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Eventos do Agronegócio

InterCorte terá degustação de mais de 100 queijos artesanais paulistas

Ação finalizará painel “Caminhos do Leite” no WTC no primeiro dia do evento

A pecuária de leite terá espaço especial no primeiro dia  InterCorte em São Paulo (SP), que ocorre entre 21 e 23 de novembro, no WTC Golden Hall. O painel “Caminhos do Leite” terá palestras para debater o cenário atual e os desafios da produção leiteira no país, além de apresentar casos de sucesso. Para concluir, os participantes participarão de uma degustação de mais de 100 variedades de queijos artesanais produzidos no estado de São Paulo, em parceria com a Associação Paulista do Queijo Artesanal (APQA) e com o Caminho do Queijo Artesanal Paulista.

“Mais de 25 produtores do estado apresentarão seus queijos, quase todos únicos e criados pelo próprio produtor! Queremos mostrar que a característica principal do queijo artesanal paulista é a inovação! O resultado é uma grande variedade de queijos de alta qualidade. Mostra disso é a quantidade de medalhas que queijarias paulistas conquistaram no IV Prêmio Queijo Brasil, que teve quase 500 queijos avaliados, vindos de todo o país. Os participantes da InterCorte poderão experimentar e certamente se encantar com os queijos produzidos em São Paulo”, destaca o presidente da APQA, Christophe Faraud.

Para Carla Tuccilio, diretora do Terraviva Eventos, que promove a InterCorte, a degustação coroará o painel dedicado à pecuária leiteira. “Trazer a cadeia produtiva do leite para o evento é parte do esforço da nossa plataforma ‘Integrar para Crescer’, que propõe unir forças e integrar cada vez mais os diversos elos das cadeias produtivas de alimentos a fim de fortalecer o papel do Brasil como celeiro do mundo”, destaca.

Programação “Caminhos do Leite” na InterCorte
O Hoje e o Amanhã da Pecuária Leiteira
Moderador: Sidnei Maschio
Data: 21/11
Local: Auditório Integrar para Crescer – WTC Golden Hall

17h30: Cenários – Geraldo Borges

18h00: Gestão – Bruno Scarpa

18h30: Case Grupo Leite da Mantiqueira – Carlos Augusto Siguinolf

18h45: Case Laboratório IZ Qualidade do Leite – Roma Jr.

19h00: Debate

Mediador: Paulo do Carmo Martins
Mauricio Coelho
Sergio Soriano
Roberto Jank Jr.
Wander Bastos

19h30: Queijos artesanais e vinhos

Mais informações e inscrições pelo site: www.intercorte.com.br/saopaulo2018

Sobre a InterCorte

Desde a sua criação em 2012, a InterCorte já contou com a participação de mais de 27 mil pessoas, a maior parte pecuaristas, em eventos que percorrem algumas das principais regiões pecuárias do País para levar informação, conhecimento e tecnologia.
Em 2018 a InterCorte ocorreu em Cuiabá (MT), no mês de março, com a participação de 1.500 pessoas, Marabá (PA) em maio com 1.050 participantes e será finalizada em São Paulo (SP), nos dias 21, 22 e 23 de novembro.

A InterCorte faz parte do “Integrar para Crescer”, plataforma de comunicação que envolve eventos e ações com o intuito de disseminar informação de qualidade, reverberando os temas e discussões relevantes ao setor. Além da InterCorte, a plataforma ainda promove eventos como a Interconf, InterGrãos e ações como o movimento #SomosdaCarne, a Beef Week, “Você Sabia” e “Caminho do Boi”, visando sempre o crescimento e fortalecimento do agronegócio no Brasil. Mais informações: www.intercorte.com.br.

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Agronotícias

Falta de mão de obra qualificada preocupa o pecuarista – Universo Agro

Custos de produção e preços recebidos são outros dois fatores de apreensão para o produtor, diz pesquisa

Fonte: Internet

A falta de mão de obra qualificada para a lida no campo é um dos maiores desafios para manutenção da competitividade de uma fazenda de bovinocultura de corte e de leite. É o que apontam os primeiros dados da pesquisa “Raio-X da pecuária brasileira”, elaborada pela DSM.

Os resultados iniciais do levantamento foram apresentados pelo diretor de marketing do segmento de ruminantes da empresa, Juliano Sabella Acedo, durante o “Simpósio Internacional de Vitaminas e Tecnologias”, que se encerrou nesta quarta-feira (15), em Guarulhos (SP).

“Uma das grandes preocupações do pecuarista hoje é com a qualidade da mão de obra na fazenda. Parte importante da produção depende do uso correto das tecnologias para que os funcionários consigam desempenhar bem suas tarefas”, ressaltou Sabella. “Há um desafio constante de se levar informação, conhecimento sobre tecnologia para o campo.”

Até o momento, a pesquisa envolveu cerca de 1,5 mil fazendas de gado de corte e de leite – de pequeno, médio e grande porte – espalhadas pelos principais polos de pecuária do País: Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Minas Gerais, Tocantins, Pará e São Paulo. De acordo com o executivo, o objetivo é alcançar três mil propriedades.

Os imóveis rurais consultados abrigam aproximadamente três milhões de animais e ocupam cerca de quatro milhões de hectares. Nas fazendas de gado de corte, a predominância foi para a raça Nelore, seguida da Angus. Nas propriedades de leite, destaque para o gado holandês, com o girolando surgindo na segunda posição.

Além da mão de obra, o levantamento também destaca custos de produção e preços recebidos como outras duas grandes preocupações dos produtores, que citaram ainda pressões ambientais, trabalhistas e fundiárias; infraestrutura logística; assistência técnica; sucessão; crédito, como outros itens que geram apreensão no dia a dia da atividade.

Ademais, segundo Sabella, a pesquisa verificou, ainda, aumento da intenção de confinamento para este ano, e que a fase da recria está perdendo terreno na cadeia produtiva pecuária, devido ao encurtamento do ciclo de abate.

Fonte: Universo Agro

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Agricultura

CITROS/CEPEA: Demanda por Laranja se enfraquece no mercado in natura – Cepea

Fonte: Internet

A demanda por laranja está desaquecida no mercado in natura do estado de São Paulo, conforme colaboradores do Cepea, uma vez que compradores têm dado preferência para a mercadoria de melhor qualidade (cada vez mais escassa). Além disso, a disponibilidade das frutas “boca de safra” está maior, cenário que pode se intensificar nesta segunda quinzena de fevereiro, enfraquecendo as cotações.

Na parcial da semana (segunda a quinta-feira), a média da laranja pera fechou a R$ 44,03/caixa de 40,8 kg, na árvore, queda de 1% em relação à anterior. Para a lima ácida tahiti, o cenário de elevada oferta e demanda desaquecida continua.

Nesta semana, porém, as indústrias em operação elevaram as remunerações para cerca de R$ 13,00/cx, o que favoreceu os envios às processadoras e reduziu o volume no mercado de mesa. Assim, o preço médio da variedade entre 13 e 16 de fevereiro foi de R$ 8,67/cx de 27 kg, colhida, recuo de 1,1% em relação à média anterior.

Fonte: Cepea

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Avicultura

Frango vivo: Cotações fecham estáveis nesta 3ª feira – Notícias Agrícolas

Fonte: Internet
Fonte: Internet

As cotações do frango vivo no mercado independente fecharam mais um dia sem alteração de referência, reforçando o cenário de dificuldade no escoamento da produção.

Em São Paulo a referência entrou na décima segunda semana de manutenção em R$ 3,10 o quilo. Já em Minas Gerais a cotação permanece em R$ 3,30/kg desde o final de agosto.

Para o analista da Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, o motivo da estabilidade no preço “pode estar relacionada ao maior ingresso de volumes no mercado interno, tendo em vista que as exportações em outubro ficaram abaixo do esperado”, comenta.

No mercado atacadista as cotações também sofreram pressão nos últimos dias. Mas, “apesar do recuo na comparação semanal, o produto, no atacado, está custando 12,3% mais que em igual período do ano passado”, ressalta a Consultoria.

Com a queda no poder aquisitivo da população, grande partes dos consumidores migraram para as proteínas de menor preço, porém, esse aumento do consumo no varejo não tem se refletido aos produtores de aves independentes.

Ainda no atacado, o acompanhamento de preço do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), apontou que, entre 10 e 17 de novembro, na Grande São Paulo, o resfriado teve pequena queda de 0,4%, para R$ 4,46/kg, enquanto o frango inteiro congelado se valorizou ligeiramente em 0,2%, para R$ 4,41/kg na semana.

Por: Larissa Albuquerque

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Agroeconomia

Produtores de feijão do interior de São Paulo adiam vendas na expectativa de preços melhores para início de dezembro – Notícias Agrícolas

Produtores de feijão do interior de São Paulo adiam vendas na expectativa de preços melhores para inicio de dezembro

Fonte: Internet
Fonte: Internet

Neste momento, o mercado do feijão em São Paulo trabalha abaixo dos 200 reais a saca, com compradores, de um lado, aguardando estabilização dos preços e produtores, de outro, segurando para não deixar o preço cair.

De acordo com Marcelo Lüders, analista da Correpar, a expectativa de quem está no mercado é “medir até onde o mercado vem”. Do lado da compra, os compradores não querem ter surpresa com os preços e precisam de patamares estabelecidos para continuar comprando. A ordem dos empacotadores, neste momento, também é de esperar um pouco e comprar apenas o necessário.

Os produtores do estado já passaram de mais de 50% da área colhida, ou seja, mais de 1 milhão de sacas já foram colhidas, de acordo com a estimativa de produção. Segundo Lüders, de 90% a 95% desse volume colhido já foi comercializado.

Ele lembra também que o meio do mês é um “período mais tranquilo”, principalmente quando há uma indefinição, retarda a compra do consumidor. “Já estamos entrando na terceira semana do mês, em breve terá um maior movimento de compras, quando deve existir uma demanda maior”, diz.

O analista aconselha os produtores a tomarem consciência do que está acontecendo no mercado e buscar, em conversa com outros produtores, maneiras de firmar o preço nos R$180. Neste cenário, o comprador também deve entrar no mercado com mais facilidade, confiante dos preços.

Em São Paulo, o feijão nota 9 está sendo comercializado a R$180, enquanto os feijões que perderam qualidade na colheita, a R$170. Lüders destaca que, neste momento, não há um grande volume de venda, mas que ela está acontecendo no interior do estado.

 

Por: Aleksander Horta e Izadora Pimenta

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Fatos e Acontecimentos

Ferrugem da soja é identificada em São Paulo – Embrapa

Foto: Arquivo Embrapa Soja
Foto: Arquivo Embrapa Soja

O Consórcio Antiferrugem, por meio da Fundação ABC, fez o primeiro registro de ferrugem asiática da soja em área comercial na safra 2016/2017, no dia 15 de novembro, em Taquarituba (São Paulo). O foco registrado foi identificado em monitoramento realizado pelo pesquisador da Fundação ABC, Alan Cordeiro Vaz, em soja semeada em setembro. 

Na safra 2015/2016, o primeiro foco em lavoura comercial foi registrado no dia 6 de novembro, também em São Paulo. Diferentemente da safra passada, que esteve sob o efeito do fenômeno El Niño, que pode provocar chuvas irregulares no Sudeste e no Centro-Oeste, atraso nas chuvas na região Nordeste e chuvas acima da média para a região Sul, nessa safra as condições climáticas tendem à neutralidade ou à influência do fenômeno La Niña.

Apesar do relato antecipado da ferrugem, nessa safra, a situação ainda é tranquila, porque os sintomas da doença são iniciais. “No entanto, nessa região de São Paulo há várias lavouras que foram semeadas ao final do vazio sanitário e encontram-se em fase avançada de desenvolvimento”, explica a pesquisadora da Embrapa Claudia Godoy. “Por isso, o monitoramento deve ser intensificado em lavouras em pré-fechamento ou em estádio de desenvolvimento mais avançado, e pode-se iniciar a proteção com fungicidas, uma vez que a presença do foco indica a presença de esporos na região”, avalia.

Godoy alerta que o monitoramento da ferrugem e a sua identificação nos estádios iniciais são essenciais para o controle eficiente. A orientação da pesquisadora é para que se realize o monitoramento o mais abrangente possível, com maior atenção para as primeiras semeaduras e os locais com maior acúmulo de umidade. “Para o monitoramento, devem-se coletar folhas dos terços médio e inferior das plantas, observando as folhas contra a luz, procurando pontuações escuras”, explica. “No verso das folhas a presença de saliências semelhantes a pequenas feridas ou bolhas, confirma a ferrugem”.

Em caso de dúvida, Godoy explica que as folhas devem ser colocadas em saco plástico com um pouco de ar e o saco amarrado, fazendo um pequeno balão (câmara úmida); pode ser colocado um pedaço de papel ou algodão umedecido dentro desse saco e deixado fechado em local fresco, à temperatura ambiente, por 12 a 24 horas. “Durante esse período de incubação o fungo poderá produzir urédias e uredósporos, que ficarão acumulados na superfície dessas urédias, tornando-se mais visíveis”, afirma a pesquisadora.

Os produtores podem acompanhar e colaborar para os relatos de ocorrência da doença pelo site do Consórcio Antiferrugem (www.consorcioantiferrugem.net). Também é possível acompanhar pelo o aplicativo do Consórcio que pode ser baixado para aparelhos IOs e Android. O relato de ocorrências pode ser realizado por laboratórios credenciados ou informados para a equipe do Consórcio Antiferrugem pelo e-mail: cnpso.caf@embrapa.br

A Embrapa Soja tem um hotsite com informações detalhadas sobre a doença. 

Sobre a doença –  A ferrugem-asiática da soja, causada pelo fungo Phakopsora pachyrhizi, é considerada a doença mais severa da cultura, podendo causar perdas de até 80% de produtividade. O fungo originário foi relatado no Brasil em 2001 e encontrou nas condições favoráveis para sua sobrevivência e multiplicação durante todo o ano, explica Godoy. “O fungo se dissemina pelo vento e pode incidir em qualquer estádio da cultura, porém é mais comum após o fechamento do dossel, em razão do acúmulo de umidade e da menor incidência de radiação solar nas folhas baixeiras, por onde a doença tende a começar”, diz.

De acordo com Godoy, sua introdução trouxe consequências para o sistema produtivo da soja e seu controle é feito por meio da integração de medidas como a adoção do vazio sanitário (período de 60 a 90 dias sem soja na entressafra), com objetivo de reduzir o inóculo do fungo que só sobrevive em plantas vivas; semeaduras no início da época recomendada com cultivares precoces, para escapar da época de maior incidência do fungo; utilização de cultivares com genes de resistência e utilização de fungicidas.

Para Godoy o controle da doença tem sido ameaçado pela menor sensibilidade do fungo aos principais fungicidas colocando em risco a sustentabilidade da cultura. Genes de resistência têm sido incorporados às cultivares, mas as opções ainda são restritas. “Existem 120 fungicidas com registro no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) para o controle da ferrugem, porém a eficiência dos fungicidas vem sendo reduzida em razão da seleção de isolados do fungo menos sensíveis ou resistentes aos mesmos”, explica Godoy. A pesquisadora orienta os produtores que na escolha dos fungicidas para o controle da ferrugem priorizem sempre a utilização de misturas prontas de diferentes modos de ação e a rotação de fungicidas.

Lebna Landgraf (MTb 2903-PR)
Embrapa Soja

Fonte: Embrapa

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Avicultura

Frango vivo: Mercado independente registra mais um dia de estabilidade – Notícias Agrícolas

Fonte: Internet
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A terça-feira (8) encerra estável no mercado independente do frango vivo. Sem registrar modificações desde o final de agosto, o setor enfrente um longo período de estabilidade diante da retração no consumo.

Em São Paulo o preço de referência completa a décima semana de manutenção em R$ 3,10 o quilo. Já em Minas Gerais a cotação permanece em R$ 3,30/kg.

Altas ocorrem, no entanto, no mercado atacadista de São Paulo. Em sete dias a carcaça valorizou 1,4%. “A reposição de estoques pelo varejo foi mais intensa nos últimos dias, o que ocasionou as valorizações”, avalia a Scot Consultoria.

Porém, esses aumentos não refletem diretamente na remuneração dos produtores integrados, uma vez que o consumo abaixo da média dos últimos anos, faz com que as agroindústrias optem por trabalhar apenas com o sistema de integração, recorrendo menos a oferta livre.

Contudo, a Consultoria não descarta a possibilidade de valorizações do mercado paulista dos próximos dias, já que a proximidade com o pagamento dos décimos terceiros salários, abonos salariais e férias, podem impulsionar a demanda pela proteína.

Na visão do analista da Safras & Mercado, Fernando Iglesias,  “o consumo até foi bom nos últimos meses, mas a percepção é que a oferta também foi ampliada, impossibilitando as tentativas de reajustes mais expressivos nas cotações”, afirma.

Fonte: Notícias Agrícolas

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Agricultura

Com plantio acelerado, analistas estimam safra de soja do Brasil em 102,8 mi t – Notícias Agrícolas

Fonte: Internet
Fonte: Internet

SÃO PAULO (Reuters) – À medida que os trabalhos de plantio da nova safra de soja do Brasil avançam nas principais regiões produtoras, consolida-se a visão de analistas e entidades do setor de que o país colherá uma safra recorde em 2016/17, apontou nesta quarta-feira uma pesquisa da Reuters.

A média de 14 previsões coletadas indicou uma colheita de 102,8 milhões de toneladas, apenas ligeiramente abaixo da pesquisa com 12 fontes do início de setembro, quando o plantio ainda não havia começado e que apontou safra de 103,1 milhões de toneladas.

“O plantio está tranquilo até aqui, sem maiores percalços. Apenas casos isolados de falta de chuva, uma ou outra área replantada”, disse a analista Daniele Siqueira, da consultoria AgRural.

O plantio da nova safra no país havia atingido até o final da semana passada cerca de 30 por cento da área total projetada, nível que em anos anteriores havia sido alcançado apenas na primeira quinzena de novembro, disse a consultoria INTL FCStone, destacando o clima favorável em diversas regiões, como Mato Grosso, principal Estado produtor. 

“Esse é o melhor início de safra no Brasil desde a safra recorde de produtividade de 2011. Tem muito chão para andar ainda, e tudo pode acontecer, mas o começo é favorável, de forma geral… Não pode-se descartar uma produção de soja acima de 105 milhões de toneladas no Brasil este ano, se o clima ajudar”, disse o presidente da consultoria AGR Brasil, Pedro Dejneka.

Caso se confirme, a colheita apontada pela pesquisa representaria uma alta de 7,7 por cento ante a safra 2015/16, que foi bastante prejudicada por chuvas irregulares.

O levantamento da Reuters apontou também que a média de 11 previsões é para uma área plantada de 33,8 milhões de hectares com a oleaginosa, uma expansão de 1,6 por cento ante a temporada anterior.

O ritmo de expansão de área é menor que o de anos anteriores, diante da crise econômica, do cenário de crédito mais apertado e margens menos estimulantes, com grandes safras de soja no mundo.

Por Gustavo Bonato

Fonte: Notícias Agrícolas

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Avicultura

FRANGO/CEPEA: Cotações da carne encerram o mês em patamar recorde – Cepea

Fonte: Internet
Fonte: Internet

Os preços da carne de frango negociada no atacado da Grande São Paulo encerram setembro nos maiores patamares nominais da série do Cepea, iniciada em 2004 para o produto. A carcaça resfriada e a congelada registram média de R$ 4,56/kg neste mês (até o dia 29).

Segundo pesquisadores do Cepea, a queda na produção, associada a um aquecimento recente nas exportações, já vinham reduzindo a disponibilidade interna da carne, elevando as cotações. Em setembro, o impulso veio ainda do aumento nos preços da carne bovina. Em relação a agosto, a valorização do frango resfriado é de 3,1%, e a do congelado, 4,4% no atacado paulista.

Fonte: Cepea

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Agronotícias

Preços do leite spot e lácteos no atacado têm queda em agosto – Globo Rural

Em Minas Gerais e em São Paulo, as cotações médias ficaram em R$1,84 por litro

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(Foto: United Soybean Board/CCommons)

No mercado spot, ou seja, o leite comercializado entre as indústrias, os preços do leite caíram na primeira quinzena de agosto. Segundo pesquisa realizada quinzenalmente pela Scot Consultoria, em Minas Gerais e em São Paulo, os preços médios ficaram em R$1,84 por litro, considerando o preço do leite posto na plataforma. Para uma comparação, em julho os valores chegaram a R$2,20 por litro. Na região Sul, os preços variaram de R$1,65 a R$1,75 por litro na segunda metade de julho.

No atacado, considerando a média de todos os produtos pesquisados, os preços dos lácteos também tiveram queda. A queda foi de 0,9% na primeira quinzena de agosto, em relação à segunda metade do mês de julho.

O preço do leite longa vida caiu 3,8% no período e ficou cotado, em média, em R$3,34 o litro nas indústrias.

As quedas nos preços do leite no mercado spot e no atacado pressionam para baixo também as cotações do leite ao produtor.

Fonte: Globo Rural