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Agronegócio

O agro é muito maior do que qualquer partido

Entre esquerda e direita, o agronegócio sempre escolheu seguir em frente, com a cabeça erguida e abrindo o caminho para o desenvolvimento e o progresso com sustentabilidade.

Ser do agro é acreditar na ciência – pois a agricultura moderna é ciência na veia – é se dedicar ao trabalho árduo do dia a dia no campo, para aumentar a produtividade, alimentar o mundo, gerar empregos, ampliar nossas exportações e contribuir de maneira significativa com PIB Nacional.

O agro não pode ter seu nome associado a políticos e manifestações políticas com ataques à democracia e que ferem claramente a Constituição brasileira.

Menos ainda, agro não pode ter sua imagem associada com um ministério do Meio Ambiente que não respeita as melhores práticas ambientais, não se comunica de maneira adequada, transmitindo uma péssima imagem para o mundo, de que no Brasil não está nem aí para o meio ambiente e que vai é “passar a boiada”, como infelizmente uma operação recente da PF tem demonstrado.

 

Devemos associar o nome do agro com a paz, a eficiência, a competência e a inteligência.

Assistir à CPI da Covid-19, um senador que é apresentado como “representante do agro”, um agrônomo, praticamente receitando cloroquina, é muito constrangedor. A ciência de alto nível já se manifestou sobre o assunto e o próprio Ministério da Saúde também.

Todos sabemos que para o agronegócio ampliar sua consolidação é preciso que tenhamos regras claras e planos de longo prazo bem definidos.

Precisamos de uma Política de Estado da Agricultura, com um planejamento estratégico de longo prazo (Agro 2050), com diretrizes consistentes da ciência e desenvolvimento tecnológico, das melhores práticas agrícolas, das questões ambientais, do financiamento e seguro rural, para todos os segmentos do nosso agronegócio, e que independente do partido que estiver no poder, será obrigatório o seu cumprimento destas diretrizes.

A guerra nunca é boa, especialmente neste ano que o agro concorre ao Nobel da Paz, com o nosso líder de agricultura tropical Alysson Paolinelli.

Portanto, chega de guerra e provações com a China, com a Europa, com os EUA, chega de atritos, somos da paz.

Por: (Aparecido Mostaço – CEO da Energia Humana Consultoria – Nasceu, cresceu e se formou dentro de uma fazenda e ama o agronegócio).

Fonte: Brasil Agro

 

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Esportes Team Roping

CPI dos Maus-Tratos de Animais encerra trabalhos sem restrição a rodeios

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Maus-Tratos de Animais encerrou seus trabalhos, com a conclusão da análise do relatório final e aprovação de três destaques ao texto. Os deputados rejeitaram trecho do relatório que pedia o fim das vaquejadas, rodeios e clubes do laço no país por causarem sofrimento a animais.

A recomendação de proibição foi retirada do texto sob o argumento de que essas práticas movimentam a economia em diversos municípios do interior do país e que estão incorporadas às tradições culturais do meio rural brasileiro.

141203055450[1]Apresentado no final do ano passado, o relatório do deputado Ricardo Tripoli (PSDB-SP) recomendava a aprovação de um projeto de sua própria autoria, que proíbe essas práticas no país. A proposta tramita na Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara.

Também foram retirados do relatório final a criação de novas regras para inspeção de abate humanitário de animais e a permissão para abate de jumentos. Tripoli propôs uma série de ações para regulamentar o primeiro e proibir o segundo.

Destaque apresentado pelo deputado Newton Cardoso Jr (PMDB-MG) pediu a retirada dos trechos sob a alegação de que já existe uma norma do Ministério da Agricultura (Instrução Normativa 3/00) com regras para o abate humanitário.

Com mais de 500 páginas, o relatório final faz três indicações principais: a aprovação de projetos de proteção a animais em tramitação no Congresso; recomendações a várias entidades, como zoológicos e governos; e a solicitação ao Ministério Público do indiciamento de 13 pessoas que comprovadamente praticaram maus-tratos.

Fonte: Globo Rural