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Manejo

Embrapa desenvolve vacina contra o carrapato bovino

Segundo pesquisador, a eficácia do imunizante é de 69%, mas as pesquisas continuam para melhorar esse índice.

O carrapato bovino já é um desafio conhecido pelos pecuaristas. De acordo com a Embrapa Gado de Corte, a pecuária brasileira perde cerca de US$ 3 bilhões por ano por causa dele. No mundo, o prejuízo passa de US$ 17 bilhões.

Para o controle eficiente, a Embrapa, em parceria com um laboratório farmacêutico, desenvolveu a primeira vacina contra o carrapato.

“A gente vem trabalhando nela há muito tempo, e conseguimos registrar a patente depois de um ano. Isso nos traz uma possibilidade real de oferecer uma ferramenta, a curto prazo, para o controle do carrapato sem uso de produto químico”, diz o pesquisador Renato Andreotti.

Segundo ele, a eficácia do imunizante é de 69% até o momento. “A gente pretende continuar fazendo estudos e aumentar essa eficiência da vacina”, diz.

A vacina já teve a patente aprovada, mas não vai chegar ao mercado neste ano. “Assim como estamos vendo com a vacina da Coronavac, é um processo muito semelhante. Acredito que leve um ano e meio a dois anos para ser aprovado [o uso] junto ao Ministério da Agricultura, sendo bem otimista. A ciência é algo fundamental para o país, e a construção da ciência se dá a longo prazo”, destaca.

Por: Canal Rural

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Defesa Agropecuária

Aftosa: Brasil tem parecer favorável para novas zonas livres sem vacinação

Aftosa: Brasil tem parecer favorável para novas zonas livres sem vacinação
Aftosa: Brasil tem parecer favorável para novas zonas livres sem vacinação

O Ministério da Agricultura informou que os pedidos de reconhecimento do Paraná, do Rio Grande do Sul e do Bloco I (Acre, Rondônia e parte do Amazonas e do Mato Grosso) como zonas livres de febre aftosa sem vacinação, assim como do Paraná como zona livre de peste suína clássica independente, passaram pela avaliação técnica da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) e receberam parecer favorável.

 “Diante desse resultado, os pleitos brasileiros foram recomendados para avaliação durante a 88ª Sessão Geral da Assembleia Mundial dos Delegados da OIE, que ocorrerá no período de 22 a 28 de maio deste ano, no formato virtual”, disse a pasta em nota ao Broadcast Agro. O prazo é de 60 dias para solicitar informações sobre os pleitos brasileiros, de forma a sustentar a votação durante a 88ª Sessão Geral.

O processo de transição de zonas livres de febre aftosa com vacinação para livre sem vacinação está previsto no Plano Estratégico do Programa Nacional de Vigilância para a Febre Aftosa (Pnefa), conforme estabelecido pelo Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária (Suasa).

Por: Brasil agro.

Fonte: Broadcast Agro

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Agronotícias

Campanha de vacinação contra febre aftosa é prorrogada até o dia 21 de dezembro no Pará

Dados mostram que cerca de 9,5 milhões de bovinos e bubalinos foram vacinados na segunda etapa de Campanha de Vacinação Contra a Febre Aftosa no estado.

Animal sendo vacinado contra a febre aftosa — Foto: Divulgação

Animal sendo vacinado contra a febre aftosa — Foto: Divulgação

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) prorrogou a notificação da vacinação contra a febre aftosa no Pará e agora os produtores têm até o dia 21 de dezembro para informar a Agência de Defesa Agropecuária do Pará (Adepará) sobre a vacinação.

O produtor é o responsável pela vacinação, e terá até o dia 21 de dezembro para fazer a comunicação da vacina nos escritórios da Adepará. As vacinas devem ser adquiridas em estabelecimentos cadastrados pela Agência e o produtor deve exigir a nota fiscal, para apresentá-la a Adepará, comprovando que vacinou e atualizando seu cadastro. Quem não realizar a notificação fica impedido de adquirir novas vacinas, paga multa de acordo com o rebanho, entre outros impedimentos.

Nesta fase da campanha, realizada no período de 1º a 30 de novembro, foram vacinados animais com idade entre zero e dois anos, em aproximadamente 103 mil propriedades. Os dados mostram que cerca de 9,5 milhões de bovinos e bubalinos foram vacinados na segunda etapa de Campanha de Vacinação Contra a Febre Aftosa.

Para que o estado ganhe o status de livre da febre aftosa é preciso alcançar a meta estipulada OIE de 90%. Em campanhas anteriores, o Pará alcançou índices acima de 98% de vacinação do rebanho.

Fonte: Por G1

 

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Agronotícias

Tem início a campanha de vacinação contra febre aftosa para bovinos e bubalinos

O prazo para imunização se encerra no dia 30 de novembro, informa a Agência de Defesa Agropecuária do Pará (Adepará)

Nesta etapa deverão ser vacinados os bovídeos (bovinos e bubalinos) com idade entre zero e dois anos de idadeFoto: Sidney Oliveira/Ag. ParáCerca de 9,5 milhões de bovinos e bubalinos devem ser vacinados na segunda etapa de Campanha de Vacinação Contra a Febre Aftosa, em 127 municípios do Pará. Essa etapa abrangerá todo o território paraense, com exceção do Arquipélago do Marajó e dos municípios de Faro e Terra Santa, na região oeste. A Agência de Defesa Agropecuária do Pará (Adepará) informa que esta fase da campanha é realizada entre 1º a 30 de novembro e serão vacinados animais, com idade entre zero e dois anos, em aproximadamente 103 mil propriedades.

Hoje, o Pará tem cadastrado o número de 22.371.788 milhões de cabeças de gado e, desde o ano de 2014, é reconhecido pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) como “Estado livre da febre aftosa com vacinação”. A segunda etapa da Campanha já faz parte do planejamento estratégico do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) para retirada da vacinação do Pará.

“Ainda somos um estado livre de febre aftosa, mas com a vacinação, e não podemos deixar de atender essa exigência para que não percamos os mercados que já conquistamos e, assim, podermos continuar alavancando nossa economia. Desta forma, para que o produtor não seja autuado e possamos ter garantias sanitárias do rebanho do Marajó, ratificamos a importância de os produtores manterem suas obrigações em dia junto a Adepará.”, informa a gerente do Programa Estadual de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa, Joélia Guerra.

Nesta etapa, será vacinado apenas o rebanho de zero a dois anos de idade, porque os animais com mais de 24 meses já possuem pelo menos quatro vacinações, o que lhes confere alta imunidade, sendo reforçada, anualmente, na etapa de maio, que agrega bovinos e bubalinos de todas as idades.

O produtor é o responsável pela vacinação, e terá até o dia 15 de dezembro para fazer a comunicação da vacina nos escritórios da Adepará. As vacinas devem ser adquiridas em estabelecimentos cadastrados pela Agência e o produtor deve exigir a nota fiscal, para apresentá-la a Adepará, comprovando que vacinou e atualizando seu cadastro.

O estado do Pará sempre ultrapassa a meta estipulada pela  Organização Mundial de Saúde Animal, que é de 90% de proteção em animais e propriedades, para áreas livres de febre aftosa com vacinação. “Os registros das campanhas anteriores nos mostram que regularmente alcançamos a meta e que normalmente os índices estão acima de 98%. Nesta etapa, esperamos vacinar um total de 9.490.881 animais.”, explica a gerente Joélia Guerra.

Qualidade

Em maio de 2017, o Pará deu um passo importante na garantia da qualidade da carne paraense e na eficácia da preservação da sanidade dos animais, quando o Estado recebeu o reconhecimento internacional de área 100% livre da febre aftosa, durante a programação da 86ª Assembleia Geral da OIE, em Paris, na França. A entrega ocorreu em conjunto com outros Estados brasileiros que também alcançaram a certificação, como Amapá, Amazonas e Roraima.

O Plano Estratégico do Programa Nacional de Febre Aftosa (PNEFA) objetiva criar e manter condições sustentáveis para garantir o status de país livre de aftosa e ampliar as zonas de status ‘livre da doença sem vacinação’. Para realizar a transição desses status sanitários, foram considerados critérios técnicos e estratégicos. A união dos esforços públicos e privados, a infraestrutura dos serviços veterinários e os fundamentos técnicos são a base para a conquista. O objetivo agora é que o Brasil possa retirar a vacinação contra a febre aftosa de todos os estados brasileiros.

“É fundamental cumprimos com o calendário preconizado para a etapa de vacinação, objetivando a manutenção da sanidade do nosso rebanho. Sempre importante ressaltar que o produtor rural deve adquirir sua vacina em uma revenda cadastrada na Adepará, vacinar seu rebanho e posteriormente realizar a notificação da vacina, portando a nota fiscal de compra e quantitativo do rebanho”, explica o diretor geral da Adepará, Jamir Macedo.

Para comprovar a vacinação, é necessário apresentar, além da nota fiscal de aquisição da vacina, a relação do rebanho, com a quantidade de animais, faixa etária e espécie trabalhada. O produtor que não notificar a vacinação estará sujeito à multa, cujo valor pode variar de acordo com a quantidade de animais.

Fonte: Por Manuela Viana (ADEPARÁ)

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Aftosa

Avanço no status sanitário vai abrir novos mercados para carne brasileira, diz Acrimat

Diretora-executiva da entidade afirma que ampliar áreas livres da febre aftosa sem vacinação vai permitir ao país acessar países como Japão e Coreia do Sul. Mais quatro estados e parte do AM e MT devem ser reconhecidos pela OIE em 2021

Os avanços no status sanitário do Brasil em relação à febre aftosa e as oportunidades para a cadeia produtiva da carne forma os temas do programa Direto ao Ponto deste domingo, 6. Nesta edição, a diretora-executiva da Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), Daniella Bueno, falou sobre o andamento do Plano Estratégico do Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa (Pnefa), em que fase o país está na ampliação das áreas livres da doença sem vacinação, a atuação do setor produtivo e como essa nova etapa melhora o posicionamento do país em relação a países importadores.

A dirigente da Acrimat destacou que esse avanço no status sanitário vai permitir ao Brasil expandir as exportações de carne in natura. “A gente já acessa o mercado de 156 países. No entanto, vários deles não compram a totalidade da nossa carne, apenas as carnes processadas em virtude da vacinação da febre aftosa”, disse.

Ela afirmou que se trata de importadores considerados livre da doença sem vacinação e, por isso, são mais exigentes. “Eles têm algumas restrições. Exemplos são o Japão e a Coreia do Sul, que não aceitam carne bovina vacinada”, ressaltou.

Em agosto, o Ministério da Agricultura reconheceu os estados do Acre, Paraná, Rio Grande do Sul e Rondônia e partes do Amazonas e Mato Grosso como áreas livres sem vacinação. Os municípios mato-grossense de Rondolândia e partes de Aripuanã, Colniza, Comodoro e Juína tiveram esse reconhecimento. A decisão abrange uma área com cerca de 500 mil cabeças de gado.

“O próximo passo agora é que esses estados sejam reconhecidos pela Organização Mundial da Saúde Animal (OIE) como zonas livres de febre aftosa sem vacinação em maio do ano que vem e, até 2023, em todo o país”, atestou. Para isso, o país passa por um momento de revisão Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa com uma série de ações do governo e setor produtivo.

Daniella Bueno informou houve uma forte mobilização dos criadores em Mato Grosso nessa última etapa da vacinação, o que permitiu a imunização de 99,67% do rebanho do estado. São mais de 30 milhões de cabeças.

“Nós temos qualidade, quantidade, sanidade e sustentabilidade. Somos um parceiro confiável. Esse é o grande recado que nós temos que levar para o mundo”.

Entenda o Pnefa

O Plano Estratégico do Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa foi criado para manter as condições sustentáveis e garantir o status sanitário do Brasil como livre de febre aftosa e ampliar as zonas livres sem vacinação. O plano 2017-2026 está alinhado com o Código Sanitário para os Animais Terrestres, da Organização Mundial de Saúde Animal, com as diretrizes do Programa Hemisférico de Erradicação da Febre Aftosa (Phefa) em parceria com o setor privado e governo.

Cabe ao Ministério da Agricultura realizar o monitoramento e a execução das ações previstas, com a finalidade de avaliar a necessidade ou a possibilidade de antecipar ou adiar o cronograma de transição em unidades da federação. No Brasil, apenas o estado de Santa Catarina tem o reconhecimento junto à Organização Mundial de Saúde Animal e possui a certificação internacional como zona livre de febre aftosa sem vacinação.

Fonte: Por Bruno Amorim

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Pecuária

Seis estados são reconhecidos como livres de aftosa sem vacinação a partir de setembro

Ministra da Agricultura assinou nesta terça-feira instrução normativa ainda a ser publicada no Diário Oficial da União.

A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, assinou uma instrução normativa na noite desta terça-feira, 11, reconhecendo como livres de aftosa sem vacinação os estados do Acre, Paraná, Rio Grande do Sul, Rondônia e regiões do Amazonas e de Mato Grosso. A medida passa a valer em 1º de setembro de 2020.

A norma, ainda não publicada no Diário Oficial da União, também determina que o ingresso em Santa Catarina de animais e produtos de risco para febre aftosa, provenientes dessas seis áreas, devem observar as diretrizes definidas para origem em zona livre de febre aftosa com vacinação, até seu reconhecimento pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) como zonas livres de doença sem vacinação.

Os pedidos de reconhecimento desse status deverão ser entregues à OIE até a próxima sexta-feira, 14. Mais cedo, nesta terça-feira, entidades do Rio Grande do Sul se manifestaram sobre a retirada definitiva da vacina, depois de conversarem com pecuaristas do estado. Em votação, 44 entidades se posicionaram a favor da retirada da vacina e 35 foram contra.
Fonte:Canal Rural
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Pecuária

Adepará prorroga prazo de vacinação contra a febre aftosa

A Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará) prorrogou o prazo da primeira etapa da campanha de vacinação de 2020 contra a febre aftosa no Pará, que finalizaria no dia 20 de junho. O novo calendário foi publicado nesta quarta (24), no Diário Oficial do Estado, por meio da Portaria nº 1451/2020. Os produtores rurais terão até 30 de junho para vacinar o rebanho e até 15 de julho para realizar a notificação da vacina.

A prorrogação atende a um pedido da Federação da Agricultura e Pecuária do Pará – FAEPA, acompanhado pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil – CNA, Fundo de Desenvolvimento da Pecuária – FUNDEPEC, Serviço Nacional de Aprendizagem Rural – SENAR e Superintendência Federal de Agricultura no Pará – SFA-PA. Na época, o presidente da FAEPA, Carlos Xavier, externou sua preocupação com a pandemia, que vem exigindo ações que alteram a vida tanto pessoal como laboral dos produtores rurais nas suas propriedades.

De acordo com o diretor-geral da Agência, Jamir Macedo, a ampliação da campanha ocorreu devido à situação de pandemia vivenciada atualmente. “A Adepará se sensibilizou ao pleito do setor produtivo e encaminhou a solicitação de prorrogação ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), que foi aprovada considerando as condições adversas que a Covid-19 impôs”, explicou o gestor.

A proatividade da Adepará em atender ao pedido de prorrogar o período de vacinação demonstra o bom relacionamento com o setor produtivo, visto que a decisão foi acatada em conjunto. Conforme Jamir Macedo, a proibição da livre circulação de pessoas e veículos entre municípios e dentro das próprias cidades, medida de enfrentamento ao coronavírus, dificultou a aquisição da vacina contra a febre aftosa.

“A prorrogação vai possibilitar que os produtores que não conseguiram adquirir a vacina, no período estipulado anteriormente, possam realizar a vacinação dos rebanhos” – Jamir Macedo, diretor-geral da Adepará.

Orientações – Na primeira etapa da campanha, bovinos e bubalinos de todas as idades devem ser vacinados. A imunização abrange todos os municípios paraenses, exceto o Arquipélago do Marajó e as cidades de Faro e Terra Santa, no Baixo Amazonas, que possuem etapas de vacinação específicas.

As vacinas devem ser compradas em revendas agropecuárias registradas pela Adepará e o produtor precisa exigir a nota fiscal no momento da compra. Com uma dose de 2 ml, a vacina contra a febre aftosa deve ser administrada através da via subcutânea ou intramuscular, na região da tábua do pescoço (terço médio) do animal.

A declaração da imunização deve ser feita, preferencialmente, de forma online, por meio do Sistema de Integração Agropecuária (Siapec), conforme tutorial. O produtor também pode realizar a notificação via e-mail ou telefone, junto à unidade local ou gerência regional do município de atuação. Os contatos estão disponíveis no site da Adepará. Devem ser informados os dados do rebanho e da nota fiscal de aquisição da vacina.

Caso o produtor rural não tenha acesso à internet, também poderá comprovar a vacinação presencialmente, mediante agendamento, no escritório mais próximo do órgão. Serão cumpridas todas as recomendações de prevenção ao coronavírus durante o atendimento.

A Adepará alerta que a não vacinação acarreta em medidas coercitivas cabíveis, como auto de infração e bloqueio da propriedade para movimentação, até que a pendência seja solucionada.

Fonte: Adepará

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Aftosa

Mapa atende pedido da Faepa e alonga prazo para vacinar contra aftosa

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e a Agência de Defesa Agropecuária do estado do Pará (Adepará) atenderam o pedido feito pela Federação da Agricultura e Pecuária do Pará para que se ampliasse o prazo de vacinação contra a febre aftosa da primeira etapa da campanha.

A comprovação da vacinação dos municípios de Faro e Terra Santa foi prorrogada até o dia 31 de maio de 2020. Considerando as recomendações da OIE e do Mapa por ocasião da pandemia da COVID -19, a primeira etapa da campanha de vacinação contra a febre aftosa no estado do Pará será finalizada em 20 de junho de 2020, com extensão do prazo de comunicação pelos produtores rurais até 15 de julho de 2020 ou data posterior, caso necessário.

A orientação é de que  a comprovação da vacinação contra a febre aftosa seja realizada preferencialmente por meio não presencial (sistemas informatizados, correio eletrônico ou outras soluções exequíveis à distância) e, quando não houver alternativa ao alcance, a comunicação presencial poderá ser postergada para um prazo a ser pactuado entre todas as partes envolvidas com o Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa (PNEFA) na UF.

O pleito da Federação junto ao ministério tinha por objetivo preservar a saúde dos produtores de bovinos que atuam em todo o estado, focando em ações como a diminuição do movimento nas lojas agropecuárias.

A Faepa argumentou que as ações de defesa agropecuária que envolvam a próxima campanha de vacinação contra a Febre Aftosa do rebanho paraense na etapa de maio deste ano, deveriam levar em consideração todos os ajustes que a sociedade está fazendo para se adequar à nova realidade, e a ampliação de prazos para executar ações como a vacinação era uma delas.

Auxílio

A Faepa se coloca à disposição para divulgar as ações de proteção contra a disseminação do Covid-19 aos pecuaristas bem como todas as ações pertinentes tanto da etapa de vacinação como de sua comprovação, para que os produtores rurais possam obter as informações necessárias, contribuindo para que realizem o registro de suas atividades por meio dos correios eletrônicos oficiais ou das demais formas aceitas pela Adepará.

Fonte: Faepa

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Agronotícias

Vacinação contra aftosa está mantida para iniciar em 1º de maio

Para evitar a disseminação do novo coronavírus (covid-19), o ministério mudou os procedimentos de comprovação da imunização dos rebanhos contra a febre aftosa, para preservar a saúde dos produtores rurais e, também, do pessoal que trabalha no Serviço Veterinário Oficial (SVO). Conforme nota do Mapa, “não serão exigidas declarações de comprovação da vacinação que impliquem em comparecimento aos escritórios.”

Assim, a Divisão de Febre Aftosa (Difa) do Mapa orienta que a comprovação da vacinação contra a doença deverá ser realizada, preferencialmente, por meio dos sistemas informatizados, correio eletrônico ou outras soluções a distância.

“Quando não houver alternativa ao alcance, a comunicação presencial poderá ser postergada para um prazo a ser pactuado entre todas as partes envolvidas com o Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa (PNEFA) no estado ou no Distrito Federal”, assinala o comunicado do ministério.

No final de março, a pasta determinou que “as entidades de produtores e das revendedoras de vacina contra a febre aftosa deverão se organizar para que a vacina seja, preferencialmente, adquirida junto às revendas agropecuárias por telefone ou outro meio de comunicação à distância disponível”. A orientação ainda detalha que “a entrega pela revenda, pelo sindicato rural ou outra forma de entrega, deverá ser feita diretamente na propriedade rural que a comprou.”

A campanha de vacinação realizada anualmente tem que ser mantida para garantir o reconhecimento de que o gado criado, em diferentes estados, está em áreas livres de febre aftosa conforme estabelece a Organização Internacional de Saúde Animal (OIE). Isso permite a exportação da produção nacional de carne.

Fonte: sónoticias

 

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Agronotícias

Atenção: vacinação de bezerras contra brucelose, neste semestre, deve ser feita até maio

Sistema Faeg/Senar alerta aos criadores de bovinos e bubalinos sobre a obrigatoriedade de vacinarem as fêmeas de três a oito meses de idade

Imagem créditos: Divulgação

 A Agência Goiana de Defesa Agropecuária  faz o chamado conforme o Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose, instituído pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. A previsão da Agrodefesa é que sejam imunizadas cerca de 1,2 milhão de animais até 31 de maio/19, quando encerra o prazo de vacinação do primeiro semestre. Já no segundo semestre, o período se encerra em 30 de novembro/19.

As vacinas indicadas são a B19 ou a RB51, que devem ser compradas em estabelecimentos registrados na Agência. Como se trata de vacina viva, existem riscos de contaminação, por isso aplicação exige cuidados que vão desde a refrigeração até o ato da imunização. Outro cuidado é aplicar a vacina em tempo hábil após seu preparo, já que não pode ser armazenada para uso posterior em razão do período específico de utilização.

A Analista Técnica do Instituto para o Fortalecimento da Agropecuária de Goiás-IFAG, Christiane Rossi, destaca que a vacinação deve ser feita por médico veterinário, também responsável por emitir a receita para compra da vacina e o qual precisa estar cadastrado junto à Agrodefesa. O cadastro tem periodicidade anual e fica disponível para consulta pelo produtor, nos escritórios locais do órgão de defesa”, explica.

É preciso reforçar que, quem tem fazendas em municípios diferentes  terá que comprar as doses separadas para cada uma delas. Depois da imunização, os pecuaristas têm que apresentar na Agrodefesa o atestado de vacinação junto da Nota Fiscal o que pode ser feito por eles ou pelo veterinário responsável, dentro de 30 dias após a compra da vacina.

De acordo com a Agrodefesa, a não vacinação gera multas e punições como a restrição de venda de animais, inclusive adultos, na propriedade. A multa é de R$ 7,00, por cabeça de bezerra não vacinada, além da obrigatoriedade da vacinação assistida da Agrodefesa. E quem deixar de entregar o atestado de vacinação indicado, será multado em R$ 300,00.

As bezerras de vacas e búfalas imunizadas com a vacina B-19 devem ser carimbadas do lado esquerdo da cara, com dígito do ano de vacinação. Agora se a opção for pela vacina RB51, a identificação é com a letra V também no lado esquerdo da cara.

“O Sistema Faeg Senar contribui para levar as informações aos produtores rurais através de suas vias de comunicação, da sua capilaridade nos municípios através dos Sindicatos Rurais, através da Assistência Técnica e Gerencial,  qualificação dos trabalhadores e produtores rurais pelo Senar, entre outros. Também atua com sugestões para atualizar as legislações quando em consulta pública”, pontua a Analista do IFAG.