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Freio de mão puxado no mercado do boi gordo

Fonte: Pixabay

A suspensão da exportação de carne bovina para China continua afetando o mercado interno.

Alguns frigoríficos estavam fora das compras na última quinta-feira (6/6). É praticamente uma semana sem negócios.

Por outro lado, os frigoríficos que estão ativos aproveitam para pressionar negativamente os preços da arroba do boi gordo.

Em São Paulo, estado que aparentemente mais sofreu os impactos da suspensão, existem frigoríficos ofertando até R$10,00/@ a menos em relação ao que ofertavam na semana passada.

Contudo, nesses patamares não há negócios. Os produtores estão retraídos. Diante desse cenário de incertezas, ter cautela é a estratégia coerente.

E devido a esta resistência dos pecuaristas paulistas, as indústrias estão tentando trazer boiadas de Goiás e Minas Gerais para preencher as escalas, tarefa que não tem sido fácil.

No estado os poucos negócios realizados são a R$149,50, à vista e livre de Funrural. É o menor preço desde dezembro de 2018 e representa uma queda de 2,6% na comparação semanal.

Essa situação deverá mudar assim que o nível de carne nos frigoríficos diminuir.

Resposts: DestaqueRural

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Pecuária

Oferta reduzida e firmeza nas cotações do boi gordo

Os pecuaristas, em sua maioria, mantêm a estratégia de retenção e os frigoríficos encontram dificuldade para comprar as boiadas. O resultado disso é firmeza nas cotações da arroba.

Os pastos com maior qualidade e capacidade de suporte, devido aos melhores volumes de chuvas nos últimos dois meses, e as altas no mercado de reposição, que causam piora na relação de troca para o invernista, estimulam a estratégia de retenção do boi gordo.

Do início do mês até aqui, na média de todas as 32 praças pecuárias pesquisadas pela Scot Consultoria, as cotações para a arroba do boi gordo, considerando os pagamentos a prazo, subiram 0,9%, mesmo março sendo um mês em que sazonalmente há maior oferta, devido ao descarte de matrizes.

Esse cenário de oferta restrita não deve ter grandes mudanças no curto prazo, já a demanda pode melhorar com a expectativa de maior escoamento da carne na virada do mês. Fatores estes que podem manter a firmeza do mercado nos próximos dias.

Reposte: DestaqueRural

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Boi gordo: segunda quinzena começa com preços em alta

Oferta limitada de boiadas mantém o mercado com preços firmes

Não tem sido fácil compor as escalas de abate e, mesmo com a entrada da segunda quinzena (período tipicamente de menor demanda), a oferta limitada de boiadas mantém o mercado com preços firmes.

No fechamento da última segunda-feira (18/3) parte das indústrias ficou fora das compras, já os frigoríficos que estavam ativos tiveram dificuldade em conseguir efetivar as compras.

O destaque ficou por conta de Paragominas-PA, onde o preço do boi gordo subiu 1,4% em relação à última sexta-feira (15/3) e fechou em R$140,00/@. Por lá, o excesso de chuvas tem dificultado o transporte dos animais, colaborando com a menor disponibilidade e preços firmes.

No mercado atacadista de carne bovina com osso, o preço do boi casado castrado teve ligeira alta, de R$0,02/kg, valorização sútil, mas que evidencia um mercado com preços sustentados, mesmo no início da segunda quinzena.

SCOT CONSULTORIA

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Redução da dose da vacina contra aftosa valerá a partir de maio

A vacina contra a febre aftosa vai ter sua dose reduzida de 5 ml para 2 ml na primeira etapa de vacinação de bovinos e bubalinos, que será realizada a partir de maio, na maioria dos estados brasileiros. Diego Viali dos Santos, chefe da Divisão de Febre Aftosa e outras Doenças Vesiculares (Difa) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), lembra que nessa primeira etapa de vacinação do ano, a grande maioria do país vai imunizar todo o rebanho, conforme calendário de vacinação disponível no site do Mapa.

Apenas no Acre, Espírito Santo e Paraná a dose será aplicada apenas em animais jovens (de até 24 meses de idade). O estado do Amapá, devidos a suas condições peculiares, realiza a vacinação anualmente somente no segundo semestre. A mudança da dose está prevista no Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa (PNEFA), que deverá culminar com a retirada total da vacinação no país prevista até 2021.

A expectativa de Diego Viali dos Santos é de que com a redução da dosagem, ocorram menos reações nos animais (caroços, inchaço). Além disso, com frascos menores, as vacinas ocuparão menos espaço, facilitando o transporte e reduzindo o custo de refrigeração. “Os laboratórios produtores possuem estoque suficiente do novo produto para atender à demanda dos criadores”, afirmou.

O ministério preparou um manual para fiscalização do comércio de vacinas contra a febre aftosa, atualizando a publicação de 2005. A versão digital, contendo orientações aos Serviços Veterinários Estaduais e aos distribuidores sobre a qualidade exigida ao produto deverá ser disponibilizada nesta semana.

Cuidados com as vacinas

Compre as vacinas somente em lojas registradas.

Verifique se estão na temperatura correta: entre 2° C e 8° C.

Para transportá-las, use uma caixa térmica, coloque três partes de gelo para uma de vacina e lacre.

Mantenha a vacina no gelo até o momento da aplicação. Escolha a hora mais fresca do dia e reúna o gado. Mas lembre-se: só vacine bovinos e búfalos.

Durante a vacinação, mantenha a seringa e as vacinas na caixa térmica e use agulhas novas, adequadas e limpas. A higiene e a limpeza são fundamentais para uma boa vacinação.

Agite o frasco antes de usar e aplique a dosagem certa em todos os animais: 2 ml.

O lugar correto de aplicação é a tábua do pescoço, podendo ser no músculo ou embaixo da pele. Aplique com calma.

Lembre de preencher a declaração de vacinação e entregá-la no serviço veterinário oficial do seu estado juntamente com a nota fiscal de compra das vacinas.

 

Respost: Beefpoint

 

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Mercado do boi gordo inicia a semana sem direção

Imagem créditos: Famato

Agentes tateando o mercado na última segunda-feira (4/2)

No Rio Grande do Sul, a boa oferta de boiadas abriu espaço para as indústrias ofertarem preços abaixo da referência. No estado, a cotação da arroba caiu 2,8% na comparação dia a dia.

Nas regiões de Goiânia-GO, Sul da Bahia, Sudoeste de Mato Grosso e Espírito Santo o cenário foi semelhante. Neste último a queda foi de R$2,00/@ e as programações de abate atendem, em média, sete dias. Nas regiões onde a oferta não é suficiente e não acompanha o ritmo de reabastecimento dos estoques, a arroba foi pressionada para cima. Isso ocorreu nas praças de Belo Horizonte-MG, Redenção-PA e Norte do Tocantins. Em São Paulo a semana começou com mercado calmo, sem alterações nos preços e volume pequeno de negócios.

 

Repost: Agrolink

 

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Central lança primeiro aplicativo para raças de corte

Ferramenta é voltada para o mercado de Inseminação Artificial

A GENEX, uma das empresas líderes no segmento de inseminação artificial (IA) no Brasil, lançou o primeiro aplicativo do mercado de inseminação para raças de corte, o GENEX Beef.

O aplicativo é gratuito e apresenta todos os touros da bateria taurina da GENEX das raças Angus, Red Angus, Simental, Hereford e Charolês, com suas DEPs, pedigrees, fotos e vídeos. Os usuários podem pesquisar os touros individualmente pelo nome, código NAAB ou número de registro ou classificar e filtrar por DEPs ou índices econômicos.

Segundo a gerente de produto corte da GENEX, Juliana Ferragute, a empresa está sempre buscando utilizar a tecnologia para facilitar o dia a dia do pecuarista. “Com o aplicativo será possível ter um verdadeiro catálogo de bolso digital, com a tranquilidade de poder comparar os touros de forma rápida e sempre com informações atualizadas”, detalha.

Prova disso é que o aplicativo agora compõe um leque de soluções tecnológicas já disponibilizados para os clientes GENEX de corte e leite, como os programas ReproCheck e MilkCheck, o aplicativo GENEX Dairy, além da Realidade Aumentada inserida nos catálogos da central.

O aplicativo GENEX Beef está disponível para os sistemas operacionais Android e iOS e após o download inicial dos dados, não é necessária uma conexão com a Internet para pesquisar ou classificar os touros. Os usuários são notificados quando novos dados genéticos estiverem disponíveis para download.

 

Repost: Attuale Comunicação GENEX Beef

 

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Deputados do MT aprovam aumento dos impostos sobre o Agro de R$ 1,465 bilhão

Deputados estaduais do MT aprovaram ontem à noite, por unanimidade, o novo Fethab (Fundo Estadual de Transporte e Habitação) que aumenta a arrecadação sobre o setor do agronegócio em Mato Grosso em mais de meio bilhão de reais por ano. A proposta do governador Mauro Mendes já  havia sido aprovado em primeira votação na semana passada e ontem à noite voltou à pauta com substitutivo integral feita por Dilmar Dal Bosco (DEM), que alterou a alíquota dos setores, mas manteve a previsão de arrecadação, informa o repórter Carlos Gustavo Dorileo, do site Olhar Direto.

A previsão de arrecadação com o substitutivo é de R$ 1,465 bilhão, ou seja, cerca de R$ 500 milhões a mais por ano se comparado com o Fethab que estava em vigor até então. O deputado Wilson Santos (PSDB) usou a tribuna para defender a taxação do setor e disse que “hoje foi um dia histórico para Mato Grosso, por ampliar a arrecadação sobre o setor mais capitalizado do Estado”.

O novo Fundo propõe alterações nas alíquotas incididas sobre valor da UPF na comercialização de produtos do agronegócio. A UPF (Unidade Padrão Fiscal) é um indexador que incide sobre taxas já cobradas pelo Estado como, por exemplo, o ICMS.

Acompanhe as mudanças previstas em Projeto de Lei:

Soja – No Fethab de 2018 para cada tonelada de soja em grãos transportada, o contribuinte deve destinar ao Fundo 19,21% do valor da UPF. Na nova proposta, a alíquota sobe para 20% da UPF na soja em grão e 20% se a carga for para exportação, creditando recolhimento anterior. A previsão é de que sejam arrecadados R$ 850 milhões anuais.

Algodão – Hoje, o recolhimento é de 20,47% da UPF por tonelada de pluma comercializada. No regime proposto a alíquota passa para 75% da UPF por tonelada exportada, com previsão de R$ 250 milhões de arrecadação. No algodão também haverá redução do incentivo fiscal do PROALMAT que constituirá em um aumento da carga de ICMS de 3% para 4,8%.

Gado em pé – O índice atual é de 23,52% do valor da UPF por cabeça de gado destinada ao abate. A nova alíquota elevaria para 24% do valor da UPF por cabeça de gado para o abate. A previsão é que em 2019 sejam arrecadados R$ 175 milhões.

Madeira – O percentual fixado até 2015 era de 9,305% da UPF por metro cúbico de madeira transporta, alíquota que foi zerada de 2016 a 2018. Na proposta sobe para 10% da UPF por metro cúbico de madeira transportada, com previsão de arrecadar R$ 20 milhões neste ano.

Milho – O recolhimento passa a ser de 6% do valor da UPF por tonelada de milho destinada a outros Estados e também à exportação. É previsto neste ano um total de R$ 150 milhões em arrecadação.

Carne desossada e carne com miudezas – A alíquota será de 0,04% no valor da UPF por quilograma de carne das espécies bovina ou bufalina transportada. O incremento de receita é estimado em R$ 20 milhões para este ano.

“PACTO POR MATO GROSSO”

No projeto do governador Mauro Mendes, 30% dos recursos do Fundo serão destinados à execução de obras de infraestrutura de transporte, incluindo manutenção, conservação, melhoramento e segurança. Outros 10% para capitalizar a MT PAR e investir em projetos de interesse do Estado de Mato Grosso. E outros 60% serão destinados em ações nas áreas de segurança pública, saúde, educação e assistência social.

Segundo o governador Mauro Mendes o aumento dos impostos obre o Agro integra um pacote de aumentos denominado “Pacto por Mato Grosso”.

A proposta visa conter as dificuldades financeiras enfrentadas atualmente pelo Estado. A intenção do Governo com a modificação da Lei n° 7.263/2000, é ampliar a arrecadação estadual e compensar as perdas provocadas pela Lei Kandir, que prevê repasses da União ao Estado a título de compensação pela desoneração do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre as exportações.

 

Repost: Olhar Direto/NA

 

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Cenário positivo para o mercado do boi gordo

Foto: Scot Consultoria

A oferta limitada de boiadas associada ao período de início de mês, quando normalmente há maior demanda, mantém os preços sustentados.

Além disso, em algumas regiões as chuvas têm atrapalhado o transporte de bovinos, o que dificulta a aquisição de matéria-prima pelas indústrias. É o caso de Rondônia e do Pará, por exemplo.

No levantamento da última terça-feira (4/12), em São Paulo, o boi gordo subiu 0,3% e ficou cotado, em média, em R$149,50/@, a prazo, livre de Funrural. No estado, as programações de abate atendem em torno de cinco dias.

Destaque para a região de Goiânia-GO, onde a cotação subiu 1,5% na comparação com o fechamento de segunda-feira (3/12) e ficou, em média, em R$138,00/@, à vista, livre de Funrural.

A espectativa de maior escoamento de carne bovina explica este cenário.

A exceção ficou por conta da região de Três Lagoas-MS. Na praça, mesmo sem excesso de boiadas, esta ainda tem sido suficiente para atender a demanda.

por Felippe Reis

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Brasil bate recorde de exportação de gado vivo, diz Scot Consultoria

Foto: Governo do Maranhão

O Brasil exportou 810 mil cabeças de bovinos vivos no acumulado de 2018, segundo a Scot Consultoria. Além do crescimento de 102,2% frente ao ano anterior, este resultado representa recorde de volume na série histórica. O faturamento no ano passado cresceu 104,4% frente a 2017.

Queda no fim do ano

Segundo o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, foram exportadas 39,8 mil cabeças de bovinos em dezembro, com um faturamento total de US$25,11 milhões. O volume foi 42,2% menor que em novembro, o que já era esperado por dezembro ser um mês em que as negociações perdem ritmo devido às festividades.

Os países importadores no mês de dezembro foram Egito (17,7 mil cabeças), Turquia (13,5 mil cabeças), Jordânia (2,9 mil cabeças), Iraque (2,5 mil cabeças) e Líbano (3,0 mil cabeças).

Por Canal Rural

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Pecuaristas acreditam em estabilidade no preço da arroba do boi em 2019

 

 

Depois de um ano com grandes oscilações no preço da arroba do boi, os pecuaristas da região de Araçatuba começam 2019 com expectativas de melhora no cenário econômico. Em 2018, a arroba iniciou o ano a R$ 146, chegando a R$ 138 em junho, fechando em R$ 149, uma oscilação de quase 8%.

Situação que fez com que Carlos Mestriner, proprietário da Agropecuária Ônix, de Birigui, buscasse alternativas para garantir as vendas. Desde 2003, a fazenda trabalha com produção de Nelore para corte, fornecendo carne para frigoríficos do estado de São Paulo e do Mato Grosso do Sul. E também, com produção de matrizes e touros para uso próprio e venda de genética.

“Tivemos que administrar bem o preço das vendas em 2018. Vendemos em todos os meses, sendo que em alguns, pegamos em baixa, em outros, um pouco mais acima. Conseguimos ter, pelo menos, um equilíbrio nos preços para supera essa oscilação”, explica.

Além de procurar vender a um preço médio durante o ano, Mestriner destaca que teve que fazer algumas mudanças para diminuir custos. A troca de fornecedores para garantir melhores preços na compra de suplementação alimentar para o gado foi uma delas. Isso por que, a seca predominou no ano passado, prejudicando as pastagens e aumentando a necessidade de suplementar a alimentação dos animais.

“Foi um ano difícil. Pois além da oscilação da arroba, sobretudo com preços baixos, tivemos o agravante da falta de chuva, que afetou muito as pastagens e o aumento no preço dos insumos. Isso onerou muito a pecuária”, ressalta.

Para este ano, o pecuarista acredita que o cenário será melhor. “A safra que começou já está mais firme e não deverá cair. Acredito que 2019 venha com um cenário mais positivo que 2018”, finaliza.

A responsável pelo departamento administrativo da Nelore Zeus, em Birigui, Adriana Renata Rodrigues, acredita que 2019 promete ser promissor para o agronegócio. “Acreditando nessa melhoria do mercado, estaremos em 2019 disponibilizando um numero maior de touros melhoradores, touros mais jovens, apostando no aumento da produção de bezerros e na maior valorização da arroba”, afirma.

Ainda segundo ela, as exportações tendem a crescer atraindo assim uma maior procura pelos frigoríficos para compra de gado, dessa forma o pecuarista consegue negociar melhor sua venda, pois a pecuária trabalha com uma margem apertada.

ABERTURA DE MERCADO

Para o consultor de negócios, Fernando Fabris, a expectativa do mercado é de preços bons em 2019, com a melhora da economia e abertura de novos mercados para exportação de carne bovina. Fabris lembra que, dentre esses mercados, estão a Rússia, que após as eleições de 2018 voltou a comprar carne bovina do Brasil. O consultor afirma que, com o dólar alto, as exportações se tornam ainda mais vantajosas para os criadores.

O Cepea/Esalq USP, o Centro de Pesquisas Econômicas da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, campus da Universidade de São Paulo em Piracicaba, informou, em dezembro, que, apesar da variação durante 2018, o preço da arroba se manteve firme em dezembro. Esse contexto está atrelado aos valores da carne negociada no mercado atacadista e à menor oferta de animais prontos para abate.

Outro fator para a elevação da arroba em alguns períodos do ano passado, segundo o Centro, foi o volume recorde das exportações no segundo semestre de 2018 e a necessidade de aquisição de lotes de animais com características diferenciadas. Conforme o Cepea, mais especificamente na segunda metade de 2018, a baixa disponibilidade de lotes de animais confinados nos primeiros giros – dado o custo aumentado de produção – também foi responsável por impulsionar os valores da arroba.

 

Data de Publicação: 11/01/2019 às 11:30hs
Fonte: Pontual Comunicação