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Tecnologia

MP Agro aposta em linha de transformação de autopropelidos

A MP Agro, empresa do interior de São Paulo, deu uma nova função aos pulverizadores autopropelidos parados na fazenda.Com a linha de distribuidores de fertilizantes em aço inox, batizada de “Z”, é possível optar pela revitalização do autopropelido que não estava sendo utilizado, gerando grande economia ao produtor. “A Linha Z é um projeto que nasceu para atender um dos maiores grupos do Brasil, o grupo Bom Futuro, e hoje é um produto consolidado no mercado como uma solução inteligente para o produtor devido à sua alta qualidade, baixo investimento e excelente aplicabilidade em campo”, conta o CEO, Douglas Peccin.

A Linha Z, além de ser fabricada com estrutura 100% em inox, o que a torna uma máquina para a vida toda, tem soluções desenvolvidas para cada modelo de autopropelido do mercado, ou seja, oferece configurações específicas para o equipamento que o produtor tem, seja de qual marca for. “Vale destacar que além de ser fabricada em material de alta durabilidade, tem fácil instalação, sistema de esteira removível, agricultura de precisão embarcada de fábrica e sua instalação é realizada pela equipe técnica da MP Agro diretamente na propriedade do cliente”, aponta a profissional.

Economia 

Optando por fazer a transformação oferecida pela MP Agro, é possível gerar uma grande economia. Ao invés de ter que se desfazer da máquina e perder dinheiro, o produtor tem o equipamento transformado, economizando até 80% do valor em relação a um autopropelido novo, que custa em média entre R$ 600 mil e R$ 900 mil.

Outra importante vantagem é a de poder fazer aplicações em culturas mais altas ou mais avançadas. “Por possibilitar o fracionamento da aplicação de fertilizantes em estágios mais avançados da cultura, o aumento de produtividade e qualidade se torna muito significativo, como é o caso da aplicação de nitrogênio no milho e algodão, possibilitando que o investimento feito no equipamento seja pago logo na primeira safra ou safrinha apenas com o que foi produzido a mais devido a aplicação fracionada”. Além disso, permite utilizar o mesmo rastro do pulverizador, diminuindo as perdas por amassamento, com uma produtividade de até 600ha/dia”, explica o CEO da MP Agro.

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Agroindustria

Máquinas agrícolas: pandemia da Covid-19 causou falta de matéria-prima

Segundo presidente da AGCO para a América do Sul, o crescimento da produção de grãos também pressiona o mercado desses equipamentos

A forte demanda por máquinas agrícolas em 2020, ano em que fabricantes e fornecedores de peças tiveram de interromper operações em virtude da pandemia da Covid-19, tem trazido desafios para o setor, afirmou o presidente da AGCO para América do Sul, Luis Felli.

Em transmissão ao vivo realizada nesta quarta-feira, 18, promovida pela FGV Agro e conduzida pelo ex-ministro da Agricultura Roberto Rodrigues, Felli disse que os mais de mil decretos estaduais e municipais publicados entre março e abril restringindo a circulação de pessoas e mercadorias geraram uma ruptura no fornecimento de matérias-primas para a indústria de maquinário.

“Hoje falta aço, plástico, borracha, pneu, parafuso. Várias usinas de aço também pararam, e tudo isso criou uma ruptura que ainda está sendo sentida”, disse ele.

Ao mesmo tempo, a grande produção de grãos, os patamares elevados de preços e as menores taxas de juros têm impulsionado a demanda por máquinas no país. Segundo Felli, as vendas de tratores no varejo (das concessionárias para produtores) cresceram 16% entre janeiro e outubro, enquanto os negócios fechados entre fábricas e concessionários (no atacado) não aumentaram. No caso das colheitadeiras de grãos, o volume vendido por revendas a produtores foi 20% superior, enquanto no atacado o crescimento foi bem menor, de 6%.

“Com essa ruptura provocada pela pandemia, estamos produzindo hoje volume não muito diferente do que foi programado há seis meses. Há uma incapacidade da indústria de aumentar sua produção para atender à demanda, mas estamos tentando”, revelou. “Nós (AGCO) estamos com nossa capacidade (produtiva) bastante tomada e temos uma programação forte até o início do ano. Não é um problema só nosso, mas de todo mundo”, continuou.

A demanda por maquinário tem sido puxada principalmente por produtores de grãos, de acordo com Felli, mas usinas de cana-de-açúcar também têm contribuído de forma relevante com as vendas, conforme o executivo.

Por Estadão Conteúdo

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Agronotícias

6 curiosidades sobre pneus agrícolas que você nem imagina

Os pneus de veículos agrícolas contribuem para que o agronegócio seja um dos motores da economia brasileira. Desse modo, a ANIP (Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos) listou seis curiosidades e dicas de manutenção sobre eles. Confira!

1. Pneus agrícolas podem usar água em seu interior

A água também pode ser utilizada para adicionar peso ao trator para que haja um bom equilíbrio entre peso e potência, também conhecido por lastro líquido. Assim, é possível assegurar a tração e reduzir a patinagem, diminuindo o consumo de combustível.

2. São versáteis

Além de auxiliar na regulagem do lastro, os pneus podem auxiliar os tratores agrícolas a adaptarem-se com relação a distância entre o centro das rodas (bitola) possibilitando o tráfego nas entrelinhas de variadas culturas e o acoplamento de diferentes implementos.

3. Nem todos os pneus agrícolas são iguais

Há cinco tipos de pneus agrícolas:

Diagonais – utilizam a carcaça com as lonas sobrepostas em diferentes ângulos, formando um aspecto diagonal. Pneus diagonais têm como características a alta resistência a impactos e elasticidade.

Radiais – as lonas são dispostas no sentido radial da circunferência do pneu, dando mais resistência à banda de rodagem, além de restringir seu crescimento e dar estabilidade às barras quando em contato com o solo. São normalmente feitos com lonas de poliéster e/ou Nylon, resultando em menor resistência a impactos, porém com maior rendimento quilométrico.

Alta Flutuação – pneus de menor secção (rebaixados) e com grandes larguras, visando minimizar a compactação do solo, de forma a não interferirem no crescimento das raízes saudáveis.

De implemento – são usados em grande parte de rebocadores, como vagões, tratores de plantio e semeadoras, têm raias longitudinais que contribuem para melhorar a dirigibilidade.

Florestais – como o nome indica, são usados em máquinas florestais. Por circularem em áreas com objetos cortantes, como galhos e pedras sua estrutura é reforçada de forma a aumentar sua resistência a avarias.

4. Calibragem é essencial

Assim como qualquer pneu, os pneus agrícolas também precisam ser calibrados para manter sua performance e durabilidade. A calibragem deve ser feita periodicamente, sempre de acordo com a recomendação do fabricante e com especificações como terreno, carga e operação.

5. Pneu certo para o piso certo

Pneus agrícolas são fabricados para circularem em solos mais macios, como terra e lama. Pisos duros tendem a elevar as distorções na área de contato, acelerando o desgaste dos pneus. Desse modo, existem pneus radiais, que podem trabalhar tanto em solos macios como em estrada. Porém, é muito importante levar em consideração as recomendações de cada fabricante.

6. Cuidado até na hora de não usar os pneus

Não vai usar os pneus? Se estiverem no aro da roda, reduza a pressão para 10psi e deixe-os na vertical. Isso também vale caso estejam em máquinas que vão ficar paradas por um longo período de tempo. Sendo assim, nessa situação, idealmente o veículo deve estar em um cavalete. Se não for possível, movimente o veículo periodicamente para não forçar a área de contato com o piso.

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Máquinas & Motores

Ford enche de tecnologia a Ranger 2020 e mantém preços inalterados

Em 2012, a Ranger era dona de 9,4% do mercado. No ano passado, chegou a 16,1%, superando a Volks Amarok e a Nissan Frontier. As líderes são a Toyota Hilux e a Chevrolet S10. Agora, a marca norte-americana dá mais uma boa tacada neste jogo duríssimo do segmento de picapes médias. Para conquistar mais participação, os executivos tomaram algumas providências no lançamento da linha 2020 do modelo.

Primeira providência

As vendas da versão Ranger movida a gasolina estavam num patamar de 8% – as demais 92% têm motor a diesel. Resultado: a Ford eliminou essa versão – que, na verdade, só compensa pelo preço, pois motor a diesel é mais forte, dura mais.

O primeiro pode vir com câmbio manual de 6 marchas ou automático de 6 marchas com tração 4×2 ou 4×4 (com reduzida e bloqueio de diferencial); o segundo, só com câmbio automático de 6 marchas e tração 4×4.

Segunda providência

Foi incrementar o modelo com mais tecnologia: toda a linha já vem de série com o AdvanceTrac – com foco total na segurança do motorista, passageiros ou mesmo que estiver cruzando a rua.

O sistema é composto por controle eletrônico de estabilidade e tração, assistente de partida em rampa, controle automático de descida e assistência de frenagem de emergência – e nestas frenagens bruscas, luzes de emergência são acionadas.

A versão topo, a 3.2 Limited automática 4×4, se destaca pelos itens semi-autônomos de assistência ao motorista: tem reconhecimento de sinais de trânsito, frenagem autônoma com detecção de pedestres, alerta de colisão, permanência em faixa, controle de cruzeiro adaptativo e farol alto automático.

A picape ganhou uma nova suspensão. Segundos os engenheiros, ela melhora a dirigibilidade e o conforto – e isso tanto no asfalto como na buraqueira. Este repórter a dirigiu por pouco mais de 70km em estrada de terra e asfalto na região de Mendoza, na Argentina (ela é fabricada, em Pacheco, na grande Buenos Aires) e constatou que ela ficou mais mole, sim. Aliás, a Ranger ficou bem mais agradável de dirigir – tanto no asfalto quanto na terra. A direção é leve, de boa pegada – bem estilo Ford.

Quarta providência

Algumas versões ganharam mais equipamentos de conforto e segurança. A versão 2.2 XLS, por exemplo, agora vem com ar-condicionado digital de duas zonas, central multimídia SYNC 3 com tela de 8 polegadas, painel configurável com duas telas de 4,2 polegadas e novos faróis de neblina. Tem ainda sete airbags, câmera de ré e rodas de liga leve de 17 polegadas. A versão XLT 3.2, com tração 4×4 e transmissão automática, ganha bancos de couro, sensor de chuva, monitoramento individual de pressão dos pneus, faróis automáticos, estribos tipo plataforma cromados.


 

Saiba mais

Assistente autônomo de frenagem com detecção de pedestres
Funciona em velocidades de 5 km/h a 80 km/h, com o auxílio de duas câmeras e um radar. Ao identificar um veículo parado ou pedestre à frente, ele emite um alerta para o motorista e prepara os freios para uma frenagem rápida. Se o motorista não realizar nenhuma ação, ele aciona os freios automaticamente para evitar ou reduzir os danos de uma colisão.

Sistema de reconhecimento de sinais de trânsito
Usa as mesmas câmeras para rastrear as placas na pista, alertando o motorista sobre os limites de velocidade. O objetivo dos dois sistemas é proporcionar uma direção mais segura e tranquila.

 


Mais detalhes

⇒ Tapa no visual

A picape é produzida na Argentina e teve poucas mudanças no design. E se concentram na frente: grade, para-choque, faróis principais e de neblina foram redesenhados. As rodas de 18 polegadas ganharam nova pintura.

 Tampa da caçamba

Ganhou assistente de abertura e fechamento – uma mola, na verdade – que reduz de 12kg para 3kg o peso na hora de movimentá-la. Mas só na versão topo de linha. Ficou muito, muito leve mesmo, movimentá-la.

 Cara n´água

A capacidade de imersão de 800 mm e de reboque de 3,5 toneladas são outros atributos que destacam a Ranger dentro da categoria. Além disso, é a única que oferece cinco anos de garantia.

 400 mil unidades vendidas

A Ranger chegou à América do Sul em 1994, vindo dos Estados Unidos. Em 1997, começou a ser produzida na Argentina. Desde então, já vendeu mais de 400 mil unidades na região. Em 2018, foi a segunda picape média mais vendida na região.

 600 peças redesenhadas

Aparentemente, é difícil encontrar mudanças visuais na nova Ranger. Mas a Ford garante que ela teve 600 peças redesenhadas. A menor parte, é verdade, sequer poderá ser vista (as vinculadas à tecnologia, principalmente).

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Mercados e Créditos

A expectativa é que o volume de vendas de máquinas agrícolas aumente em 2019, aponta consultor

Durante o evento, os dirigentes de cada indústria debateram a respeito da agricultura 4.0 e da necessidade de equipar os agricultores familiares.

SIMPÓSIO SAE BRASIL 2018

[youtube= https://youtu.be/BUn0GUULrZA]

O 10º Simpósio SAE BRASIL de Máquinas Agrícolas debateu as perspectivas agroeconômicas e a visão dos principais fabricantes em relação ao mercado e desenvolvimento de máquinas e implementos para a agricultura. O evento teve como objetivo reunir a comunidade agrícola e os profissionais de desenvolvem às máquinas no Brasil para debater sobre as inovações tecnologias no setor.

O evento contou com a presença do palestrante e economista da Farsul, Antonio da Luz, que destacou as demandas da agricultura brasileira para ser mais produtiva e eficiente. “As máquinas agrícolas começam a ter uma retomada do crescimento e ainda tem muito espaço para a venda de tratores desde tenha produtores com níveis de endividamento mais baixos”, comenta.

O simpósio também contou com a palestra do analista da consultoria Agroêconomica, Carlos Cogo, que mostrou os números do mercado nacional de máquinas agrícolas que foi realizado pelo censo do Instituo Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no ano de 2017. “A gente sabe que o brasil tem capacidade instalada para atender até 30% do que está sendo vendido atualmente”, afirma.

O analista ainda ressalta que as perspectivas é que as vendas de máquinas aumente no próximo ano. “Acredito que em 2019 vai ter uma surpresa positiva em vendas de maquinários”, aponta.

O evento também promoveu um debate com os dirigentes de cada indústria sobre as perspectivas de mercado para o segmento da mecanização agrícola brasileira com a chegada da agricultura 4.0 e a necessidade de equipar melhor os agricultores familiares.

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Fatos e Acontecimentos

Emater facilita máquinas para produtores de Rondon – Agência Pará

FOTO: ASCOM / EMATER
DATA: 23.01.2017

A Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Pará (Emater-Pará) viabilizou neste mês a entrega de dois tratores para produtores da pecuária leiteira e mista de Rondon do Pará, no sudeste do Estado. Os veículos, garantidos através do escritório local da Emater no município, tiveram recursos operados pelo Banco da Amazônia, por meio de projetos de créditos rurais das linhas Pronaf Mais Alimento e FNO Amazônia Sustentável.

Na linha de crédito do Pronaf Mais Alimento, os contemplados com R$ 127.954,21 foram os produtores de pecuária leiteira Valdívio Francisco Lima (morador da região há mais de 35 anos) e Júnior dos Santos Lima.

Valdívio e Júnior tinham dificuldades para realizar serviços, que requeriam máquinas. Assim, fizeram um projeto para aquisição de um trator de 75 cavalos, com implementos (grade e distribuidor de sementes e adubos). O maquinário será gerido de modo compartilhado, em tempos alternados: os agricultores, pai e filho, têm suas propriedades vizinhas.

Apoio – O outro trator agrícola de 116 cavalos, com implementos (cabine, grade e plaina frontal), no valor de R$ 226.673, foi entregue para Maria Helena Pereira Almeida, proprietária da fazenda Montreal. Produtora de pecuária mista (leite e corte) de médio porte, Helena apresentou projeto no valor de R$ 807.483 (assinado pelo engenheiro agrônomo Newton de Araújo Figueira e pelo técnico em agropecuária Francisco Camilo Filho, ambos da Emater local).

FOTO: ASCOM / EMATER
DATA: 23.01.2017

Os recursos destinados à produtora são operados pelo Banco da Amazônia, via linha de crédito do Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO) Amazônia Sustentável, que permitiu o financiamento de 200 matrizes e reprodutores leiteiros, no valor de R$ 85.221; construção de cerca, curral, duas cocheiras, aquisição de roçadeira motorizada para limpeza de pastagens e de cinco touros nelores pura origem.

O avanço das atividades produtivas na fazenda Montreal mostra o bom resultado dos esforços de financiamento para o campo. “Essa produtora é atendida pela Emater desde que era enquadrada no Pronaf, com uma área de 36 alqueires”, lembra o técnico Francisco Camilo. “Ela vendeu a primeira área e adquiriu uma outra de 95 alqueires, o que equivale a 259 hectares, evoluindo assim para o FNO”.

Por Edna Moura

Fonte: Agência Pará

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Máquinas & Motores

Vendas de máquinas despencam 25% no Brasil em novembro – Globo Rural

Queda já era esperada pela indústria, que se surpreende com resultado no acumulado do ano

Foto: Divulgação/New Holland
Foto: Divulgação/New Holland

As vendas de máquinas agrícolas voltaram a esfriar no mês de novembro, conforme dados divulgados nesta terça-feira (06/12) pela Associação Nacional de Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). Segundo a entidade, 3.603 máquinas foram entregues pela indústria ao mercado brasileiro, baixa de 25,2% em relação a outubro, quando foram vendidas 4.814 unidades.

A queda era esperada, levando em consideração que maior parte dos produtores rurais brasileiros já comprou as máquinas que precisava para esta safra, que deve superar as 200 milhões de toneladas, disse Antonio Megale, presidente da Anfavea.

O executivo ainda destacou que o resultado de novembro está 61,3% acima do número registrado em igual mês do ano anterior, quando 2.234 máquinas foram vendidas no país. No acumulado do ano, o saldo atual surpreende. “Os resultados estão acima da nossa previsão, que era fechar o ano com 38 mil máquinas agrícolas vendidas e chegamos a novembro com um número de 38.800 unidades. Nós subestimamos o mercado de máquinas agrícolas. Tivemos o melhor novembro desde 2013”, reconheceu Megale.

Nas exportações, os dirigentes da Anfavea também subestimaram o potencial do mercado de maquinários agrícolas. Com as vendas de 1.283 unidades para outros países em novembro (64,5% acima do registrado em outubro), o setor superou a meta de exportação estimada para 2016, que era de pouco mais de 8 mil unidades. De janeiro a novembro, 9.097 máquinas deixaram o Brasil. “novembro foi o melhor mês do ano para exportação de máquinas”, disse Megale.

Por Cassiano Ribeiro 

Fonte: Globo Rural

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Máquinas & Motores

ENGUARD CONCEPT: Uma espetacular Frontier preparada para resgates – 4 rodas

Picape foi desenvolvida para fazer operações de resgate em locais de difícil acesso; modelo é equipado com drone e baterias de carro elétrico

nissan-navara-enguard-concept-11A Nissan apresentou uma versão conceito da Frontier (vendida como Navara na Europa) no Salão de Hanover, evento com exibição de veículos comerciais na Alemanha. A picape, batizada de Navara EnGuard Concept, foi concebida para operações de resgate, contando até com um drone entre os equipamentos.

Projetada com base na versão de cabine dupla, a Navara EnGuard Concept traz altura de rodagem elevada em 5 cm, pneus fora de estrada nas medidas 285/75 e rodas de 16 polegadas. Guincho dianteiro, molduras nos para-lamas, tomada de ar elevada (snorkel) e bagageiro de teto também fazem parte do pacote.

As rodas, estribos e partes da carroceria contam com pintura verde fluorescente para melhor visibilidade em qualquer condição, cor escolhida também por ser identificável por daltônicos. Há luzes de led acopladas no bagageiro de teto, bem como luzes estroboscópicas azul nos para-lamas e nos faróis de neblina redesenhados. Por dentro, há bancos com revestimento verde, central multimídia com navegador GPS e câmera com visão de 360º.

Na caçamba, há equipamentos para as operações, com a primeira bandeja alocando rádios comunicadores bidirecionais, lanternas de longo alcance, extintores de incêndio, cordas, equipamentos de escalada, capacete, uma pá e um machado. A parte inferior guarda tanque de oxigênio, kits de reanimação, coletes salva-vidas, entre outros.

Um dos equipamentos mais interessantes é o drone para ser usado nas operações. O modelo, um DJI Fantasma 4 com peso de 1,3 kg, pode voar a até 6.000 metros de altura (ampliando o campo de visão para buscas, por exemplo), atingindo velocidades de até 72 km/h e com autonomia de 30 minutos.

As imagens captadas pela câmera de 12,4 megapixels do drone são exibidas numa tela de alta resolução acoplada na caçamba da picape.

Há um conjunto de sete baterias de veículo elétrico, cada uma com 2 kW, que ficam alocadas dentro de uma carcaça de alumínio instalada na caçamba. As baterias sempre absorvem a energia gerada pelo motor 2.3 turbodiesel de 190 cv e 45,9 mkgf de torque que equipa a Navara vendida na Europa.

Essas baterias podem ser usadas com função de geradores de energia, tendo ainda duas entradas — uma tomada de 220V e um conector para painéis solares. Há também cinco saídas: duas de 220V e três conexões USB. Confira abaixo o modelo em ação:

Fonte: 4 Rodas

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Agronotícias

Estudo da Conab revela fatores que determinam o custo de produção da soja – Conab

Fertilizantes, agrotóxicos, operações com máquinas, sementes e a depreciação de implementos são os itens que mais pesam nos custos de produção da soja no Brasil. Os dados estão no segundo volume do Compêndio de Estudos da Conab, sob o título “Evolução dos custos de produção de soja no Brasil”, lançado na terça-feira (6), durante o anúncio do 12º levantamento da safra 2015/2016 de grãos.

Fonte: Internet
Fonte: Internet

O trabalho apresenta informações a respeito da evolução dos custos da soja entre os anos-safra 2007/08 e 2015/16. Segundo a pesquisa, realizada pela Superintendência de Informações do Agronegócio da Companhia, os itens listados representam, em média, 68,80% do custo operacional da produção de soja. No que se refere aos agrotóxicos, por exemplo, o estudo também indica que a opção por lavouras convencionais ou transgênicas não é mais uma decisão embasada somente na obtenção de custos de produção mais vantajosos, mas na exigência de mercado.

O documento revela, ainda, a ampliação da participação das sementes no custo operacional ao longo dos anos. O aumento identificado é de 3,41%, o que representa a crescente importância do componente genético e seu papel fundamental na produção da oleaginosa no Brasil.

A soja é a cultura que apresenta maior volume de produção no Brasil, respondendo por aproximadamente 48% da safra de grãos. Os bons resultados obtidos estão relacionados aos investimentos feitos em todas as etapas do cultivo, desde o preparo do solo até a colheita.

Os compêndios são uma série de publicações da Conab cujo objetivo é promover o debate e a propagação de conhecimento nos segmentos da agropecuária, abastecimento e segurança alimentar e nutricional. O primeiro volume foi lançado em junho, com as perspectivas de diversificação e de investimentos na produção de arroz, trigo e feijão.

Fonte: Conab

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Mercados e Créditos

Queda na venda de máquina agrícola atinge emprego

O cenário hoje é bem diferente do dos anos recentes, quando a quebra de safra nos Estados Unidos, a queda dos estoques mundiais de grãos e a demanda aquecida permitiram uma aceleração das vendas de máquinas e de implementos agrícolas no país.

637x325De janeiro a setembro, as vendas internas de máquinas agrícolas e rodoviárias recuaram para 36,9 mil unidades, 30% menos do que em igual período do ano passado.

Considerando apenas o mês passado, a maior retração entre os produtos agrícolas ficou para os tratores, cujas vendas venderam caíram para 3.245 unidades, 10,5% menos do que em agosto.

Nesse mesmo período, as vendas de colheitadeiras atingiram 309 unidades, 14% mais.

A situação do setor que fornece máquinas agrícolas é ainda mais complicada quando se olha para os dados acumulados do ano.

Até setembro, as vendas internas de tratores de rodas somaram 30,9 mil unidades, 28% menos do que o total vendido em igual período do ano passado.

As colheitadeiras, mesmo com o aumento de vendas no mês passado, também têm grande perda na comercialização deste ano. Foram vendidas 2.925 unidades nos nove primeiros meses do ano, 34,8% menos do que no mesmo período de 2014.

A retração no setor era esperada, uma vez que as vendas foram aquecidas nos últimos dois anos e os produtores fizeram uma intensa renovação da frota. A intensidade da queda, no entanto, está acima do esperado pelo setor.

A queda nas vendas, e consequentemente na produção de máquinas, afeta também o mercado de trabalho nas indústrias do setor.

Em setembro, a indústria de máquinas agrícolas e rodoviária empregava 15,9 mil trabalhadores, um número 18% inferior ao do mesmo mês do ano passado.

Nesse mesmo período, a desaceleração do emprego na indústria automobilística teve intensidade bem menor, com queda de 8%.

Queimadas Desde 2006, pelo menos 7,2 milhões de hectares de cana-de-açúcar deixaram de ser queimados com a implantação do Protocolo Ambiental do Setor Sucroenérgito.

Poluentes Essa parceria entre o setor sucroenérgitico e o governo paulista resultou na não emissão de 26,7 milhões de toneladas de poluentes e de 4,4 milhões de toneladas de gases de efeito estufa.

Relatório Será apresentado nesta quarta-feira (7), no Instituto de Economia Agrícola, um relatório com esses e outros resultados obtidos pela parceria, inclusive os referentes às recuperações de áreas florestais.

Fonte: Portal do Agronegócio