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Sistema CNA/SENAR/ICNA e Grupo Bandeirantes lançam projeto “Agro forte. Brasil forte”

O Sistema CNA/SENAR/ICNA e o Grupo Bandeirantes lançaram na quarta (28) o projeto “Agro forte. Brasil forte”, uma parceria para levar informação, conhecimento, assistência técnica e gerencial, qualificação profissional e educação aos produtores rurais de todo o país, além de divulgar as ações do setor agropecuário para toda a sociedade brasileira.

A cerimônia ocorreu na sede da CNA, em Brasília, com a presença de presidentes e representantes de Federações, dirigentes de entidades do setor, parlamentares e autoridades.

Com esta parceria, a ideia é aprimorar ainda mais o diálogo com o campo, a partir da produção e veiculação de conteúdo sobre os principais projetos da Confederação da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) e do Instituto CNA nas emissoras do grupo.

O Sistema CNA/SENAR/ICNA busca, também, aumentar os canais de comunicação com a sociedade brasileira, mostrando as contribuições do produtor rural para a economia nacional e para a preservação do meio ambiente, ampliando os canais de comunicação entre campo e cidade.

No início de seu discurso, o presidente da CNA, João Martins, afirmou que a parceria não é uma iniciativa “isolada e pontual”, mas uma nova estratégia de ação que visa, por meio de um grande esforço de comunicação, “articular o mundo da produção agropecuária com seus milhares de produtores, conectando-o com o conjunto da sociedade brasileira”.

Ao dizer que o agro completou a ocupação humana do território brasileiro, transformando em riqueza os imensos vazios que marcavam nossa geografia, Martins destacou que os “produtores rurais brasileiros produzem em um nível tecnológico que se situa no estado da arte e competindo, com vantagem, com os melhores produtores do mundo”.

“Nossa produção, em todas as latitudes, é cada vez mais sustentável, ocupando parcela ínfima do território e, mesmo assim, explorando-o com cuidado”, afirmou.

Para Martins, “no universo confuso e desorientador das guerras culturais que incendeiam as redes sociais, o mundo rural é frequentemente visto com preconceito. E os efeitos destes preconceitos custam muito caro a todos nós”. “O mundo rural não pode continuar passivo diante destes conflitos ideológicos” e, por isso, foi concluída a parceria com o Grupo Bandeirantes, “defensor permanente de nossos valores e de nossas realidades”.

Nos espaços da TV e no rádio, “vamos mostrar aos brasileiros nossas virtuosas realidades, transmitindo uma imagem sem retoques, mas também sem distorções”. O objetivo é usar o Canal Terra Viva para “comunicar melhor e mais sistematicamente com os nossos produtores, em todo o país, divulgando o trabalho de qualificação profissional executado pelo Senar e as ações e projetos do nosso sistema CNA”.

Por fim, o presidente da CNA disse que será possível extrair do acordo de cooperação muitos benefícios para o mundo rural e para o país. “Vamos mostrar a todos que agro forte é Brasil forte”.

O presidente do Grupo Bandeirantes, João Carlos Saad, ressaltou que João Martins, com seu jeito simples e sincero, conseguiu unir o setor, e “é fundamental que o setor esteja unido”.

Sobre a parceria, ele citou exemplos do que deve ser mostrado do trabalho do setor agropecuário, como a preservação do meio ambiente no Brasil pelo produtor rural. “Ao contrário de outros países, nós preservamos áreas produtivas. Isso foi mostrado e é preciso mostrar muito mais”, afirmou Saad.

Saad mencionou, ainda, as tecnologias de produção que garantem mais de uma safra por ano ao país. “Quanto mais divulgarmos coisas positivas sobre o campo, melhor. Nossa batalha é boa porque não estamos mentindo. O que temos de mostrar é a verdade”.

Neste contexto, o presidente do Grupo Bandeirantes defendeu o fortalecimento ainda maior das entidades do setor agropecuário na defesa dos interesses do produtor para repercutir as ações do agro nas emissoras do grupo. “Continuaremos sempre ao lado de quem planta e cria”.

Para o diretor-geral do Senar, Daniel Carrara, a iniciativa vai ajudar a fortalecer a comunicação do setor agropecuário com a população em geral. Essa parceria, completou, representa a oportunidade de falar mais sobre o agro, tanto para o produtor quanto para a sociedade como um todo.

“A ideia é levar ao produtor rural não só informações mercadológicas, econômicas, mas também tecnológicas junto com o Senar, além de trabalhar bastante a transferência de tecnologia e investir bastante em educação à distância. Nossa expectativa é que nós consigamos atingir mais ainda o interior do nosso país com informações de qualidade que vão ajudar o produtor a ter renda”, disse Carrara.

Parceria – O projeto “Agro forte. Brasil forte” terá uma programação diária de conteúdo e informações do Sistema CNA/SENAR/ICNA. No Canal Terra Viva, haverá uma revista eletrônica de 30 minutos aos domingos, reprisada nas segundas e quartas com reportagens especiais. A data de estreia do primeiro programa será no dia 4 de março, às 9h30.

Também será veiculado um programa de 15 minutos sobre educação aos sábados, com reapresentações as segundas e quintas, com a exibição do primeiro programa no dia 10 de março, às 8h45, além de inserções diárias de conteúdo de segunda a sexta, que começam na próxima segunda (5).

Na Band News TV, haverá uma inserção diária de segunda a sexta, enquanto na Band News FM o material será divulgado em três boletins diários nas segundas, quartas e sextas. Nas duas emissoras, o início da divulgação do conteúdo será também na segunda (5).

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Fonte: Assessoria de Comunicação CNA

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Exportações

O agronegócio registrou exportações com resultado 13% maior que o obtido no mesmo período do ano passado

Importante segmento para a economia, o agronegócio registrou mais um recorde neste ano. De janeiro a novembro, as exportações do setor somaram US$ 89 bilhões, resultado 13% maior que o obtido no mesmo período do ano passado. Os dados são do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, e foram divulgados nesta segunda-feira (11).

De acordo com a pasta, os números foram alcançados devido ao aumento nas vendas da soja em grão (+29%), do milho (+21,2%) e da celulose (+3,2%). No total, as exportações do agronegócio representaram 44,5% do saldo comercial da balança comercial brasileira até novembro de 2017.

Em novembro, as exportações do setor somaram pouco mais de R$ 7 bilhões, com maiores embarques de soja em grãos, milho, algodão e carne bovina in natura. No caso da soja, o agronegócio registrou um resultado recorde para meses de novembro, ao exportar 2,1 milhões de toneladas do produto.

Com importante desempenho entre os indicadores da economia, a balança comercial tem tido comportamento recorde nos últimos meses. Em 2017, as projeções apontam para um resultado histórico: o saldo comercial brasileiro, que é a diferença entre exportações e importações, poderá chegar a US$ 70 bilhões, segundo o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC).

Fonte CNA Brasil

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Fatos e Acontecimentos

Seminário apresenta resultados e perspectivas do PRADAM

Brasília (10/11/2017) – Os resultados e as perspectivas do Projeto de Recuperação de Áreas Degradadas na Amazônia (PRADAM) foram apresentados durante um seminário realizado na sede do Sistema CNA/SENAR, nesta sexta-feira (10), em Brasília.

Parceria do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR) com a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), a Embrapa e o Ministério da Agricultura, o projeto dissemina práticas de Agricultura de Baixo Carbono (ABC) na região amazônica. Ao todo, 1.651 produtores rurais e técnicos em assistência técnica participaram das atividades desenvolvidas pelo PRADAM.

Durante a abertura do evento, o Diretor-Geral do SENAR, Daniel Carrara, destacou a importância da transferência de tecnologias sustentáveis com geração de renda para os produtores desse bioma.

“Só existe uma maneira de preservar, recuperar e produzir. É através da transferência de tecnologias. Mas não adianta apenas transferir. Toda tecnologia tem que ter como resultado renda para o produtor. É por isso que criamos a Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) do SENAR e estamos disseminando essa metodologia dentro do PRADAM”, afirmou Daniel Carrara.

Daniel Carrara, do SENAR

O projeto propaga cinco práticas sustentáveis: Sistema Plantio Direto, Recuperação de Pastagens Degradadas, Florestas Plantadas, Sistemas Agroflorestais e Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (iLPF). Seis Estados participaram da iniciativa: Rondônia, Acre, Amazonas, Mato Grosso, Pará e Maranhão.

O Diretor de ATeG do SENAR, Matheus Ferreira, considera que o PRADAM levou conhecimentos importantes para a tomada de decisão dentro da propriedade, especialmente com a perspectiva do aumento de renda. Através da assistência técnica, explica ele, o produtor consegue avaliar os resultados que essas tecnologias trazem no seu sistema de produção, principalmente numa região com dificuldades para produzir.

“O produtor rural precisa levar em consideração as questões sociais e de preservação, mas sem esquecer que é uma atividade econômica como qualquer outra. A ATeG que o SENAR proporciona tem esse viés de avaliar as tecnologias e considerar, principalmente, os resultados econômicos que isso traz para o produtor”.

Matheus Ferreira, Diretor de ATeG do SENAR

Parcerias – Na opinião do representante adjunto da FAO no Brasil, Gustavo Chianca, o PRADAM alcançou o seu objetivo principal que é criar mecanismos técnicos para recuperação de áreas degradadas na Amazônia. Segundo ele, isso foi possível através da reunião de diversos estudos já desenvolvidos por instituições brasileiras e do trabalho do SENAR em difundir esses conhecimentos por meio de assistência técnica.

“A capacidade que o SENAR teve de implementar esse trabalho e desenvolver em conjunto conosco as tecnologias, disseminar, treinar os agricultores e os extensionistas, foi fundamental. Mostrou, sim, que é possível desenvolver tecnologias que trazem sustentabilidade e produtividade na Amazônia, ou seja, que se faça mais com menos”.

Gustavo Chianca, da FAO

Para o coordenador nacional do PRADAM no Ministério da Agricultura, Elvison Ramos, o projeto, além de levar informações sobre sistemas e práticas sustentáveis de produção para a região, contribuiu de forma efetiva com o Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal (PPCDAm). Ramos também ressaltou a importância do SENAR na capacitação de produtores e técnicos nas tecnologias difundidas.

 “A assistência técnica é o grande desafio para que nós possamos levar as tecnologias que são desenvolvidas pela academia e pela Embrapa até o produtor no campo. Existe todo um processo de comunicação que precisa ser feito e que é muito particular nessa região que nós queremos trabalhar. O SENAR tem essa expertise e soube fazer isso de forma muito competente”, afirmou.

Elvison Ramos, do Mapa

A programação do seminário teve diversas palestras ao longo do dia. Foram abordados temas como o modelo do SENAR de adequação tecnológica e gestão das propriedades rurais, recuperação de áreas degradadas no contexto da produção sustentável de alimentos e análise econômico-financeira das modalidades de recuperação de áreas de produção e de pastagens degradadas recomendadas pelo PRADAM.

O chefe-geral da Embrapa Amazônia Oriental, Adriano Venturieri, e o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Maranhão (FAEMA), Raimundo Coelho de Sousa, também estiveram presentes no evento, além de superintendentes regionais do SENAR.

Fonte:
Assessoria de Comunicação CNA
Fotos: Tony Oliveira e Wenderson Araújo
Telefone: (61) 2109 1419
cnabrasil.org.br