melhor agora ou há 40 anos, quando a igualdade de renda era quase absoluta…

Ao contrário do que pensa e diz a Sra. Winnie, não há um bolo fixo, preexistente, de riquezas que, de alguma forma injusta, escorrem para os bolsos dos ricos, em detrimento dos pobres. Nas economias capitalistas, a riqueza é constantemente criada, multiplicada e trocada de forma voluntária.  A desigualdade, portanto, é um efeito. Sua causa é a diferença de produtividade, ou a capacidade de cada um de gerar bens e serviços de valor para os demais.

Graças a esse fenômeno, nos últimos 200 anos houve um aumento exponencial do padrão de bem-estar no mundo e, consequentemente, uma redução espetacular dos níveis de pobreza. Só para se ter uma ideia desse milagre, 85% da população mundial viviam com menos de um dólar por dia (valores de hoje), em 1820, enquanto hoje são 20%. Será que esta verdadeira revolução pode ser atribuída à distribuição de recursos dos ricos para os pobres, ou será que isso se deve ao efeito multiplicador da produtividade capitalista e ao aumento exponencial do bolo de riquezas?

Confiscar as riquezas e a renda do Bill Gates, como gostariam Obama, Winnie Byanyima e Thomas Piketty, entre outros, de fato, reduziria a desigualdade no mundo, mas duvido que melhoraria a vida dos pobres.

Pelo contrário.  Em economias verdadeiramente capitalistas, onde o governo não interfere escolhendo vencedores e perdedores, a existência de milionários e, consequentemente, de desigualdade, longe de ser algo a lamentar, é altamente bem-vinda. Em condições de livre mercado, a riqueza pressupõe acúmulo de capital e investimentos em empreendimentos rentáveis, onde os escassos recursos disponíveis são utilizados de forma eficiente na produção de coisas necessárias e desejáveis. Num sistema desse tipo, os ricos criam um monte de valor para um monte de gente, além, é claro, de um monte de empregos.

Portanto, os que mais teriam a perder com um eventual desaparecimento dos ricos seriam justamente os mais pobres.  Onde não há gente rica, não há acumulação de capital.  Sem capitais, o incremento da produtividade do trabalho é deficiente.  Como os mais pobres vivem exclusivamente do próprio trabalho, não é difícil concluir que, quanto mais capitais houver, melhor será para eles.

Podemos inserir o caso Oxfam no discurso em “A Nascente” que revela as intenções ocultas e a disputa pelo poder no debate do coletivismo contra o individualismo, na apologia da pregação da igualdade contra a liberdade e na negação da verdade. Meios para a constituição de um único e enorme pescoço pronto para ser dominado por uma coleira. “A Nascente” de Ayn Rand é um livro fascinante, um deles é protagonizado por Howard Roark, a representação do verdadeiro espírito humano. Ele acreditava que o homem é uma unidade independente quanto aos seus pensamentos e ações, e não deve ter sua individualidade subjugada para atender demandas de um coletivo denominado de “sociedade”, pois antes de pertencer a um grupo, ele já o é. Rand dizia que o debate comum distorce os conceitos de individualismo e coletivismo, e não atinge o que de fato encerra o conceito de unicidade do ser humano, ou seja, que o homem é um fim em si mesmo e não um meio para o fim de outros humanos, existindo por seus próprios propósitos, não se sacrificando por outros e nem sacrificando outros por ele.

Armando Soares – economista

e-mail: armandoteixeirasoares@gmail.com

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Armando Soares #39: Resposta de um produtor rural ao desrespeito e injúria da escola de samba Imperatriz Leopodinense em forma de poema

O amigo Evaldo Pinto enviou-me com a seguinte mensagem: linda resposta em forma de poema de um produtor rural ao desrespeito e injúria que a escola de samba Imperatriz Leopodinense irá fazer de forma generalizada aos produtores rurais deste país”.

Repasso com muito prazer e honra aos meus amigos e produtores rurais e ao presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Pará, Carlos Xavier para que possa ser divulgado em todo o Pará.

Tola Imperatriz!!!

Diz que samba mata fome

E que o agro contamina.

O que ela não sabe,

É que nós usamos botina

Pra alimentar a passarela

Enquanto ela

Do alto do seu império

Rumina só despautério!

A escola tagarela.

 

Na letra do samba enredo,

Um texto desinformado!

Quem ainda da Mata aqui

É somente o criticado.

Já viu uma mulata na Mata?

E Abre alas no campo?

Já viu baiana de bota

Já viu bicheiro santo?

 

A Mata mata a mulata

Sambista não safrista

Mas o convite tá feito:

Venha aqui bater no peito

Quem entende de natureza

Falar de sua beleza

No samba lá do Império

É um monte de impropério

Pra fazer dinheiro fácil!

Sai daí do seu palácio,

Ouça o samba do campo

Caia na nossa folia,

Ela começa todo dia

Ao raiar do sol nascente

Nos lançamos a semente

Você tempera com sal.

Esse é o nosso carnaval

Que honramos defender

É só pra você saber

Imperitriz Leopodinense!

Aqui quem luta e quem

Vence

 

Por fim

Desça daí do seu topo

Do seu carro alegórico,

Segundo contou o Esopo

Sobre a história de nós dois

A sua é feita de samba

A nossa é feita de garra

Sem querer fazer intriga

Mas o agro é a formiga

E você é a cigarra!!

 

Itapuã Messias

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Armando Soares #38: Atitudes aviltantes

O episódio infernal e selvagem ocorrido nas prisões brasileiras mostraram através da reação de alguns brasileiros, de alguns advogados e de seu órgão de classe, da mídia esquerdista brasileira e estrangeira e dessa coisa asquerosa que se chama direitos humanos, o quanto o Brasil está com a moral destruída e com o sentido de justiça corrompido ao que se deduz, a partir da ação de uma esquerda que se mostrou mais ativa a partir da implantação do governo civil dirigido por uma constituição instrumentalizada, forma apropriada para transformar a democracia numa arma para implantação de um Estado socialista/comunista que ignora a o cidadão moral e enaltece o bandido, e o criminoso.

Recebi de amigo, o desabafo de um comunicador que espelha com autenticidade a triste realidade brasileira e certamente a indignação da maioria dos brasileiros. Segue, sem correção o desabafo: “No Amazonas, 90 bandidos e estupradores foram assassinados por bandidos e estupradores. Ladrão matando ladrão. Aí, os direitos desumanos querem que cada bandido que morreu, a família receba 90.000 reais de indenização. A família de Rafael Moreira Silva vai ser indenizada pelo Estado do Amazonas por 90.000 reais, e a família do senhor que ela matou, um velhinho que saia de uma igreja, a família desse velhinho não recebeu nem dinheiro para o caixão. Aí, esse filho de uma égua que foi morto, o bandido, vai receber 90.000 reais. A família de Medeiros vai ser indenizada por 90.000 pelo Amazonas. A família dele sequestrou menores, aliciou menores, duas mulheres foram estupradas por esse vagabundo e não recebeu nem um tostão, mas ele vai receber 90.000, a família dele. A família de Francisco Pereira Filho vai ser indenizada pelo Estado do Amazonas em 90.000 reais. A família da menina de 14 anos, que ele estuprou e matou com 15 peixeiradas não vai receber porra nenhuma. A família de Artur Gomes Pereira vai ser indenizada pelo governo do Amazonas, mas a família da menina de 4 anos de idade que a estuprou e degolou não recebeu um centavo e nem vai receber porra nenhuma. Aqui neste Brasil, na república de banana, um povo sem voz e sem vez, ser bandido virou profissão. Os bandidos têm associação, tem direitos, os vagabundos viraram vítimas e a vítimas viraram estatísticas. Tem jornalecozinho que anunciam em tom de sensacionalismo: morre mais um preso por dia no Brasil, só que esquece de dizer que nesse mesmo Brasil morre 166 pessoas por dia vítimas de bandidos, esses mesmos bandidos! Que país é esse? Transformaram os presos em direitos humanos e as pessoas que tem direitos humanos vivem presas, porque a maior prisão é dos cidadãos brasileiros dentro de casa com cachorro, cerca elétrica, guarda civil, guarda particular, casa gradeada, 50 cadeados. Nós brasileiros vivemos presos e esses vagabundos que nos mata, que mata sua mãe, seu pai, sua filha, que estupra come seu filho, sua filha, rasga, degola, esses frescos, eles mesmos se matando, que é guerra de droga no Brasil inteiro para ver quem domina a droga, eles mesmos se matando, esses filhos da puta se matando, que deveria matar mais para diminuir a despesa. Já basta que quando vai preso a gente paga cada um que tiver filho, a gente paga 950 reais por mês, enquanto ele, o bandido, está lá preso sem ter o que fazer, sem estudar, sem se preparar para se recuperar pensando em sair para matar mais. Hoje, nós estamos em 10 de janeiro de 2017, já tivemos três agências bancárias explodidas, a cidade em pânico, quebraram as vidraças do comércio, levaram os relógios, óculos, tudo o que você possa imaginar. Esses cabras de presos que vão ser indenizados? Indenizados deveriam ser as pessoas que não podem trabalhar, que não pode pegar um ônibus, que não pode ir a uma mercearia. Cadê o Faustão, cadê o Ratinho com aquele cacetão dele, que agora deve estar mole? Vamos bater, vamos chamar atenção do Brasil, vamos fazer um grito em defesa da moralidade, da ética desse país que não tem, desse congresso nacional nojento, vagabundo que não bota uma lei; estamos morrendo nas mãos de bandidos e ainda querem pegar o dinheiro do povo para indenizar esses filhos da puta que matam uns aos outros para ter o domínio da droga. Esse é o desabafo de um comunicador. Quem achar ruim leve um bandido desse para casa. Que Brasil é esse, cadê os senadores, cadê esse Temer, o povo está revoltado com tudo isso.

Não sei o nome desse comunicador, mas quero parabenizá-lo por ter definido com poucas palavras sem rebuscado o sentimento do povo brasileiro e toda sua indignação contra a ineficiência, e, acima de tudo de ter mostrado com palavras reais e duras como políticos e governantes sem atitudes podem deixar que bandidos assassinos tomem conta do país matando e estuprando crianças, jovens, idosos, tudo para continuarem usufruindo as vantagens do poder, sem a coragem necessária para erradicar para sempre do território nacional os bandidos assassinos apoiados por uma constituição que se respeite, por leis que verdadeiramente protejam os brasileiros e exprimam uma democracia e república liberal fundada na livre iniciativa e na propriedade privada.

Aproveito a oportunidade para alertar a sociedade brasileira, apesar de estarmos numa região castrada pela mídia que só reconhece o Brasil do sul e sudeste, onde está encravada uma elite política e econômica covarde e retrógrada, e pela mídia local comprometida apenas com seus interesses, que uma revolução pedagógica está em curso no mundo conduzida por diversas instituições internacionais como a UNESCO, Conselho da Europa, Comissão de Bruxelas e OCDE, um projeto maquiavélico poderoso que objetiva o domínio mundial. Assunto que pretendo desenvolver em outros artigos.

Rodrigo Constantino, um grande lutador liberal, destaca o serviço que Arthur do Val, do canal #Mamãefalei, tem prestado ao Brasil é inestimável. Com a coragem que poucos jovens demonstram hoje em dia, com embasamento, e com a ousadia que até então só a esquerda tinha, inspirada em Michael Moore e similares, ele tem exposto o vazio, a ignorância, a barbárie e as contradições dos ícones esquerdistas. MST, UNE, PSOL, Movimento Passe Livre (MPL), todos esses instrumentos dos socialistas acabam ridicularizados em seus vídeos, e para tanto basta uma “arma”: fazer perguntas. Impressiona assistir como jovens brasileiros têm suas mentes destruídas dentro das escolas e universidades através de professores medíocres a serviço do comunismo e do fascismo, irmãos gêmeos, tornando-se brutamontes culturais.

Inserir a função social da propriedade na constituição de um Brasil estatizado desde sua infância é querer muito mal o país. O desenvolvimento do Brasil sempre teve sua realização nos gabinetes de juristas, idealistas e filósofos. O Estado representando o coletivismo seria o grande motor do desenvolvimento, o responsável para tornar o Brasil um país rico e todo-poderoso. Vivemos todo esse longo tempo numa bolha masturbatória sustentados por milhões de idiotas brasileiros, enquanto o resto do mundo cresceu e se desenvolveu roubando outros povos do tipo brasileiro, e utilizando a força e a inteligência do indivíduo. O prêmio dos países ricos e desenvolvidos por terem optados pelo individualismo foi dotar a comunidade, o povo com excelente qualidade de vida. O prêmio do Brasil por ter optado pelo estatismo e pelo coletivismo expresso na sua lei maior com o nome de função social da propriedade foi a formação de grandes guetos de pobreza e do subdesenvolvimento social e econômico expresso em nossos dias pela atual crise econômica, social e institucional. Portanto, a salvação do Brasil e do seu povo passa necessariamente pela completa destruição dos conceitos estabelecidos na estrutura jurídica constitucional que optou pelo coletivismo sinônimo de idiotice. Ou essa opção ou a entrega do país aos bandidos assassinos, aos corruptos, aos sociólogos-juristas-filósofos que viveram e vivem até os nossos dias bebendo o sangue dos milhões de brasileiros em gabinetes de ar condicionado.

Armando Soares – economista

armandoteixeirasoares@gmail.com

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Armando Soares #37: Por que o Brasil não cresce

Não cresce por incompetência, por irresponsabilidade, por incultura, e porque nossos governos aceitam a armadilha de responsabilidades globais que nossos inimigos as utilizam com maestria para impossibilitar o crescimento do Brasil.

Impressiona verificar quando se estuda as causas que atrasam o desenvolvimento e crescimento do Brasil porque logo se destacam os principais culpados –  políticos e governantes. Esse proceder, essa fraqueza é bem conhecida de nossos inimigos – os países hegemônicos, o que facilita o trabalho de destruir nossa economia e nosso desenvolvimento. O brasileiro, por sua vez facilita essa destruição pela idiotice. Os inimigos do desenvolvimento do Brasil, operam num ambiente internacional onde vicejam piratas que se tornaram ricos roubando, são, portando, exímios ladrões. O ataque desses piratas na atualidade está dirigido para as questões que envolve o meio ambiente e o indigenismo, um dos flancos brasileiros mais fáceis de penetrar, que podem impactar o desenvolvimento e crescimento do Brasil. Essa fraqueza brasileira pode ser observada no trato das questões das “responsabilidades globais” do País, terreno onde as ONGs indigenistas têm utilizado com maestria seu maquiavelismo. Um exemplo característico deste modus operandi foi à reação raivosa da diretora da Survival International, Fiona Watson, a uma rara manifestação de oposição a agenda ambientalista-indigenista publicada na imprensa brasileira. Em 29 de junho de 2005, o jornal Folha de S. Paulo publicou um artigo do general reformado Carlos de Meira Mattos, no qual identifica algumas das principais organizações do aparato ambientalista-indigenista engajadas em campanhas contra o Brasil, algumas com “estreita ligação com a coroa inglesa”. Dias depois, em 4 de julho, o jornal publica uma colérica carta de Watson, na qual, depois de rebater enfaticamente a “falsa e absurda” alegação de Meira Mattos sobre os vínculos das ONGs com a monarquia britânica, se vê forçada a admitir que “alguns parentes da rainha Elisabeth” integravam seus quadros. Igualmente, admitiu que a Survival International se juntara a campanha para a demarcação das reservas ianomamis e Raposa Serra do Sol. Porém, disparou: O Brasil quer desempenhar um maior papel no mundo, com maior comércio, maior turismo e um assento permanente no Conselho de Segurança das Nações Unidas. Mas, em troca, precisa levar a sério as suas obrigações internacionais. O Brasil ratificou a Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT) sobre os direitos dos povos indígenas de possuir terras. (ratificação que comprova a idiotice e a canalhice do governo brasileiro)

Verifica-se pelo vômito fétido dessa pirata internacional Watson, uma prova da criminosa chantagem política que o Establishiment oligárquico anglo-americano tem aplicado ao Brasil ao longo do tempo com absoluto sucesso, para submeter o País a obedecer a um novo e mais indecente colonialismo, o que demonstra também, uma total incompetência asquerosa do governo brasileiro de reagir a esse processo de dominação alegando como justificativa a seu favor estar ao lado dos direitos humanos e em defesa da saúde da Terra, quando se sabe que direitos humanos é uma falácia e uma arma de defesa de imundícies e de imundos.

A submissão brasileira ao Establishment oligárquico anglo-americano é mais danosa aos interesses do Brasil do que se pensa, verdade que infelizmente ainda não chegou ao povo brasileiro, por envolver grandes interesses financeiros cala-boca da mídia, submissão que causa mais danos à economia e ao desenvolvimento do País do que a corrupção. Temos certeza, que a questão ambiental levado à investigação, como já deveria ter acontecido, colocaria em prisão perpétua  uma centena de maus brasileiros. Em edição de 6 de maio do mesmo ano, o jornal publicou um artigo do presidente da Funai, Mércio Pereira Gomes, no qual exultava com a decretação continua da reserva Raposa Serra do Sol, ocorrida no mês anterior, por determinação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. No texto, Mércio afirma que o ato representava a consagração da ideia de territorialidade indígena, isto é, de que uma terra indígena não é somente o espaço de sua sobrevivência física imediata, mas um espaço culturalizado por gerações anteriores, destinado à presença permanente de um povo e de gerações subsequentes, bem como para o futuro do País. E, em tom orgulhoso fazia ver: Ao vermos um mapa do Brasil com a plotagem das terras indígenas reconhecidas, damo-nos conta do quão grandiosa é a resposta que o país está dando para os anseios dos índios. As terras indígenas compõem um conjunto de cerca de 600 terras, mais de 1 milhão de quilômetros quadrados – uma França e uma Alemanha juntas.

Esse procedimento em relação a Roraima se assemelha ao genocídio praticado pelos alemães contra o povo judeu, com a diferença de que o assassinato dos brasileiros em Roraima se dará ao longo do tempo. Indígenas e brasileiros foram despojados das terras e propriedades que ocupavam de longa data desprovidos de atividade econômicos em um estado retalhado por terras indígenas e áreas de proteção ambiental. Esse o preço que o povo brasileiro está pagando pelas responsabilidades globais, passivamente aceitas pelo governo brasileiro para atender interesses estrangeiros, um ato criminoso chancelado pelo desgastado e desacreditado Supremo Tribunal Federal. Na demarcação de terras indígenas em 1998 estava presente o então ministro da Justiça Renan Calheiros, e o presidente do Brasil era Fernando Henrique Cardoso um socialista simpático à causa indígena que proporcionou a vendeu da Amazônia aos estrangeiros via política indigenista.

Governança ambiental para quem não sabe é igual à soberania restrita o mesmo que não ter soberania. Aumentar a capacidade de governança ambiental não é outra coisa senão o esfomeado princípio de soberania restrita que facilita a intromissão de estrangeiros nos negócios que dizem respeito exclusivamente ao Brasil. Um dos muitos objetivos do aparato ambientalista-indigenista é bloquear a saída do Pacífico para o Brasil. Outro tampão para o desenvolvimento da Amazônia é o chamado MAP (Madre de Dios-Acre-Pando). A região de MAP é uma conexão crucial na Rondônia Interoceânica que conecta os portos do Atlântico no sudoeste do Brasil aos portos do Pacífico o Peru.

Governança efetiva e privatização da Amazônia são o que querem e perseguem os americanos e ingleses através de suas ações diretas e através da ONU e centenas de ONGs. Mexer com a soberania nacional, obstaculizar o desenvolvimento e o crescimento econômico, interferir nos projetos de infraestrutura e na elaboração da constituição é coisa muito grave que deveria merecer resposta pronta com advertência. Este é uma questão mais grave que o roubo e a crise em que passa o País e não há nenhuma reação contundente por parte do governo brasileiro e muito menos do STF, um guardião faz de contas da nossa soberania. O que está por trás dessa imobilidade que não vem a público? O Brasil está parecendo um prostíbulo da pior espécie que está de portas abertas para a pirataria internacional.

Armando Soares – economista

e-mail: armandoteixeirasoares@gmail.com

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