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Festival da Avicultura Paraense traz conhecimento técnico ao produtor rural – Agência Pará

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Palestras, oficinas e cursos, além de atrações culturais fazem parte da programação do 7º Festival da Avicultura Paraense (Avefest Tec), evento que reunirá informações técnicas em diversos setores da agropecuária. O Avefest Tec foi aberto oficialmente na noite desta sexta-feira (4) e seguiu até domingo (6), na área do Sindicato dos Produtores Rurais de Santa Isabel e Santo Antônio do Tauá, realizador da programação. O Governo do Estado, por meio da Agência de Defesa Agropecuária do Pará (Adepará), é parceiro do evento.

A palestra de abertura, que teve como tema “Impactando em vendas e gerando resultados”, será ministrada por Thiago Santos. A programação prosseguiu pela amanhã (5), com debates sobre a regularização ambiental de propriedades rurais, soluções para irrigação de plantas e diagnóstico de doenças em aves. O domingo está reservado para uma tarde de brincadeiras e informações para as crianças, com música ao vivo e entrega de certificados aos produtores rurais participantes.

O presidente do Sindicato, Hebert Koji Yamanaka, explica que, este ano, o Avesfet ganhou a terminação ‘Tec’ com a finalidade de levar também conhecimento técnico aos participantes. “O evento quer mesmo é congregar o setor agropecuário dos dois municípios, que são os dois maiores polos da avicultura paraense. O conhecimento técnico trazido está fazendo a diferença, teve cerca de 700 pessoas participando de oficinas e cursos e esse é um bom número”, diz.

Segundo Koji, a diversidade na programação foi também uma necessidade dos produtores, já que muitos granjeiros também trabalham com outras cadeias produtivas, como a pimenta do reino.

O Avefest é considerado o maior evento de avicultura do Norte do Brasil, recebendo o reconhecimento legal através da Lei nº 67.671 de outubro de 2012, que transformou o evento em Patrimônio Cultural de Natureza Imaterial do Estado do Pará. “Por se tratar de um grande evento e de um setor em crescimento, a Adepará tem um importante papel no desenvolvimento das atividades ligadas, especialmente com a certificação de registros dos estabelecimentos, garantindo, desta forma, a sanidade e a qualidade dos produtos avícolas. O trabalho é todo realizado em parceria com a Associação Paraense de Avicultura (Apavi)”, diz o gerente regional da Adepará em Castanhal, Moacir Vasconcelos.

Oficinas – A programação da sétima edição do Avesfest Tec foi iniciada no dia 31 de novembro, com oficinas e mini cursos abordando assuntos diversos, entre eles, arranjos com flores naturais, horticultura, vendas diretas ao campo, custos para produzir, uso correto de epi´s, desossamento de frango, filetagem de pescado, cultivo e orquídeas e gastronomia da farinha de tapioca. Além da Adepará, Emater e Sedap também são parceiras do evento.

Por Camila Moreira

Fonte: Agência Pará

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Avicultura

Exportações de carne de frango crescem 5% em 2016, aponta ABPA – Notícias Agrícolas

Mercados da Ásia e América do Sul são destaques nas vendas de carne suína in natura

Fonte: Internet
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Apesar do menor desempenho registrado em outubro, as exportações brasileiras de carne de frango mantiveram ritmo crescente em 2016.  Conforme números levantados pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), os embarques do setor (considerando todos os produtos, entre in natura, embutidos e outros processados) registraram crescimento de 5% entre janeiro e outubro na comparação com o mesmo período do ano passado, com total de 3,693 milhões de toneladas.

Em outubro, entretanto, houve retração de 4,5% nas exportações em relação ao décimo mês de 2015, com total de 314,7 mil toneladas.

Conforme o vice-presidente de mercados da ABPA, Ricardo Santin, alterações no ritmo de vendas para mercados da Ásia, como o Japão, influenciaram a retração dos embarques no mês passado.

“Em setembro, as exportações para o Japão chegaram a 47 mil toneladas, diante de uma média mensal de 32 mil toneladas registrada até então. O total de 22 mil toneladas embarcadas para o país em outubro mostram que houve um adiantamento de parte das vendas no mês anterior”, explica Santin.

Outros fatores também influenciaram o desempenho das vendas efetivadas em outubro, conforme explica o presidente-executivo da ABPA, Francisco Turra.

“Houve recentemente a suspensão das exportações de produtos de cinco plantas para a China para ajustes documentais, o que impactou o saldo final do mês.  Soma-se a isso a ausência de embarques para a Venezuela, que em outubro de 2015 superaram 10 mil toneladas”, detalha.

No saldo cambial, houve retração de 2,2% nos resultados de outubro em comparação com o ano anterior, totalizando US$ 509,9 milhões.  No ano, a redução é de 3,57%, com US$ 5,748 bilhões.

Já em reais, o total das vendas dos 10 primeiros meses de 2016 gerou receita de R$ 20,05 bilhões, número 3,83% superior ao alcançado no mesmo período de 2015.  Considerando apenas o mês de outubro, entretanto, houve retração de 20% no desempenho, com R$ 1,6 bilhão.

Carne suína in natura – As exportações de carne suína in natura totalizaram em outubro 53,2 mil toneladas, volume 21% superior ao alcançado no mesmo período de 2015.  No ano, a elevação chega a 38,8%, com 527,3 mil toneladas embarcadas.

Com números positivos também no resultado cambial, os embarques do produto in natura alcançou saldo de US$ 133,1 milhões, 23% acima do registrado no ano anterior.  Entre janeiro e outubro, os incrementos chegaram 12,8%, com 1,099 milhão de toneladas.

Em reais, as altas atingiram 1% em outubro (com R$ 423,9 milhões) e 18,6% no ano (com R$ 3,8 bilhões).

“Os destinos da Ásia e da América do Sul tiveram destaque nos resultados do mês passado, especialmente Hong Kong, Argentina e Uruguai”, destaca Rui Eduardo Saldanha Vargas, vice-presidente técnico da ABPA.

Fonte: Notícias Agrícolas

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Frango Vivo: Mercado segue retraído com período de menor consumo no mês – Notícias Agrícolas

Fonte: Internet
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O mercado de frango vivo registrou mais um dia sem reação de preços nas principais praças de comercialização. Na quinta-feira (27), os negócios ocorrem a R$ 3,10/kg em São Paulo e a R$ 3,30/kg em Minas Gerais. O mercado tem registrado semana de lentidão, devido ao período do mês de menor consumo.

A Scot Consultoria aponta que os frigoríficos estão fazendo poucas aquisições, buscando não acumular estoques em função da última quinzena do mês. Além disto, na última semana foi registrada baixa de preços no atacado.

Com isso, os custos de produção voltam a preocupar o setor, que trabalha com margens negativas há meses devido aos preços praticados para o milho e farelo de soja no mercado interno. Apesar disto, houve uma retração nos preços do cereal na última semana.

O Cepea (Centro de Pesquisas Avançadas em Economia Aplicada) explica no boletim desta semana que a diminuição da presença de compradores pressionou as cotações do milho. “Segundo pesquisadores do Cepea, esses compradores apostam em novas quedas nos preços, fundamentados na expressiva diferença entre os valores domésticos e internacionais e também no menor ritmo das exportações”, explica o boletim.

Além disto, o último levantamento de custos de produção da Embrapa Suínos e Aves já apontava para uma redução nos custos de insumos para alimentação. Em setembro o  ICPFrango/Embrapa registrou recuo de 3,55% em relação a agosto, atingindo 211,50 pontos.

Por outro lado, no acumulado do ano a alta é de 6,30% para os custos de produção, enquanto que em 12 meses a variação é de 11,03%. Os dados de nutrição voltam a ser o maior fator de baixa nos gastos de setembro, com recuo de 3,24%.

Por: Sandy Quintans

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Brasil se torna – enfim! – o segundo maior produtor mundial de carne de frango – Avisite

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Ao longo dos últimos anos, em várias ocasiões, o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA), ao projetar as tendências mundiais da carne de frango, apontou o Brasil como segundo maior produtor mundial, superando a China e ficando atrás, apenas, dos EUA.

Mas isso nunca se concretizou, seja porque a produção brasileira reduziu seu ritmo de expansão ou porque a expansão chinesa acabou sendo maior que a originalmente prevista.

No biênio 2010/2011, por exemplo, a produção brasileira foi muito similar à chinesa, sinalizando superação muito próxima. Mas nos dois anos seguintes o volume de carne de frango produzido retrocedeu e o segundo lugar tornou-se algo mais distante.

Nos dois últimos anos (2014 e 2015) o processo se repetiu. Mas, desta vez, a possibilidade de a China vir a obter incremento anual da ordem de 4% (como ocorreu em 2012) foi tolhida pela política sanitária chinesa.

Explicando, com a ocorrência de Influenza Aviária nos EUA, em 2015 o governo chinês fechou totalmente as portas aos produtos avícolas norte-americanos. Como isso incluiu reprodutoras, a avicultura chinesa perdeu as condições de manter a produção anterior e o previsto para este ano é um volume de carne de frango cerca de 5% menor.

O Brasil, com certeza, dificilmente atingirá os 13,6 milhões de toneladas que vêm sendo previstos pelo USDA. Mas, também com certeza, a produção brasileira estará acima dos 13 milhões de toneladas.

Assim, ainda que o ano tenha sido marcado por eventos que colocaram a atividade em dificuldades jamais observadas, em 2016 a avicultura brasileira poderá comemorar o título de segundo maior produtor mundial de carne de frango.

Fonte: Avisite

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Frango: Preço da carne segue em alta no Brasil; vendas ao Japão elevam exportações – Notícias Agrícolas

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Os preços da carne de frango seguem em alta no mercado doméstico, especialmente nas regiões paulistas. No atacado da Grande São Paulo, o frango inteiro congelado se valorizou 2,6% entre 6 e 13 de outubro, com o quilo negociado na média de R$ 4,71 na quinta-feira, 13. Para o resfriado, o aumento foi de 1,5% no mesmo período, para R$ 4,76/kg.

No mercado internacional, segundo pesquisadores do Cepea, a concorrência tem aumentado nos últimos meses. Os preços em dólar da carne brasileira vêm crescendo, reduzindo a competitividade de frigoríficos nacionais no comércio externo. Mesmo assim, as exportações brasileiras de carne de frango aumentaram em setembro, impulsionadas pelas maiores vendas ao Japão. O país asiático costuma elevar as compras em naquele mês, voltando a segurá-las em outubro. Na primeira semana deste mês, o ritmo de embarques esteve lento. 

Fonte: Notícias Agrícolas

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Avicultura

Abate de frango no Paraná cresce 8,8% no acumulado de 2016 – Notícias Agrícolas

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O maior estado produtor e exportador de carne de frango do Brasil, o Paraná, apresentou em seu acumulado, até agosto de 2016, um avanço em produção e exportação da proteína. Ao todo, 1,19 bilhão de cabeças foram abatidas nos oito meses, um acréscimo de 8,8% em relação ao mesmo período do ano passado, quando a produção alcançou 1,09 bilhão de aves. Os dados são do Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas do Estado do Paraná (Sindiavipar).

De acordo com o presidente do sindicato, Domingos Martins, mesmo diante de um cenário adverso devido ao alto preço das commodities, os números permitem uma perspectiva ainda mais positiva a médio e longo prazo. “O Paraná sempre contou com uma produção planejada, possuímos vocação para a atividade, além de criatividade e organização para superar os momentos de dificuldade”, analisa.

As exportações também indicaram acréscimo. Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), vinculada ao Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), 1,07 milhão de toneladas de carne de frango foram embarcadas pela Paraná, nos oito meses deste ano. O volume é 8,7% maior que o acumulado de agosto em 2015, quando 985,86 mil toneladas foram exportadas. O estado foi responsável por 35,73% dos embarques do país.

Sobre o Sindiavipar

O Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas do Estado do Paraná (Sindiavipar) representa 43 abatedouros e incubatórios. Desde sua fundação, em 1992, o Sindiavipar tem trabalhado para o crescimento da avicultura do estado, buscando sempre representatividade no mercado interno e externo. Atualmente, o Paraná é o maior produtor e exportador nacional, além de referência em sanidade avícola e responde por aproximadamente 35% das exportações de carne de frango do país, embarcando o produto para mais de 150 países em todo o mundo. 

Fonte: Notícias Agrícolas

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Agronotícias

Brasil anuncia exportações agrícolas para Índia; BRF avalia investimento, diz governo – Notícias Agrícolas

SÃO PAULO (Reuters) – O Brasil deve começar a exportar maçãs, ovos e pintos de um dia para a Índia, informou nesta quarta-feira o Ministério da Agricultura brasileiro, após encontro do ministro Blairo Maggi com autoridades em Nova Délhi que discutiu também investimentos da empresa de alimentos BRF no país asiático.

tresSegundo nota do ministério, em encontro com seu colega indiano Radha Mohan Singh, Maggi também deu um passo importante para a liberação da exportação brasileira de carne suína para a Índia, “que agora depende apenas de ajustes finais”.

Em reunião de Maggi e da missão que o acompanha na Índia com a ministra indiana da Indústria de Alimentos Processados, Harsimrat Kaur Badal, “representantes da BRF anunciaram que estudam investimentos numa planta para processamento de carne de frango na Índia”, disse o ministério em comunicado.

Procurada, a assessoria de imprensa da BRF, maior exportadora global de carne de frango, disse que vai verificar a informação e responderá o sobre o assunto o quanto antes.

O governo brasileiro informou ainda que ficou acertado que os ministérios da Agricultura do Brasil e da Índia vão criar um grupo de trabalho para elencar as suas prioridades no comércio do agronegócio.

“Os países membros do Brics (bloco formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) precisam se entender cada vez mais, a fim de priorizar o comércio de alimentos. A comida é uma garantia de paz para nossos países”, disse Maggi, acrescentando que o Brics deveria ter preferência para entrada nos países do bloco.

Já o ministro indiano disse, segundo a nota, que seu país quer exportar para o Brasil cebola, uvas, arroz, milho, soja e óleo de rícino. Blairo prometeu priorizar o pedido do colega, ainda que o Brasil também seja o maior exportador global de soja e o segundo de milho.

Em março de 2017, Blairo deve voltar à Índia a convite da ministra Badal para participar Feira Mundial de Alimentos Processados. Ela também pediu que o ministro leve uma missão de empresários brasileiros.

Por Roberto Samora

Fonte: Notícias Agrícolas

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Avicultura

FRANGO/CEPEA: Carne de frango vem reduzindo competitividade frente à bovina – Cepea

Fonte: Internet
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Apesar de ser a proteína mais em conta entre as acompanhadas pelo Cepea, a carne de frango vem reduzindo sua competitividade frente à bovina. Na média de agosto, o preço do frango inteiro resfriado ficou apenas 4,97 reais abaixo do da carcaça casada bovina – ambas no atacado da Grande São Paulo –, a menor diferença desde outubro de 2014. Enquanto as cotações do frango têm subido nos últimos meses, as do boi recuam.

Em agosto, o quilo do frango inteiro resfriado foi cotado na média de R$ 4,42 no atacado da Grande SP, alta de 8,1% em relação a julho (valores deflacionados pelo IPCA de julho/16). Já a carne bovina vem se desvalorizando desde janeiro. Em agosto/16, o valor médio foi de R$ 9,39/kg, 0,3% menor que o de julho. Segundo pesquisadores do Cepea, ao longo de 2016, o setor avícola vem buscando repassar o forte aumento nos custos de produção, principalmente os relacionados à nutrição animal, com destaque para o milho. As valorizações da carne de frango também refletem as demandas interna e externa firmes e o rápido ajuste da cadeia produtiva para adequar a oferta à procura nos momentos de consumo menos aquecido.

Fonte: Cepea

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Agro Culturas

Exportações de frango e suíno crescem em junho, diz ABPA – Globo Rural

A China foi o destaque do mês, de acordo com a entidade que representa a indústria

(Foto: Jonas Oliveira/ANPr)
(Foto: Jonas Oliveira/ANPr)

 

As exportações brasileiras de carne de frango, considerando produtos in natura e processados, cresceram 4,1% em junho na comparação com o mesmo mês de 2015 e atingiram 411,9 mil toneladas. Segundo a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), o desempenho em todo o primeiro semestre foi 13,86% maior, com 2,266 milhões de toneladas embarcadas, ou 276 mil toneladas a mais em relação ao mesmo período de 2015.

Em receita, as vendas no semestre recuaram 1,24%, para US$ 3,384 bilhões, e no mês de junho, caíram 3,4%, para US$ 662,3 milhões. Em reais, a venda externa de carne de frango resultou em R$ 2,267 bilhões no mês de junho (+6,3%) e de R$ 12,444 bilhões no semestre (+21,74%). 

“Novamente a China foi um dos grandes destaques do mês, com exportações em volume 72% superior ao registrado em junho do ano passado. Outros países da Ásia, como Coreia do Sul e Japão, também apresentaram bom desempenho, compensando o menor ritmo das exportações para o Oriente Médio, que apresentaram pequena retração devido ao período de Ramadã”, disse em nota o presidente-executivo da ABPA, Francisco Turra.

Carne Suína

A ABPA informou, ainda, que os embarques de carne suína in natura somaram 53,3 mil toneladas em junho, 31,4% mais que em junho de 2015. No acumulado dos seis primeiros meses do ano, as exportações atingem 301,1 mil toneladas, crescimento de 55,5%.

A receita avançou 2,3% em junho na comparação com o mesmo período do ano passado, totalizando US$ 113 milhões. No ano, a alta chega a 15%, com US$ 573,6 milhões neste primeiro semestre. Em real, a receita é de R$ 386,9 milhões em junho (+12,6%) e R$ 2,1 bilhões no semestre (+40,9%).

“As exportações de carne suína in natura para a China superaram 12 mil toneladas em junho. Com este número, o mercado foi o segundo maior importador do produto no mês, ultrapassando Hong Kong e se aproximando dos níveis de exportações em volume para a Rússia”, destaca no comunicado o vice-presidente de mercados, Ricardo Santin.

Fonte: Globo Rural

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Avicultura

Carne de frango: principais exportadores em 2016 nas projeções da FAO – Notícias Agrícolas

Fonte: Internet
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Enquanto em 2015 as exportações brasileiras de carne de frango foram 22% maiores que as norte-americanas, no corrente exercício poderão superá-las em quase 30%.

Essa, pelo menos, é a projeção do Food Outlook da Agência das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), lançado no início de junho. Nessa projeção, as exportações dos EUA crescem apenas 1,5% em 2016, enquanto as do Brasil tendem a uma expansão superior a 7%, desempenho que isola ainda mais o Brasil na liderança das exportações mundiais de carne de frango. 

Sem explicar porque, a FAO estima que entre os 10 maiores exportadores mundiais do produto apenas dois países negociarão volumes inferiores aos de 2015: China e Turquia. De toda forma sabe-se, em relação à China, que neste ano o país enfrenta uma baixa disponibilidade de reprodutoras, situação que afeta a produção e influencia negativamente o abastecimento interno e a exportação.

Fonte: Notícias Agrícolas