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Mundo dos Cavalos

Reduzindo Fatalidades De Corridas De Cavalo: O Que Nós Realizamos E Para Onde Vamos Daqui?

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As ocorrências de feridos fatais em cavalos em corridas planas na América do Norte diminuíram 23% desde o início do Relatório de lesão padronizada para a base de dados do Jockey Club. A tendência decrescente das mortes começou em 2013, e alcançou significância estatística em 2015. Esta redução, acreditamos, pode ser atribuída a mudança significativa dentro da cultura do cavalo de corridas como expressas em múltiplas iniciativas de segurança. No Kentucky, essa mudança se manifestou não só como uma diminuição nas mortes de corrida, mas também diminui em rascunhos regulatórios veterinários iniciados pela falta de satisfação e número de cavalos observados doentes após uma corrida inadequada. Essas descobertas são evidências que a saúde geral da população de corrida melhorou. Muitas iniciativas de segurança foram implementadas e creditadas por contribuir com a melhora do registro de segurança. Exemplos incluem:

  • Restrições em dispositivos de tração em ferraduras
  • Mudanças na regulamentação de medicamentos terapêuticos
  • Monitoramento e gerenciamento sistemático e objetivo de superfícies de corrida
  • Implementação de regulamentos de “reivindicação anulada”
  • Credenciamento da Aliança de Segurança e Integridade das pistas de corrida na National Thoroughbred Racing Association
  • Programas de Necropsia e júri de Revisão de Mortalidade
  • Emprego de Comissários de Segurança
  • A adoção de uma Regra de Modelo pela Associação de Comissários de Corrida
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Outros afirmam que a diminuição da ocorrência de fatalidades é uma expressão do efeito Hawthorne, em que há um resultado melhorado como uma consequência da consciência de uma população em ser observada. Isso talvez não seja tão gratificante quanto a ideia de que o esforço combinado de todo o espectro dos atores de corrida, tornaram-no um esporte mais seguro. Mas, no final do dia, de qualquer forma, nós vamos aceitar. A redução de 23% nas mortes de corrida não é uma abstração. Centenas de cavalos não morreram no passado e poderia muito bem ter acontecido no passado. A mensagem importante é que a ocorrência de mortes de corrida não é imutável. Isto deve servir de incentivo e de aviso. Encorajamento na medida em que é possível uma mudança positiva, e os esforços para melhorar a segurança devem, e deve continuar. Há trabalho adicional a ser feito através da investigação de biomarcadores de doença ortopédica inicial recente, melhorando a tomada de decisões em todos os níveis que salvaguardem a saúde do cavalo a longo prazo, durante e depois de sua carreira de corrida, identificando modelos de negócios que incentivam a saúde e segurança humana e equina, e desenvolvendo relevantes e envolventes programas de educação para todos os que estão em contato com cavalos de corrida. E o aviso? A mudança também pode ser negativa. Complacência, a afirmação de uma missão realizada, coloca cavalos e seus pilotos, bem como o esporte como um todo em risco, as mortes em corridas ainda podem acontecer em consequência da inércia e de uma perda de vigilância. As ocorrências das fatalidades em corridas na América do Norte continuam a exceder em relação a outros lugares do mundo. Até que a América do Norte pode legitimamente ser reconhecida como líder na proteção da saúde, segurança e bem-estar de cavalos de raça e aqueles que viajam ou dirigem eles, nosso trabalho está longe de ser considerado feito.

Fonte:  Informativo Equestre 

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Agronotícias

Produção da farinha de tapioca de Santa Izabel do Pará é destaque em matéria nacional – Agência Pará

FOTO: ASCOM EMATER DATA: 19.07.2016 SANTA IZABEL DO PARÁ - PARÁ
FOTO: ASCOM EMATER
DATA: 19.07.2016
SANTA IZABEL DO PARÁ – PARÁ

Uma equipe de técnicos da Empresa de Assistência e Extensão Rural do Estado do Pará (Emater) acompanhou, na última terça-feira, 18, a produção de uma matéria feita pelo programa Bem Estar, da Rede Globo, na Vila de Americano, em Santa Izabel do Pará. A locação escolhida para a gravação foi o sítio do produtor Martinho Nascimento dos Santos, que trabalha com a produção da farinha de tapioca.

O objetivo da matéria foi mostrar ao público como é feita a produção da farinha que é considerada a de melhor qualidade em toda a região. A unidade familiar é resultado de um projeto elaborado pela Emater em conjunto com a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (Sedap).

Martinho dos Santos, de 62 anos, trabalha desde 1983 com a produção de mandioca e se especializou na fabricação da farinha de tapioca. A qualidade que garantiu a fama de seu produto foi alcançada a partir de uma técnica que utiliza o caroço do açaí como combustível do forno de farinha, o que assegura a temperatura ideal para que os grãos rebentem, ou no popular, “espoquem”. Atualmente, ele chega a vender 200 sacos de 100 litros por semana nas feiras e supermercados de Belém. 

O maquinário da casa de farinha é constituído por betoneira, triturador, classificador e fornos com palhetas adaptadas, que apoiam o trabalho executado. Seu Martinho faz questão de frisar que todas as máquinas são fabricadas na própria Vila de Americano, de onde inclusive, segundo ele, 70 delas já foram vendidas para produtores de São Paulo.

A visita ao sítio foi liderada pelo engenheiro agrônomo Ronaldo da Silva Sanches, chefe do escritório local no município de Santa Izabel do Pará. A matéria gravada na unidade familiar de seu Martinho será exibida nesta quarta-feira (20).

Por Edna Moura

Fonte: Agência Pará

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Dicas e Manejos

Suplementação de bovinos no período das águas

O sistema de criação de bovinos baseado na exploração de forragem é preponderante no Brasil. Por este motivo, pecuaristas que não compreendem a relação e a interação (solo x planta x animal), dificilmente utilizarão os recursos disponíveis de maneira eficiente

Bovinos manejados em regime de pasto têm como principal fonte de alimento a forragem, que possui oferta e condição variável ao longo do ano. A estação da seca (entre o outono e inverno) é marcada pela diminuição da disponibilidade deste alimento – consequência da quantidade reduzida de água, baixa temperatura e menor fotoperíodo. A qualidade desta forragem é inferior (baixos teores de proteína, energia e minerais) quando oferecida aos animais com idade de crescimento avançada.

Imagem: Boi a pasto
Imagem: Boi a pasto

Para evitar a perda de peso dos ruminantes os pecuaristas investem em tecnologia de suplementação a pasto e substituem minerais linha branca pelos proteicos, proteico-energéticos ou rações de semiconfinamento. Estes suplementos disponibilizam além dos macro e microminerais, carboidratos não estruturais e proteína. Como resultado, o ambiente ruminal é enriquecido com nitrogênio e nutrientes digestíveis totais fermentescíveis. Os microrganismos se tornam mais eficientes ao degradar fibra, os animais aumentam a ingestão de alimento e ganham mais peso. A suplementação na estação da seca é mais comum do que no período das águas e, ainda assim, muitas propriedades ainda não adotaram este tipo de manejo.

Na estação chuvosa a forragem se apresenta verde e muitas vezes abundante, o que reduz consideravelmente o uso de suplementos proteicos, proteico-energéticos e rações. Na estação das águas, o fornecimento de 80 g de suplemento mineral contendo macro (cálcio, fósforo, magnésio, enxofre e sódio) e microminerais (manganês, zinco,cobre, iodo, cobalto, selênio e ferro) propiciará 400 a 500 g de peso vivo (PV)/ animal / dia, caso não haja restrição de volumoso. Este é o principal motivo pela menor suplementação protéica nas águas, porém o desempenho dos animais poderia ser superior.

É importante ressaltar que a adoção de suplementos que forneçam somente minerais no verão não é uma prática incorreta, pelo contrário, o não fornecimento destes minerais resultaria em perdas produtivas e reprodutivas. A suplementação com fontes adicionais de proteína e carboidratos de rápida degradação ruminal resultam em:

• Maior desempenho em pastagens manejadas intensivamente – estas áreas são normalmente muito adubadas e apresentam elevados teores de nitrogênio. É necessário fornecer carboidratos visando à sincronização com a porção solúvel e de rápida degradação ruminal da proteína disponível na forragem.

• Maior desempenho em pastagens manejadas de maneira mais leniente (baixa taxa de desfolha, onde há maior presença de material senescente (morto). Neste caso, é necessário o aporte de proteína verdadeira (aminoácidos), o que resultará em maior consumo e digestibilidade do alimento.

O alto desempenho é necessário, já que a constante valorização da terra e o incremento dos custos de produção obrigam a atividade pecuária a se tornar cada vez mais eficiente. O aumento somente do teor de proteína bruta e os nutrientes digestíveis totais (NDT) do capim, no período das águas, não são suficientes para um elevado ganho de peso dos animais.

A suplementação resultará em maior investimento, porém a compensação virá com o aumento de peso (mérito individual) e da produtividade (mais @/ hectare/ ano). O período de engorda de um animal suplementado com proteinado em comparação ao ruminante que recebe apenas mineral linha branca é inferior. Este método acarreta no ganho indireto de poder retirar o animal mais cedo do pasto, disponibilizando o espaço para outro bovino, que iniciará o processo de recria ou engorda.

É fundamental que o produtor de proteína animal avalie não somente o quanto investirá na alimentação complementar, mas o retorno do capital investido quando a suplementação é realizada de maneira correta.

Fonte: Portal do Agronegócio / José Leonardo Ribeiro (Guabi)

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Pecuária

Mapa promove ações que garantem bem-estar animal

Coibir os maus tratos a animais durante o abate é uma preocupação permanente do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Pensando nisso, o Ministério da Agricultura por meio de uma parceria com a WSPA (World Society for the Protection of Animals – Sociedade Mundial de Proteção Animal), promove cursos pelo Brasil de capacitação em bem-estar animal e abate humanitário de bovinos, suínos e aves.

Imagem: Globo Rural
Imagem: Globo Rural

O treinamento é resultado de um acordo firmando entre o Mapa e WSPA, em 2008, para a elaboração do Programa Nacional de Abate Humanitário. Por meio de capacitações e treinamentos de profissionais que atuam em fazendas, granjas ou frigoríficos, o programa tem como objetivo melhorar o manejo pré-abate, bem como o abate dos animais.

Entre julho de 2009 e junho de 2012, o programa capacitou cerca de 4.550 profissionais de frigorífico, fiscalização e docentes de instituições, incluindo as capacitações nos estados de Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Mato Grosso, Goiás, Pará, Bahia e Rondônia. Em 2012, foram treinados 678 técnicos profissionais em bem-estar animal.

Em 2013, Brasil e União Europeia assinaram protocolo de cooperação técnica em bem-estar animal durante a 6ª Cúpula Brasil União Europeia. A parceria prevê um Grupo de Trabalho para intercâmbio regular de informações e cooperação técnica para a melhoria dos sistemas de criação dos animais destinados a produção de alimentos, do seu nascimento ao momento do abate.

Outra ação sob avaliação do Ministério da Agricultura, em parceria com a Casa Civil, estuda apresentar um Projeto de Lei para ampliar os serviços voltados ao bem-estar animal.

Violação das práticas de abate humanitário

Com relação aos animais que são abatidos sem os devidos controles previstos na legislação veterinária vigente, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) informa que estados e municípios têm total autonomia de legislação e de gestão sobre as práticas utilizadas. Os estabelecimentos que adotam tais procedimentos que violam as práticas de abate humanitário, descrito na Instrução Normativa nº 3/2000, estão sujeitos a sanções cabíveis no caso, que vão desde multas à suspensão do abate. O Mapa concluiu este ano a revisão desta IN com o objetivo de elevar o nível de proteção dos animais no momento do abate. Em breve a proposta da Instrução será submetida à Consulta Pública.

Quanto a denúncias de abates irregulares, o Ministério da Agricultura participa e sugere ações conjuntas com os órgãos da agricultura, como Secretarias de Agricultura Estaduais e Municipais, órgãos componentes do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária (SNVS) e do Sistema Nacional de Defesa do Consumidor (SNDC), com posterior comunicação ao Ministério Público Estadual e/ou Federal.

Atualmente, existem 277 estabelecimentos de matadouros de bovinos e 126 de suínos registrados junto ao Serviço de Inspeção Federal (SIF) do Ministério da Agricultura.

Transporte X qualidade

O bem-estar animal no transporte rodoviário e a garantia da procedência da carne brasileira são desafios perseguidos pelo Mapa para garantir um produto de qualidade na mesa do brasileiro. As ações de fiscalização já começam no transporte, onde o animal sofre forte stress. Atento, o ministério é o responsável por propor normas e recomendações técnicas de boas práticas para o bem-estar do animal de produção.

As ações prosseguem no próprio estabelecimento, onde o animal repousa (durante 6 a 24 horas), antes de ser abatido. É o momento de repor as energias, se adaptar ao novo local e para a observação de seu comportamento por médico veterinário especializado, que tomará as medidas cabíveis caso haja alguma alteração. Em um estabelecimento de abate de bovinos, certificado pelo Serviço de Inspeção Federal (SIF), o animal é submetido a uma série de análises e exames, antes e após o abate, para garantir ao consumidor final um produto de qualidade. A constatação de alterações nos animais antes do abate determina sua separação do lote e evita a entrada de animais portadores de doenças infecto-contagiosas na sala de abate, que além de atentar contra a saúde pública, contaminam as instalações e equipamentos. Enquadram-se neste tipo de doenças: a raiva, o tétano, o carbúnculo, entre outras.

O Ministério está trabalhando na normatização do transporte de animais de produção com foco no bem-estar animal.

SIF X Procedência

O Ministério da Agricultura também está atento e ressalta a importância de regular o transporte e o abate desses animais, sob pena de riscos de contaminação da carne e da toxinfecção alimentar. Por isso, o Mapa chama atenção para a importância da compra de produto bem embalado, refrigerado e, principalmente, com o selo do SIF que atesta a qualidade. A orientação é para procurar sempre um produto que seja ‘sifado’ e que tenha procedência de um local que o consumidor conheça.

O SIF tem o controle da origem dos produtos. Cada animal abatido é fiscalizado por uma equipe do Mapa composta por veterinários e auxiliares, além de profissionais contratados pela própria empresa. Em caso de detecção de irregularidades no procedimento de colocação do SIF, o processo de produção é interrompido, há a autuação do estabelecimento e a avaliação do risco para a produção. O processo só é retomado quando a empresa apresentar um plano de prevenção. As vistorias nesses estabelecimentos são diárias e já começam antes do início da produção.

Dados do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Dipoa) apontam para 277 os abatedouros de bovinos sifados no País. No ano passado, foram analisadas 75.020 amostras de produtos de origem animal, sendo que 94% apresentaram conformidade com os padrões legais vigentes.

O Serviço de Inspeção Federal atua junto a cada estabelecimento, exigindo as boas práticas de fabricação e examinando os animais, antes e após a sua morte, descartando quaisquer produtos que sejam considerados impróprios para consumo.

O que diz a lei sobre a fiscalização de produtos de origem animal

As fiscalizações do Ministério da Agricultura se referem às produções que circulam entre estados e para exportação, cabendo por Lei aos estados (fiscalização de circulação intermunicipal) e municípios (apenas no município).

Importante ressaltar que é obrigatória a prévia fiscalização, sob o ponto de vista industrial e sanitário, de todos os produtos de origem animal, e conforme estabelecido pela Lei nº 7.889 de 23/11/1989. A referida fiscalização de estabelecimentos devidamente registrados em órgão município/estado que aderiram ao SISBI/POA de forma voluntária, prioritariamente, promovem a proteção à saúde da população, pois existe a necessidade de promoção de atividades que objetivem a redução da produção e comercialização de produtos de origem animal sem inspeção oficial.

Tal fato agrega valor aos produtos elaborados no município em decorrência da garantia da qualidade regulamentar e, por conseguinte, a inocuidade daqueles que são entregues ao consumo, além de promover o recolhimento de impostos e incentivo ao emprego formal com qualificação de mão de obra.

Fonte: Ministério da Agricultura

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Reprodução Animal

Bem-estar no manejo reprodutivo

A população mundial tem demandado por alimentos produzidos de forma saudável e com garantias de bem-estar animal. Observa-se, nos últimos anos, aumento no número de propriedade que adotam medidas nesta perspectiva, entretanto, atingem um percentual ainda muito restrito. Isto possivelmente está associado a resistência por parte de alguns produtores e técnicos tradicionalistas, pelo desconhecimento dos benefícios que as mudanças de atitude trarão à rotina de manejo com os animais.

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Imagem: olhardireto

Além disso, do retorno financeiro que virá agregado ao produto mais seguro, nutritivo e saboroso. Deste modo, sistemas de produção que respeitam os animais, assegurando-lhes bem-estar do nascimento ao abate, tem sido reconhecidos com grande mérito.

Neste contexto, um conceito bastante utilizado é ambiência; definição de conforto baseada na interação do animal com o ambiente social, clima, instalações e o homem. O comportamento em resposta a estes contatos podem afetar a expressão máxima do potencial do individuo, tanto sob o aspectos produtivos como reprodutivos. Manejos mal conduzidos podem ocasionar agitação dos animais, agressividade, competições por espaço, riscos de acidente, ingestões inadequadas de água e alimentos, desconforto térmico, entre outros.

Estes fatores estressantes levam a perdas na produtividade, quando destaca-se o baixo ganho de peso. Do mesmo modo, há comprometimento da eficiência reprodutiva por deficiente detecção de comportamentos sexuais de estro, baixa qualidade seminal, inadequadas taxas de prenhez e concepção, problemas de absorção embrionária e abortamentos, etc.

As medidas indicadas para o manejo com os animais, a fim de atingir suas zonas de conforto, baseiam-se em estudos comportamentais. O objetivo final é a expressão de comportamentos natos do animal em resposta ao seu pleno bem-estar. Importantes pontos a serem considerados são: densidade de animais por lote; relação macho:fêmea; área de sombreamento; distribuição de fontes de água na pastagem; formação de lotes homogêneos, evitando mistura-los; forma de contato do homem com os animais, buscando condutas tranquilas; adequação das instalações ao manejo; ausência de poluição sonora e ambiental; seleção de indivíduos adaptados ao clima da região de criação; entre outros.

Contudo, a aplicação de procedimentos de bem-estar tem se tornado cada vez mais reconhecido e importante, especialmente quando o manejo com os animais é mais ativo. Assim, como a etapa de reprodução requer a intensificação do manejo, a utilização de práticas de bem-estar é indispensável.

Referências bibliográficas:

COSTA E SILVA, E.V. Estresse e Manejo reprodutivo de bovinos de corte: problemas e soluções. In: Simcorte. Disponível em: http://www.simcorte.com/index/Palestras/q_simcorte/simcorte16.pdf Acessado em: 04. fev. 2013.

DOBSON, H.; FERGANI, C.; ROUTLY, J.E.; SMITH, R.F. Effects of stress on reproduction in ewes. Animal Reproduction Science, v.130, p.135– 140, 2012.

PARANHOS DA COSTA, M.J.R. Ambiência na produção de bovinos de corte a pasto. In: ENCONTRO ANUAL DE ETOLOGIA, 18, 2000, Florianópolis, Anais… Florianópolis, SBEt, 2000, p.26-42.

ROGER, P.A. Welfare issues in the reproductive management of small ruminants. Animal Reproduction Science, v.130, p.141– 146, 2012.

 

Fonte: FarmPoint

Maria Emilia Franco Oliveira – Jaboticabal – São Paulo