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Mercados e Créditos

Setor pet tem faturamento recorde de R$ 14,2 bi

Paraíso de compras para quem tem bicho de estimação, os pet shops também têm se revelado atraentes para os empresários paulistanos.

Segundo o Estudo Pet Brasil 2012, pesquisa de mercado feita pela consultoria GS&MD – Gouvêa de Souza e patrocinada por empresas como Nestlé e Pfizer, esse tipo de comércio concentra 68% das vendas de produtos e de serviços para animais de estimação no país –em seguida, vêm os supermercados.

278215-970x600-1Essas empresas também costumam ter solidez. De acordo com a Abinpet (Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação), apenas 10% dos pet shops abertos no Brasil fecham as portas. Enquanto isso, no país, a taxa de mortalidade das empresas em geral é de 26,9%, segundo o Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas).

O faturamento do mercado pet, formado pelas indústrias de alimentação, cuidados, medicamentos e serviços, foi de R$ 14,2 bilhões em 2012, um crescimento recorde de 16,4% em relação ao ano anterior, também segundo dados da associação do setor –antes disso, a média foi de 10%. Enquanto isso, a economia brasileira cresceu apenas 0,9% no ano passado.

A cidade de São Paulo –onde estima-se que vivam 14 milhões de pets e funcionem 4.800 lojas do tipo (dados da Abinpet)– movimenta boa parte do setor. Só na capital, o faturamento do segmento girou em torno de R$ 1,9 bilhão no ano passado.

Presidente-executivo da Abinpet, José Edson Galvão de França atribui parte da alta do faturamento ao reajuste do preço da ração, provocado pelo encarecimento das commodities usadas em sua fabricação.

“Mas não foi só isso. O aumento do poder de compra da classe C e o maior número na oferta de produtos e serviços também contribuíram fortemente.”

VERDADEIROS SUPERMERCADOS

No setor, destacam-se as grandes redes, cujas lojas são verdadeiros supermercados, com centenas de produtos e serviços, de banho e tosa a tintura de pelos e adestramento. Em muitos casos, também vendem filhotes.

Mais antiga delas, a Cobasi surgiu como loja agropecuária em 1985 e cresceu após seus sócios notarem o aumento da procura por itens para pets.

Em 2008, ela tinha seis lojas (cinco na capital e uma no interior). Hoje, são 15 (nove na capital, três na Grande São Paulo, duas no interior e uma no Rio de Janeiro). “Credito nosso sucesso ao fato de sermos vanguardistas”, afirma Ricardo Nassar, 42, um dos sócios.

“Abrimos a primeira megaloja do setor pet e fomos a pioneira, em 1995, a mesclar autosserviço com atendimento personalizado”, completa ele.

Na esteira da Cobasi, o Grupo Pet Center Marginal, de Sérgio Zimerman, 47, surgiu em 2002 para se tornar sua maior concorrente. Antes de abrir a marca, porém, ele procurou a Cobasi para adquirir uma franquia –possibilidade não oferecida pela empresa.

Hoje, o Pet Center tem 19 lojas (oito na capital, cinco na Grande São Paulo, três no interior, duas no litoral e uma em Brasília), que em 2012 faturaram R$ 150 milhões –um quarto, estima-se, dos ganhos da concorrente.

PIONEIROS

Os pet shops surgiram na cidade no início dos anos 1980. Até então, os poucos produtos para cães e gatos, como ração, coleiras e comedouros, eram vendidos em aviculturas, que ainda existem na periferia e no interior.

Uma das primeiras foi a Chic Dog, na Vila Pompeia, zona oeste. Fundada em 1981, ela funciona até hoje sob a administração de Toshikazu Okamoto, 65.

As novidades para o setor, porém, sairão das grandes redes. A Cobasi já tem cinco novas lojas em obras (duas na capital, uma em São Caetano do Sul, outra em Sorocaba e uma em São José dos Campos) e quer fechar o ano com oito novos endereços.

Uma delas será uma “flagship” da marca, em um terreno de 2.000 m², na rua Augusta, nos Jardins, zona oeste. A nova unidade irá apostar em itens de luxo, como bijuterias com cristais Swarovski e roupinhas de grife.

O Pet Center Marginal também vem inovando. Em fevereiro, inaugurou no Butantã uma loja “express”, que não tem serviços de higiene, estética ou veterinária, apenas produtos.

“É um projeto-piloto”, diz Zimerman. “Se der certo, abriremos outras nos próximos anos.” O grupo espera fechar 2013 com 25 lojas no total.

Fonte: Folha / UOL

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Dicas Pet

Vacinorte, distribuindo parceria e honestidade.

pet1O Brasil registra o segundo maior faturamento do mercado de animais domésticos e serviços destinados aos bichos de estimação, atrás somente dos Estados Unidos.

No ano passado, o setor faturou R$ 14,2 bilhões, crescimento de 16,4% na comparação com o ano anterior, segundo a Abinpet (Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação). Desse total, 68,5% (R$ 9,72 bilhões) é representado pelo segmento de alimentação para animais.

Para este ano, a previsão é de que esse mercado cresça entre 8% e 15%.

Vacinorte

Constituída em Abril de 2010, a Vacinorte Distribuidora de Produtos Veterinários e Agropecuários é uma empresa familiar, do ramo de medicamentos veterinários, produtos e assessórios em geral, direcionada para o atendimento às clínicas veterinárias, pet shops e casas agropecuárias.

Tem como objetivo oferecer os melhores produtos do mercado, acompanhados de uma equipe de vendas preparada e um suporte técnico especializado, com credibilidade, transparência e a garantia de um serviço de qualidade.

logo-vacinorteCom o desejo de construir uma história de parceria e honestidade, a empresa trabalha para ser reconhecida como uma das principais distribuidora nos Estados do Pará e Amapá, referenciada na satisfação dos clientes e na qualidade dos produtos comercializados.

Hoje a Vacinorte distribui os principais laboratórios e empresas do ramo, como a Homeo Pet, Bayer, Bravet, Lema-injex Biologic, Avert, Real H, K dog, Duki e outras.

A empresa fica localizada na Rua Itabira, 13-B, Bairro do Maguari, Ananindeua – Pará. CEP: 67030-390.

Você que tem uma empresa que já trabalha no ramo e quer saber como funciona e fazer seus pedidos, acesse o website www.vacinorte.com.br, ligue pedindo uma visita (91) 3072-2174 ou envie um email para vacinorte@vacinorte.com.br

Todos terão o maior prazer em atende-los.

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Dicas Pet

O cigarro também causa doença em cães e gatos

A fumaça do cigarro causa diversas doenças no fumante passivo acredita-se também que pode causar efeitos nos animais. Animais que apresentam problemas alérgicos, como rinite, traqueite, bronquite e também carcinoma pulmonar, pneumopatia e cardiopatia secundária são prejudicados quando expostos à fumaça.

Os animais que convivem com pessoas fumantes, estão mais propensos aos males causados pela fumaça do cigarro e já devem ser colocados em grupos de risco.

Revista Veterinária
Revista Veterinária

Quando os animais apresentarem sinais de espirros e tosses frequentes é preciso investigar se é devido ao contato com a fumaça do cigarro, levando os pets para fazer exames clínicos e serem avaliados por médicos veterinários.

Para evitar os problemas causados por este vício, tanto aos animais como ao próprio ser humano, o ideal seria abandoná-lo. Cuidados como manter o animal longe da fumaça, fumando em locais abertos e ventilados ajudam a minimizar os danos à saúde dos bichinhos.

Fonte: Revista Meu Pet

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Dicas Pet

Por que cortar o rabo de seu cachorro é uma péssima ideia

Existem várias maneiras dos seres humanos compreenderem as intenções e sentimentos dos cães: através de seu latido, da maneira como inclinam a cabeça, do movimento de suas patas dianteiras, e, é claro, da abanação frenética de sua cauda.

hypescience
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A maioria dos proprietários de cães sabe ler seus companheiros caninos muito bem, graças a esses sinais. Não é nenhuma surpresa, portanto, que a prática de cortar a cauda de cães (caudotomia) tenha um efeito profundo sobre sua capacidade de se comunicar – e não só conosco, mas também (e principalmente) com outros cães.

Um estudo recente publicado na revista PLOS notou que a falta de uma cauda longa pode afetar seriamente a vida social de um cão.

Segundo a autora Emily Anthes, esse procedimento bárbaro de cortar vários centímetros da cauda de um cachorro, muitas vezes sem anestesia, pode também dificultar a sua capacidade de transmitir suas intenções para outros cães.

Anthes reviu uma pesquisa conduzida por biólogos da Universidade de Victoria, do Canadá, em que os cientistas procuraram por anomalias comportamentais potenciais causadas pelo comprimento da cauda de um cão.

Os pesquisadores usaram um cão robótico caracterizando ou uma cauda longa ou curta, e o expuseram a 492 cães em um parque.

Além do comprimento da cauda variável, o cão robótico foi feito para abanar a cauda ou mantê-la parada. Assim, há quatro diferentes condições em que o cão robótico foi apresentado a seus “colegas”: cauda curta parada, cauda curta abanando, cauda longa parada e cauda longa abanando.

Os pesquisadores documentaram e estudaram as várias maneiras que os cães sem coleira interagiram com o cão robô.

A primeira coisa que eles notaram foi que os cães menores quase sempre se aproximavam com cautela do cão robô. Já entre cães de tamanhos iguais ou maiores, diversos comportamentos interessantes surgiram.

Estes cães eram mais propensos a se aproximar do modelo robótico quando ele tinha uma cauda longa em movimento. Nesse caso, eles interagiram com o robô 91,4% do tempo.

Isso faz sentido porque a longa cauda era flexível: o movimento simulado pareceu se assemelhar ao de uma cauda balançando de um cão real. Este tipo de movimento solto é muitas vezes visto um convite para se aproximar, brincar; um sinal social de que o cão com a cauda abanando não é uma ameaça ao outro cão.

Por outro lado, um cão com a cauda perfeitamente parada não está emitindo esses óbvios sinais de “vem cá brincar”. Os cães de grande porte se aproximaram do cão robô com uma longa cauda parada com uma frequência significativamente menor: 74,4% do tempo.

Quando os pesquisadores trocaram a cauda longa pela curta, estas preferências desapareceram.

Cães grandes abordaram o robô de cauda curta abanando com quase a mesma frequência que abordaram o cão com a cauda imóvel (85,2% e 82,2% das vezes, respectivamente).

Isso sugere que os cães eram menos capazes de discriminar uma cauda que está sacudindo brincalhona de uma cauda parada quando a cauda é curta.

A conclusão do estudo é que os sinais transmitidos por diferenças em movimento são mais eficazmente transmitidos pelos cães quando sua cauda é longa.

Os cães de grande porte também foram duas vezes mais propensos a pausar enquanto se aproximavam do cão de cauda curta, talvez usando esse tempo para tentar decifrar se deviam continuar se aproximando.

Isso significa que os cães ficaram confusos sobre as intenções do cão robótico quando sua cauda era muito curta. Consequentemente, os cães que têm seus rabos cortados estão em uma situação similar – condição que provavelmente induz um estresse e incerteza significativos em suas vidas sociais.

Estética = mutilação

A caudotomia e outros procedimentos para modificar um cão por motivos estéticos, e não de saúde, não são recomendados.

Em 19 de março de 2008, o Conselho Federal de Medicina Veterinária do Brasil proibiu especialistas de realizarem cortes de orelhas para fins estéticos. A caudotomia ainda é possível, embora já seja banida em diversos países, como Áustria, Bélgica, Croácia, República Checa, Estônia, França, Grécia, Hungria, Islândia, Holanda, Noruega, Polônia, Escócia, África do Sul, Suíça e outros.

Segundo Mário Marcondes, diretor do Hospital Veterinário Sena Madureira, a cauda é uma “extensão” da coluna vertebral e é uma parte bastante sensível do corpo do animal, e qualquer corte estético é uma simples mutilação.

Embora o padrão de muitas raças recomende o corte (como rottweiler, por exemplo), a caudotomia não é obrigatória. Cães com cauda íntegra podem ter pedigree e participar de exposições do mesmo jeito.

Muitos proprietários já estão optando por não fazer a caudotomia, que é o correto, segundo Marcondes, já que devemos considerar o bem-estar do animal antes da estética, além do seu direito de se expressar e se comunicar naturalmente conosco e com a sua própria espécie.

Fonte: hypescience

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Dicas Pet

Crescimento do mercado leva pet shops a reformularem conceito para atrair clientes

Um dos mercados que mais crescem entre as micro e pequenas empresas são os pet shops. A demanda por lojas deste tipo é cada vez maior, impulsionadas indiretamente pelo aumento do poder aquisitivo do brasileiro e o melhor planejamento familiar. Outro fator importante que estimula o setor é o fato de as pessoas demorarem mais tempo para ter filhos, suprindo essa carência afetiva com animais de estimação.

gondolas-pet-shop-2O gasto médio mensal com animais pode chegar a R$ 400, valor considerado caro para despesas pessoais pelos próprios donos. Este fato levou o consultor em marketing e gestão de marca para pequenas e médias empresas, Hélio Moreira, diretor da NewGrowing Design, Marketing & Branding, a estudar as necessidades deste tipo de empresa: “analisando o mercado notamos que os pet shops, lavanderias e salões de cabeleireiro são os negócios que mais têm crescido ultimamente”.

O consultor analisa que a concorrência com grandes redes de departamento obrigou as lojas de bairro a mudarem o conceito: “com a chegada desses grandes concorrentes, os demais pet centers se viram obrigados a mudar sua forma de atuação para não perder seu público. Por isso, é fundamental cria fundamentos consistentes para que a marca possa se tornar referência em sua categoria e, com isso, orientar a dinâmica do mercado para a expansão do negócio e maior ganho em percepção de seu público”.

Foi justamente este o trabalho que a NewGrowing realizou para a Pet Show Mar, localizada na Vila Formosa, zona leste de São Paulo. O consultor utilizou três pilares: estratégia de posicionamento, identidade integrada e experiência de marca. A ideia era criar um novo conceito, tornando o pet shop atrativo para os freqüentadores.

“Nosso trabalho começou na identificação do público-alvo e da estratégia para uma loja de bairro conquistar mercado. Depois, sugerimos uma alteração no nome do empreendimento, dando mais ênfase ao nome show, que remete ao conceito lúdico, com foco no bom atendimento e serviços diferenciados, oferecendo experiências ao cliente”, afirma.

“Buscamos também inspiração na magia da Disney, para atrelar o lúdico ao sentimento paternal criado entre donos e seus pets”, avalia. “Desta forma, posicionamos a loja e criamos estratégias de comunicação com seus consumidores”, finaliza Moreira.

Para o diretor de expansão da Pet Show Mar, Leandro Mariano, o novo conceito teve efeito rápido no aumento de vendas: “o mercado está a cada dia mais acirrado, e precisamos buscar diferenciais. Sem precisar abrir uma nova unidade, conseguimos ser uma novidade para nosso público. Assim, conquistamos novos clientes e ainda surpreendemos positivamente aqueles que já estão conosco”, destaca o empresário.

Já diretor financeiro Tiago Rodrigues ressalta que, além do branding, houve um trabalho interno para alcançar o resultado: “fizemos um trabalho forte nos últimos dez meses, de reestruturação da empresa, treinamento e capacitação do nosso pessoal para que o conceito da loja se refletisse no atendimento”, revela.

Fonte: Comunique-se