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Curiosidades do Agro

Conhece o kefir?

O kefir é classificado como alimento simbiótico, ou seja, uma mistura de probióticos e prebióticos. Isso significa que ele tem micro-organismos que eliminam as bactérias ruins do intestino e previnem doenças (probióticos) e fibras que estimulam a reprodução dos bacilos benéficos (prebióticos).

Feito a partir da fermentação do leite, o kefir tem gosto parecido ao do iogurte natural e possui ação antioxidante. Com origem no Cáucaso, é tradicionalmente consumido em países asiáticos e no leste europeu.

Todo sobre el kéfir: tipos, preparación y obtención de forma casera - vitonica
Fonte: Pinterest

O kefir de leite tem os grãos brancos, é levemente gaseificado, efervescente e com leve teor de álcool e baixo de lactose. Fica pronto quando o soro se separa, em até 72 horas.  O alimento é rico em cálcio, fósforo, magnésio, potássio, vitaminas B, B3, B6, D, K e ajuda a reduzir a acidez estomacal em excesso, na melhora das contrações musculares, na coagulação sanguínea, no fortalecimento dos ossos, no bom funcionamento do sistema respiratório e na melhoria do sistema imunológico como um todo.

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Fonte: Leite é bom com tudo!

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Fatos e Acontecimentos

Inoculação de bactérias acelera produção de capim – Portal DBO

Promotoras de crescimento, elas aumentaram a produção de forragem em 60% em trabalho preliminar com a cultivar Paiaguás

Não é de hoje que o produtor conhece os benefícios da inoculação de bactérias promotoras de crescimento em cultivos como a soja, trigo ou arroz. Mas, o que tem sido feito nesse sentido no caso de plantas forrageiras? De acordo com Ulysses Cecato, professor doutor em forragicultura e pastagens da Universidade Estadual de Maringá, PR, ainda muito pouco, e preferencialmente com bactérias  do gênero Azospirillum. De olho nessa lacuna, ele começou a analisar, no ano passado, novas opções, que se mostraram promissoras. Os resultados dos trabalhos fazem parte da tese de doutorado da orientanda Camila Fernandes Domingues Duarte.

Nos experimentos feitos em casas de vegetação, Camila conta que duas bactérias tiveram destaque: a Pseudomonas fluorescens total e a Pantoea spp. “Das braquiárias que inoculamos, a Paiaguás foi a que respondeu melhor, seguida da Xaraés e da Ruziziensis”, afirma. O incremento na produção de massa seca de folhas, em relação ao tratamento testemunha, chegou a 62,6% no caso da cultivar Paiaguás usando a Pseudomonas fluorescens total. A Xaraés, com a mesma bactéria, respondeu com um aumento de 26,1% na produção de matéria seca e a braquiária ruziziensis ficou em 16,3%. Com a Pantoea, os números foram de 55,8%; 20,4% e 28,3%, respectivamente. Em todos os casos também houve aumento na produção de massa seca de colmo. Os tratamentos contaram com aplicação de 20 kg de N/ha no plantio.

De acordo com Cecato, a maior produção de massa seca de folhas e colmo, nos tratamentos com inoculação, pode ser justificada pelo estímulo ao aumento na produção de hormônios de crescimento pela planta.  Na primeira etapa do projeto, o objetivo foi definir quais bactérias, de um grupo de cinco, teriam melhor desempenho, para então fazer testes a campo. A partir de 2017 e em 2018, os pesquisadores irão avaliar o impacto da inoculação para as raízes, como responde a reinoculação, calcular o custo-benefício da técnica e mensurar a necessidade de aplicação de nitrogênio nos tratamentos –  já que a fixação de N promovida pelas bactérias não é suficiente para suprir a demanda do capim.

Vantagens – Para Cecato, ainda é cedo para dizer se o procedimento será de fácil aplicação no campo. “É difícil dizer no estágio em que nós estamos, mas se você pegar uma pastagem com um aumento de 62% na produção de forragem, considerando que um pasto produz 6 toneladas/ha/ano, 30% que fosse já daria 1,8 t/ha/ano a mais”, diz.

Associado a esse benefício, Cecato acredita que o custo também deve estimular o interesse pela tecnologia. “Os preços de mercado hoje da inoculação giram em torno de R$ 15/ha para o milho, por exemplo. Então, por mais que seja cedo para precisar, nós acreditamos que o uso da tecnologia será muito oportuno”. Do lado da sustentabilidade, a vantagem também é significativa, segundo o pesquisador, uma vez que seria possível reduzir a aplicação de nitrogênio no solo – que quando se perde, com a volatilização ou lixiviação, gera impacto ambiental. 

A pesquisa, financiada pela Fundação Agrisus, é feita em parceria com a Embrapa Soja e tem apoio especial da pesquisadora Mariangela Hungria. No futuro, também existe interesse em avaliar o comportamento de capins Panicum na presença das bactérias.

Fonte: Portal DBO
 

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Meio Ambiente

Controle biológico: ciência a serviço da sustentabilidade – Embrapa

A Embrapa investe em pesquisas de controle biológico de pragas desde os anos 80. Essas mais de três décadas dedicadas a estudos científicos resultaram num sólido expertise que envolve cerca de 30 unidades de várias regiões brasileiras e mais de 300 projetos de pesquisa.

Foto: Francisco Schmidt
Foto: Francisco Schmidt

A premissa básica do controle biológico é controlar as pragas agrícolas e os insetos transmissores de doenças a partir do uso de seus inimigos naturais, que podem ser outros insetos benéficos, predadores, parasitóides, e microrganismos, como fungos, vírus e bactérias.

Trata-se de um método de controle racional e sadio, que tem como objetivo final utilizar esses inimigos naturais que não deixam resíduos nos alimentos e são inofensivos ao meio ambiente e à saúde da população.

Dessa forma, a pesquisa agropecuária espera contribuir para reduzir o uso de pesticidas químicos empregados no manejo integrado de pragas, colaborando para a melhoria da qualidade dos produtos agrícolas, redução da poluição ambiental, preservação dos recursos naturais e, portanto, para a sustentabilidade dos agroecossistemas.

Tendências do controle biológico no Brasil e no mundo

Se, por um lado, o Brasil comemora o fato de ser líder mundial no setor do agronegócio, por outro lado, essa liderança impacta numa dependência crescente de insumos importados, incluindo os agrotóxicos sintéticos, imputando ao País o triste predicado de ser também líder mundial no consumo desses produtos. De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o Brasil é responsável por 1/5 do consumo mundial de agrotóxicos, usando 19% dos agrotóxicos produzidos no mundo.  

O uso intensivo de agrotóxicos sintéticos na agricultura causa diversos problemas, como a contaminação dos alimentos, do solo, da água e dos animais; a intoxicação de agricultores; a resistência de pragas a princípios ativos; a intensificação do surgimento de doenças iatrogênicas; o desequilíbrio biológico, alterando a ciclagem de nutrientes e da matéria orgânica; a eliminação de organismos benéficos e a redução da biodiversidade.

Esses dados preocupam os diversos segmentos da sociedade e têm levado à uma demanda crescente por alternativas que atendam às restrições ambientais e às exigências dos consumidores. O controle biológico, inserido no manejo integrado de pragas, é uma das opções viáveis para atender aos anseios da sociedade na busca constante por soluções sustentáveis.

No Brasil, em 2010, o mercado de produtos de controle biológico foi aproximadamente de U$ 70 milhões, equivalente a 2% da venda do mercado de agrotóxicos sintéticos. Estima-se que a área tratada com agentes de controle biológico no Brasil seja ligeiramente inferior a 8 milhões de hectares/ano. Embora elevada em termos absolutos, a participação percentual ainda é tímida nas culturas para as quais há alternativas biológicas disponíveis.

O perfil atual da indústria de agentes de controle biológico inclui, em sua maioria, pequenas e médias empresas especializadas, poucas estabelecidas há mais de 10 anos. Apesar do predomínio das pequenas e médias empresas, grandes empresas, tradicionalmente líderes no mercado de agrotóxicos sintéticos, estão adquirindo ou reativando divisões relacionadas ao desenvolvimento de biopesticidas, em função da perspectiva de negócios no mercado brasileiro.

Frente ao cenário positivo, as pesquisas de controle biológico representam uma oportunidade para a inovação e competitividade na agricultura brasileira e atendem às perspectivas ambientais e ao uso sustentável dos serviços ambientais. Com esse mercado crescente, que deverá duplicar ou triplicar mundialmente nos próximos 10 anos, é provável que a demanda para aperfeiçoar os processos relacionados ao controle biológico também aumente, gerando oportunidades para a pesquisa e parcerias para a inovação nesse campo.

O controle biológico na Embrapa

A Embrapa é uma das protagonistas na área de controle biológico no Brasil, com muitos resultados de pesquisa básica gerados nas últimas três décadas por cerca de 30 de suas unidades de pesquisa em todo o Território Nacional. Uma das prioridades da Empresa hoje é agilizar a transferência dos conhecimentos e tecnologias gerados na área de controle biológico ao setor produtivo, a partir de parcerias público-privadas, de forma a ampliar a utilização de agentes de controle biológico e reduzir o uso de agrotóxicos sintéticos.

Uma das ações da Embrapa nesse sentido foi a criação do Portfólio Corporativo de Controle Biológico em 2013. O objetivo é otimizar as ações relacionadas à essa área de atuação, fazendo com que os resultados de pesquisa cheguem com mais rapidez e agilidade ao setor produtivo.

O Portfólio pretende organizar as ações de pesquisa dentro da Embrapa, integrando profissionais, recursos, serviços, infraestrutura e parceiros, de forma a incrementar as pesquisas de controle biológico no Brasil e consolidar o protagonismo da Embrapa junto ao setor produtivo.

Paralelamente, as projeções mercadológicas apontam para um cenário positivo e crescente de produtos biológicos destinados ao controle biológico de pragas, com perspectivas de que dobrem ou até tripliquem nos próximos 10 anos em escala global. Isso significa que as pesquisas na área de controle biológico representam uma oportunidade para a inovação e competitividade na agricultura brasileira e oportunidades de parcerias voltadas à inovação.

Para garantir a qualidade do conhecimento básico gerado na área de controle biológico, ao mesmo tempo em que prioriza a transferência de tecnologias aos produtores brasileiros, a Embrapa atua hoje nas seguintes frentes:

– Implementação do controle biológico no âmbito do manejo integrado de pragas
–  Utilização de técnicas de manejo cultural e do solo que favoreçam a ação dos agentes de controle biológico (insetos benéficos, predadores, parasitóides, e microrganismos, como fungos, vírus e bactérias com potencial patogênico sobre insetos-praga) introduzidos e de ocorrência natural
– Formação de profissionais para o desenvolvimento e uso do controle biológico e para a implantação da cultura de utilização dessa tecnologia
– Participação na elaboração de políticas públicas para incentivar a utilização de agentes de controle biológico, regulamentação de pesquisa, desenvolvimento e registro de produtos à base de agentes de controle biológico.
– Estímulo à criação de empresas incubadas para o desenvolvimento desses agentes
– Desenvolvimento de produtos biológicos, em conjunto com a iniciativa privada.

Principais desafios:

– Eliminar os fatores restritivos a expansão do controle biológico
– Quebrar o paradigma da utilização do controle biológico
– Proporcionar agilidade para a exploração dos agentes de controle biológico (em desenvolvimento ou na forma do potencial de suas coleções) na Embrapa.  

Vertentes

O Controle Biológico abrange cinco vertentes: biodiversidade, estratégias de desempenho de agentes de controle biológico, integração com ações de proteção de cultivos, impactos do uso desses agentes e a sua adoção no setor produtivo.

1) Biodiversidade – prospecção, conhecimento, conservação e valoração (espectro de atividade, biogeografia, metabólitos secundários, variabilidade genética) de agentes de controle biológico nativos e exóticos, de forma a constituir bancos de ativos tecnológicos.

2) Estratégias incrementais de desempenho de agentes de controle biológico nativos e exóticos– seleção estratégica; realização de análises de bioecologia com base em características ecológicas necessárias para boa persistência de sua atividade a campo (tolerância à alta ou baixa temperatura, resistência à seca, radiação UV, outros); definição dos estádios vulneráveis no ciclo de vida da praga alvo com vistas à ampliação das possibilidades de uso desses agentes; metodologias de produção em larga escala; formulação e avaliação da sua eficiência em relação aos insetos-alvo.

3) Integração das estratégias de proteção de cultivos – estimular técnicas de manejo que favoreçam a ação dos agentes introduzidos e de ocorrência natural.

4) Impactos do uso de agentes de controle biológico – avaliar os impactos ambientais, sociais e econômicos do uso de agentes de controle biológico, com base na sua especificidade e persistência (monitoramento da dinâmica populacional desses agentes antes e após liberação a campo).

5) Estratégias incrementais de adoção de agentes de controle biológico – formação de profissionais para o desenvolvimento e uso do controle biológico e definição de metodologias para a sua transferência ao setor produtivo, incluindo cooperativas e empresas agrícolas familiares.

Fernanda Diniz (MTB/DF 4685/89)
Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia

Fonte: Embrapa

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Agricultura

Bacteriose do maracujá é combatida com microrganismos da própria planta – Embrapa

Bactérias encontradas na própria planta podem ser a solução para uma doença que provoca até 30% de perdas a fruticultores: a bacteriose do maracujá. Ao isolar organismos da superfície das folhas (filoplano), cientistas os testaram no combate à doença e conseguiram reduzir sua severidade em até 40%. A bacteriose provoca lesões nas folhas e deixa os frutos impróprios para consumo e pode exigir a eliminação total do pomar em caso de surto.
 
Foto: Bernardo Halfeld Vieira
Foto: Bernardo Halfeld Vieira

“Selecionamos os melhores isolados, e quisemos saber como essas bactérias exerciam o controle, ou seja, o modo como elas atuam”, conta Bernardo Halfeld Vieira, pesquisador da Embrapa Meio Ambiente (SP) que desenvolve a pesquisa com os colegas Alessandra Ishida, da Embrapa Amazônia Oriental (PA), e Daniel Schurt, que atua na Embrapa Roraima.

 
A doença costuma ser controlada pelo uso de produtos químicos (cúpricos) e do antibiótico casugamicina. Porém, com aplicações recorrentes, o microrganismo causador adquire resistência rapidamente. “Por não termos cultivares resistentes a essa doença disponíveis no mercado, o produtor acaba utilizando produtos químicos para o seu controle, sendo muitas vezes pouco eficientes, de custo elevado e ecologicamente não adequado”, afirma Daniel Schurt. Outro agravante é que a bactéria é transmitida pela semente e está presente em abundância nos locais de cultivo. “Oferecer uma alternativa de controle à mancha-bacteriana traz vantagens para toda a cadeia produtiva do maracujá”, diz Alessandra Ishida.
 
Remédio na própria planta
 
Utilizar microrganismos nativos contra microrganismos patogênicos à própria planta é uma estratégia interessante, segundo explica Halfeld Vieira. Por essas bactérias nativas serem adaptadas à planta de onde foram retiradas, espera-se que elas tenham maiores chances de se estabelecer na cultura e exercer seu papel de controle da doença, explica o pesquisador. “Desse modo, se pressupõe que as bactérias selecionadas utilizam algum mecanismo de antagonismo ou atuam por indução de resistência, desfavorecendo o patógeno”, detalha. “Após diversos estudos, concluímos que as bactérias selecionadas competem por fontes de nitrogênio e ferro, e, com isso, a bactéria que causa a doença tem sua capacidade de infecção reduzida”, complementa.
 
A partir desse conhecimento, os pesquisadores pretendem utilizar esses microrganismos para reduzir os danos ocasionados pela doença, além de procurar outras alternativas que limitem o acesso da bactéria fitopatogênica aos nutrientes, imitando esse mecanismo. A próxima etapa é verificar se é possível utilizar esse princípio para o controle de doenças bacterianas também em outras culturas e comprovar se as bactérias antagonistas (de combate à doença) são seguras para utilização prática.
 
Início
 
Os estudos que levaram aos microrganismos de combate começaram em 2011, coordenados pela Embrapa Meio Ambiente e cofinanciados pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Como essa doença causa prejuízos significativos em São Paulo, Pará e Roraima, cada pesquisador fez a seleção de antagonistas nesses locais e depois testaram juntos para definir quais seriam as melhores bactérias. 
 
Fonte: Internet
Fonte: Internet

Maior produtor e consumidor mundial do maracujá, com mais de 700 mil toneladas produzidas em 2009, o Brasil vem registrando significativas perdas no campo por causa da doença que é de difícil controle e de ocorrência generalizada. A partir daí, iniciou-se a verificação de como elas controlam a doença, conferindo se produziam substâncias responsáveis pelo antagonismo, além de procurar outros meios de ação.

 
O conhecimento do mecanismo de controle biológico que proporcione redução significativa da severidade da doença pode orientar os procedimentos de seleção de bioagentes, além de permitir a descoberta de novas possibilidades de controle. Nesse estudo, o controle da doença foi demonstrado utilizando-se nove bactérias nativas da planta, capazes de controlar a doença independentemente da origem do agente causal(Xanthomonas axonopodis pv. passiflorae) utilizado na pesquisa.
 
Causa da atividade antagonista
 
Foi realizado ensaio para os dois antagonistas que demonstram atividade de inibição da X. a. pv. passiflorae. Foi confirmada a capacidade de inibir o crescimento de três cepas de origens diferentes. Nas plantas, bactérias selecionadas de São Paulo e Roraima foram capazes de reduzir a severidade da doença entre 20% e 37%.
 
O conjunto de resultados mostrou que o mecanismo de competição explica a capacidade de controle de bacteriose do maracujá. Independentemente da origem da estirpe, os resultados para todos os nove antagonistas confirmam a hipótese de que a carência de ferro ou fontes de nitrogênio orgânico no filoplano é fator importante no controle da doença no maracujá.
 
Aplicações em outras espécies
 
Ainda não há evidências de que a competição é eficaz para o controle de outras bacterioses que atingem a parte aérea de outras espécies de plantas, pois há indicativos de que algumas bactérias patogênicas não requeiram aumento de população tão expressivo para que possam iniciar o processo infectivo. Também é necessário levar em consideração a composição e abundância de nutrientes secretados na superfície das folhas, que varia de acordo com cada espécie vegetal. Quanto maior a disponibilidade e diversidade de nutrientes na superfície foliar, menor as chances da competição atuar.
 
Os resultados desse trabalho fornecem uma perspectiva de como antagonistas podem reduzir a severidade da bacteriose em plantas de maracujá. Porém, são necessários mais estudos para compreender como a carência desses nutrientes altera a dinâmica populacional da bactéria nas folhas e sua capacidade de infecção.
 
 
 

Cristina Tordin (MTB 28499)
Embrapa Meio Ambiente

Fonte: Embrapa