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Homeopatia Veterinária #4: Adeptos e expansão

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2ª parte – Prof. Dr. Claudio Martins Real – Med. Vet. Homeopata

A criação da Homeopatia, por Samuel Hahnemann, no fim do século XVIII e início do XIX, representou, além de uma nova terapêutica, nova concepção sobre a origem das doenças. Os novos métodos e concepções, como vendaval renovador, abalaram o mundo cientifico da época, principalmente a classe médica ciosa de seu saber.

Rapidamente a Homeopatia ganhou adeptos, chegou a Paris, centro cultural da Europa, de onde se expandiu para todos os continentes.
Naquele tempo, inúmeras epidemias dizimavam o rebanho bovino, entre elas: a Peste Bovina e o Carbúnculo Hemático, e o Mormo entre os eqüinos. A França tivera seu rebanho reduzido à metade e foi este fator, entres outros, que levou o governo francês (rei Luiz XV), a formalizar a profissão, criando as primeiras escolas veterinárias do mundo: Lyon,1762 e Alfort,1766.

Diante da pressão que se encontravam os veterinários para solucionar os problemas existentes, é natural que a nova terapêutica, a Homeopatia, grangeasse adeptos.É importante destacar nesta época o veterinário alemão Willem Lux, (1777-1849) professor na escola veterinária de Leipzig contemporâneo de Hahnemann, um dos primeiros veterinários a usar a Homeopatia.

Lux adquiriu fama ao solucionar uma epidemia de Carbúnculo Hemático. Como não dispunha de medicamentos homeopáticos que cobrisse o “retrato” clínico da doença (ver 1a parte), Lux teve a idéia de tratar a epidemia com sangue dinamizado de um bovino carbunculoso e os resultados foram surpreendentes. Posteriormente, solucionou uma epidemia de Mormo na Hungria dinamizando o corrimento nasal de um cavalo com a doença.

Com estas inovações Lux estabeleceu as bases da Isopatia, procedimento terapêutico que usa os métodos homeopáticos no preparo de medicamentos que são extraídos do próprio doente.

A Homeopatia, terapêutica humana, individual, baseada na experimentação do homem sadio e que dá importância primordial aos sintomas psíquicos,apresenta grandes dificuldades em sua aplicação aos animais ,pacientes incapazes de expressar seus sintomas e com poucas manifestações psíquicas. As patogenias, ”retratos”, dos medicamentos estabelecidos para os humanos são projetados, segundo a Lei dos Semelhantes (lei da Homeopatia), para os animais.

homeopatia-veterinariaAo mesmo tempo estabeleceram-se “retratos”de medicamentos de medicamentos com base na experimentação e nos quadros tóxicos em animais.

Como terapêutica individual, a Homeopatia vem sendo utilizadas em clínicas veterinárias onde, não raro, animais portadores de doenças consideradas incuráveis como a displasia coxofemural, tumores, etc. obtém curas memoráveis. No Brasil e em todos os países do mundo, o tratamento individual com a Homeopatia já ultrapassou a clínica de pequenos animais e é usado com êxito em haras, granjas leiteiras e pocilgas. Para exemplificar: na Inglaterra o médico oficial da família real é homeopata,assim como os cavalos e os animais da granja real são atendidos por veterinário também homeopata. O próprio príncipe Charles é um apologista da Homeopatia por sua eficácia e caráter ecológico.

BORDET em Alfort, França; HAENELTH em Hannover, Alemanha; GENGOUX em Liége Bélgica, são de professores que em suas faculdades de veterinária propagaram a Homeopatia. HAENELTH se destacou no tratamento de problemas ginecológicos e de fertilidade da vaca; BORDET no tratamento de pequenos animais e GENGOUX na comprovação experimental da Homeopatia em veterinária, sendo de se destacar o trabalho realizado por JENNER, da prevenção do tumor transmissível de Landschtz no rato, com o emprego dos ácidos ribonucléico, ARN, e desoxiribonucleico , ADN, preparados homeopaticamente.

O interesse dos médicos veterinários brasileiros pela Homeopatia é crescente e pode ser expresso na fundação da Associação dos Médicos Veterinários Homeopatas do Brasil, AMVHB, em agosto de 1993 em São Paulo, com mais de uma centena de veterinários cadastrados e pela existência no País de diversos cursos de especialização em Homeopatia.

A AMVHB é atualmente (2006) uma sociedade de classe consolidade. Já realizou o 1º Congresso Brasileiro de Homeopatia Veterinária em 2003 em São Paulo e o 2º Congresso em 2005 também realizado em São Paulo, com a participação em cada evento de mais de 150 veterinários. O 3o Congresso será realizado em 2007 em Porto alegre, RS demonstrando a pujança e o crescimento da Homeopatia Veterinária no Brasil.

Fonte: Real H

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Homeopatia

Homeopatia Veterinária #2: Homeopatia Populacional ajuda a reduzir estresse

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Febre, salivação excessiva, feridas na boca, na teta e nos cascos, perda de peso, retardo no crescimento, corrimento nasal, pelo sem brilho, queda na produção leiteira e menor eficiência reprodutiva são alguns dos sintomas apresentados pelos animais acometidos pela febre aftosa. Altamente contagiosa, a doença pode levar os animais a morte, principalmente os mais jovens.

imagemdim (1)A fim de evitar sérios prejuízos econômicos, os produtores rurais devem ficar atentos ao prazo de vacinação.

A médica-veterinária do departamento técnico da Real H, Denise Telles, explica que este período de imunização é marcado por gerar certo desconforto e estresse aos animais. Para driblar o problema, ela diz que uma ótima solução adotada pelos produtores rurais tem sido a utilização da Homeopatia Populacional, que é consumida direto no cocho.

“O estresse do plantel é um dos maiores entraves que o pecuarista encontra na propriedade nesta fase. A alteração no comportamento do rebanho é seguida pela queda da imunidade, bem como pela susceptibilidade a doenças, perda de peso ou até mesmo queda na produção de leite. A terapêutica é grande aliada do produtor rural porque atua na redução do estresse do gado e contribui para melhor resposta imunológica do organismo do animal submetido ao processo obrigsite_produtos_342058521_mediaatório da vacinação”.

De acordo com a profissional é possível constatar que na hora da vacinação do gado os animais tratados com o Homeo Bovis Convert H, por exemplo, apresentam maior tranquilidade.

“Este produto homeopático tem como principal função a redução do estresse nesta fase tão agressiva ao comportamento animal. Outro diferencial percebido pelos produtores que utilizam a terapêutica é a melhoria na resposta imunológica do rebanho, o que evita prejuízos com a perda de peso e a queda brusca na produção de leite”.

No caso da desvermifugação, prática recorrente nesse período, Denise lembra que quando o pecuarista leva em consideração a relação custo benefício, mais uma vez ele chega à conclusão de que vale a pena utilizar a Homeopatia. “Pecuaristas que utilizam o Homeo Bovis Parasitário no rebanho há pelo menos três meses consecutivos, sob orientação e acompanhamento com exames de OPG, são beneficiados pelo controle natural aos vermes gastrointestinais, evitando assim os gastos com a desverminação do rebanho e a redução na utilização de produtos químicos”. A médica veterinária finaliza que, além de reduzir o custo com os remédios, o pecuarista estará produzindo alimentos de qualidade e livre de resíduos.

Fonte: Real H

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Dicas Pet

Saiba como ajudar seu cão a passar pela “terceira idade canina”

Diz a sabedoria popular que cachorro velho não aprende truques novos. Esse é um engano comum que muitos donos de animais cometem. Os amigos caninos também ficam velhos, mas nem por isso não podem ter qualidade de vida na terceira idade. Algumas vezes, pequenos tratamentos podem aumentar bastante a vida do cão.

petrede-cachorro-idosoEsse é o caso do empresário Osvaldo Rodrigues da Conceição e sua cachorra Bianca. Ela deixou de comer, ficava cansada com facilidade e quase não se movimentava. Bastou um simples exame eletrocardiográfico para descobrir que ela tinha uma cardiomiopatia dilatada, ou seja, um aumento generalizado do coração, comum em cães com idade avançada. Bastou alguns comprimidos por dia para ela voltar ter uma vida saudável.

“É incrível que apenas alguns medicamentos mudaram a vida dela. Agora ela come normalmente, late bastante e corre de vez em quando. Realmente parece outra cadela”, diz o dono.

Diagnóstico precoce

A veterinária Cláudia Gianfrancesco explica que a grande maioria dos problemas que os cães idosos possuem é facilmente tratável, se identificados com antecedência. “Muitas pessoas ignoram os problemas de seus cães por pensar se tratar uma coisa normal da idade avançada. Muitas vezes se consegue dar uma boa qualidade de vida e prolongar em alguns anos o tempo de vida dos animais”, explica.

Porém, chega um momento em que as doenças evoluem e não há um tratamento disponível que ajude os cachorros, embora haja muitos recursos como hemodiálises, tomografias e ressonâncias magnéticas.

A professora Adriana Nogueira de Sá passou por esse problema. Ela comprou duas fêmeas, das raças Dog Alemão e Basset Hound, e com o passar do tempo as duas tiveram problemas graves. A maior tinha insuficiência renal crônica e a menor, um tumor cerebral. Chegou um momento em que teve que tomar uma difícil decisão, fazer ou não a eutanásia.

“Mesmo com todos os remédios e tratamentos, chegou num ponto que a Dog Alemã não se levantava mais do canil e a Basset tinha incordenação motora e convulsões. Lógico que com os remédios elas viveram alguns anos a mais, mas estavam sofrendo muito e decidimos pela eutanásia. Na mesma semana sacrificamos as duas, foi a decisão mais difícil que já fiz na vida”, lamenta Adriana.

Cláudia conta que esse assunto da eutanásia é muito polêmico e que cabe ao veterinário instruir os donos na melhor decisão a ser tomada. “Vai muito do conhecimento e da sensibilidade do médico veterinário. Damos conselhos e opções, mas a decisão final sempre é do proprietário”, ressalta.

O que fazer

Como os seres humanos, os cães precisam de tempos em tempos de uma bateria de exames para identificar possíveis doenças que ainda estão no início. A partir do Check-up, é possível definir uma série de tratamentos disponíveis na medicina veterinária hoje.

“A partir do momento que se faz exames como eletrocardiograma, função renal e uma simples inspeção dentária podemos definir a melhor maneira de tratar o paciente. Hoje existem muitas opções de remédios e até rações especiais para vários problemas caninos. Um acompanhamento anual certamente prolongará a vida do seu cachorro”, conclui Claudia.

Fonte: EPTV

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Mercados e Créditos

Setor pet tem faturamento recorde de R$ 14,2 bi

Paraíso de compras para quem tem bicho de estimação, os pet shops também têm se revelado atraentes para os empresários paulistanos.

Segundo o Estudo Pet Brasil 2012, pesquisa de mercado feita pela consultoria GS&MD – Gouvêa de Souza e patrocinada por empresas como Nestlé e Pfizer, esse tipo de comércio concentra 68% das vendas de produtos e de serviços para animais de estimação no país –em seguida, vêm os supermercados.

278215-970x600-1Essas empresas também costumam ter solidez. De acordo com a Abinpet (Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação), apenas 10% dos pet shops abertos no Brasil fecham as portas. Enquanto isso, no país, a taxa de mortalidade das empresas em geral é de 26,9%, segundo o Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas).

O faturamento do mercado pet, formado pelas indústrias de alimentação, cuidados, medicamentos e serviços, foi de R$ 14,2 bilhões em 2012, um crescimento recorde de 16,4% em relação ao ano anterior, também segundo dados da associação do setor –antes disso, a média foi de 10%. Enquanto isso, a economia brasileira cresceu apenas 0,9% no ano passado.

A cidade de São Paulo –onde estima-se que vivam 14 milhões de pets e funcionem 4.800 lojas do tipo (dados da Abinpet)– movimenta boa parte do setor. Só na capital, o faturamento do segmento girou em torno de R$ 1,9 bilhão no ano passado.

Presidente-executivo da Abinpet, José Edson Galvão de França atribui parte da alta do faturamento ao reajuste do preço da ração, provocado pelo encarecimento das commodities usadas em sua fabricação.

“Mas não foi só isso. O aumento do poder de compra da classe C e o maior número na oferta de produtos e serviços também contribuíram fortemente.”

VERDADEIROS SUPERMERCADOS

No setor, destacam-se as grandes redes, cujas lojas são verdadeiros supermercados, com centenas de produtos e serviços, de banho e tosa a tintura de pelos e adestramento. Em muitos casos, também vendem filhotes.

Mais antiga delas, a Cobasi surgiu como loja agropecuária em 1985 e cresceu após seus sócios notarem o aumento da procura por itens para pets.

Em 2008, ela tinha seis lojas (cinco na capital e uma no interior). Hoje, são 15 (nove na capital, três na Grande São Paulo, duas no interior e uma no Rio de Janeiro). “Credito nosso sucesso ao fato de sermos vanguardistas”, afirma Ricardo Nassar, 42, um dos sócios.

“Abrimos a primeira megaloja do setor pet e fomos a pioneira, em 1995, a mesclar autosserviço com atendimento personalizado”, completa ele.

Na esteira da Cobasi, o Grupo Pet Center Marginal, de Sérgio Zimerman, 47, surgiu em 2002 para se tornar sua maior concorrente. Antes de abrir a marca, porém, ele procurou a Cobasi para adquirir uma franquia –possibilidade não oferecida pela empresa.

Hoje, o Pet Center tem 19 lojas (oito na capital, cinco na Grande São Paulo, três no interior, duas no litoral e uma em Brasília), que em 2012 faturaram R$ 150 milhões –um quarto, estima-se, dos ganhos da concorrente.

PIONEIROS

Os pet shops surgiram na cidade no início dos anos 1980. Até então, os poucos produtos para cães e gatos, como ração, coleiras e comedouros, eram vendidos em aviculturas, que ainda existem na periferia e no interior.

Uma das primeiras foi a Chic Dog, na Vila Pompeia, zona oeste. Fundada em 1981, ela funciona até hoje sob a administração de Toshikazu Okamoto, 65.

As novidades para o setor, porém, sairão das grandes redes. A Cobasi já tem cinco novas lojas em obras (duas na capital, uma em São Caetano do Sul, outra em Sorocaba e uma em São José dos Campos) e quer fechar o ano com oito novos endereços.

Uma delas será uma “flagship” da marca, em um terreno de 2.000 m², na rua Augusta, nos Jardins, zona oeste. A nova unidade irá apostar em itens de luxo, como bijuterias com cristais Swarovski e roupinhas de grife.

O Pet Center Marginal também vem inovando. Em fevereiro, inaugurou no Butantã uma loja “express”, que não tem serviços de higiene, estética ou veterinária, apenas produtos.

“É um projeto-piloto”, diz Zimerman. “Se der certo, abriremos outras nos próximos anos.” O grupo espera fechar 2013 com 25 lojas no total.

Fonte: Folha / UOL

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Dicas Pet

Guia para cuidar do seu animal de estimação

Para manter seus bichinhos sempre saudáveis e bem dispostos, você não pode se descuidar das vacinas e de alguns cuidados básicos diários. Revelamos os segredos para que essa relação seja a melhor possível!

Agosto é conhecido como o mês do cachorro louco. Essa fama agourenta é lenda e, provavelmente, fruto do aumento do número de cadelas abandonadas nas ruas que entram no cio nesse período e deixam os cães muito agitados, brigando para disputá-las. É também o período em que a maior parte das prefeituras promove campanhas de vacinação gratuita pelo Brasil. Portanto, que tal pegar a carteirinha do seu pet e verificar se ele está protegido? Lembre-se de que a antirrábica é obrigatória por lei porque também representa riscos ao ser humano. Veja outras dicas para deixar seu companheiro saudável e muito feliz!

guia-para-tratar-pets-46996Dica: castrar os animais previne doenças. Nas fêmeas, reduz os riscos de câncer de mama e infecção uterina. Nos machos, evita problemas de próstata!

Cuidados básicos

A veterinária Maria Inês Nassif Baraúna, da Clínica VetSP, elaborou esta lista para ajudá-la a garantir a saúde do seu bicho

1. Se você adotou ou comprou um animal de estimação (adulto ou filhote), primeiro leve-o a um veterinário de confiança. Esse profissional vai checar a saúde do mascote, marcar a castração (caso você não queira crias) e orientar sobre cuidados e vacinação.

2. Algumas cidades do país, como São Paulo, exigem o Registro Geral Animal (RGA), que tem o mesmo valor da nossa carteira de identidade. Informe-se no centro de zoonoses de sua região.

3. Mantenha o bicho longe de produtos de limpeza, que podem causar intoxicação. Baldes com roupas de molho, por exemplo, são uma tentação para filhotes curiosos.

4. Se você mora em apartamento, as janelas devem ter redes especiais de proteção para evitar quedas, sobretudo de gatos.

5. Cuidado com flores e plantas. Muitas podem ser venenosas e causar intoxicação.

6. Lembre-se da vermifugação. A cada seis meses, ela deve ser feita (por via oral) em cães e gatos para evitar vermes.

Sinais de que alguma coisa não vai bem…

Se o seu amigão, de uma hora para a outra, apresentar estes sintomas, procure um veterinário imediatamente:

. Tristeza e falta de apetite;

. Andar com o rabinho baixo e entre as patinhas traseiras;

. Parar de lamber-se, no caso de gatos, e ficar sem apetite;

. O pelo cair, apresentar falhas ou ter muita coceira e feridas pela pele;

. Ter vômitos e diarreia;

. Deixar de fazer xixi ou cocô

Carteira de vacinação

Além das mais antigas e tradicionais, esta tabela apresenta as novas vacinas que você pode aplicar em clínicas para assegurar o bem-estar do seu bicho de estimação

CÃES

Antirrábica (obrigatória por lei)

O que previne: raiva
Doses: dose única, a partir dos 4 meses. O reforço é anual.

V10

O que previne: cinomose, hepatite infecciosa, parvovirose, coronavirose, adenovírus tipo 1, adenovírus tipo 2, leptospirose e parainfluenza.
Doses: a partir dos 45 dias, são aplicadas três doses, uma a cada 21 dias. Reforço anual. O cão adulto, nunca vacinado, recebe duas doses com intervalo de 21 dias.

Parainfluenza tipo 2 e bactéria Bordetella bronchiseptica

O que previne: gripe ou tosse dos cães
Doses: filhotes, a partir dos 2 meses, e adultos que nunca foram vacinados recebem uma dose única intranasal ou duas injetáveis, a cada 21 dias. Reforço anual.

Giardíase

O que previne: protozoário intestinal (giárdia). Transmissível aos humanos.
Doses: duas doses, a cada 21 dias, para filhotes (a partir dos 2 meses) e adultos nunca vacinados. Reforço anual.

Leishmaniose visceral canina

O que previne: doença gravíssima que deve ser comunicada às autoridades sanitárias.
Doses: recebem três doses, a cada 21 dias, para filhotes (a partir dos 4 meses) ou adultos que não tenham sido vacinados.

GATOS

Antirrábica (obrigatória)

O que previne: raiva.
Doses: única e deve ser aplicada a partir dos 4 meses. Reforço anual.

V4 (quádrupla felina)

O que previne: protege de doenças causadas por vírus.
Doses: aplicada em duas doses com intervalo de 21 dias quando filhotes ou em gatos adultos que nunca receberam a vacina. Reforço anual em dose única.

Leucemia viral felina (FeLV)

O que previne: doença viral felina incurável. Deve ser aplicada após exame de sangue que constate que o animal não tem o vírus.
Doses: duas doses com intervalo de 30 dias após os 2 meses de idade. O reforço é anual.

Fonte: M de Mulher (Abril)

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Dicas Pet

Como lidar com cães que latem excessivamente

Aqui está mais um detalhe para a coleção de similaridades entre caninos e crianças. Do mesmo modo que ensinamos nossas crianças a falar e quando falar, nossos peludos devem aprender a latir e a não latir conforme a hora – especialmente no período da lei do silêncio, quando a vizinhança quer dormir ou simplesmente sossego.

Isso mesmo, educar o cão para não ser barulhento demais e não incomodar vizinhos é mais um dos aspectos da posse responsável. Treinar o cão para não latir demais sem motivo exige algum tempo, dedicação, paciência e atenção a cada caso, mas o resultado vale a pena para todos, inclusive o próprio cão, e aqui vai um guia geral.

dog-25596Por que o cão late
Cada bicho se comunica, naturalmente, a seu modo: o cão late, o gato mia, o pássaro pia, a vaca muge e assim por diante. Tal como ocorre com as pessoas, uns cães tendem a latir menos que outros. Cada raça de cão tem sua frequência ‘latedora’, desde os lacônicos Rottweiler, Akita e Golden Retriever a Schnauzer, Beagle e Fox Terrier e outros que falam pelos quatro cotovelos.

Já os adoráveis vira-latas achados na rua, pela sua própria miscigenação, além da possibilidade de traumas passados na rua ou com donos anteriores, podem ser uma caixinha de surpresas – ou, conforme o caso, não uma caixinha, mas uma verdadeira beatbox – e precisam ser educados com mais afinco para não latirem à toa.

Muitas vezes, o peludo sai latindo porque deseja chamar atenção para alguma mudança ou problema: ou a ração acabou, ou faz tempo que ele não passeia e brinca ou simplesmente ele se sente sozinho. Como se diz, ele percebeu está numa situação em que levará mais vantagem latindo que ficando quieto.

Nesses casos, é só resolver o problema e a latição deverá sumir. É bom observar se o cão não está se queixando de alguma dor ou outro problema de saúde; se houver dúvida, passe no veterinário.

Educando o cão
Uma dica é associar a ordem de comando a um castigo leve (ou uma consequência), se ele desobedecer; e a uma recompensa quando ele obedece. O comando de “quieto!”, por si só, pode não resolver. Neste caso, borrife líquido contra mau hálito na boca dele, dado que a maioria dos cães não gosta do sabor, cheiro ou mesmo do ruído deste spray, eles irão associar a palavra “quieto!” à consequência desagradável de ter de aguentá-lo e perceberão que é melhor deixarem de latir à toa. (Na falta de borrifador, alguns treinadores recomendam dar um tapinha bem de leve no focinho do cão – mas sem machucá-lo, apenas incomodá-lo o suficiente para ele entender que fazer o que não deve leva a receber algo de que não goste.)

Obviamente, repita o comando até ele aprender. Quando ele obedecer ao comando de “quieto!” sem precisar da borrifada, dê-lhe um petisco ou brinquedo – isso mesmo, ele aprenderá que obedecer rende prêmios.

Pode-se também usar o truque oposto: ensinar o cão a latir sob comando. Espere até ele latir; quando ele latir, diga “Muito bom!” e dê-lhe uma recompensa – daí ele vai esperar seu comando para latir e, claro, ser premiado.

Educação à distância – ou quase
Se você estiver longe do cão e ele começar a latir sem motivo, não o chame para ir até onde você estiver; vá você até onde ele está, para observar as circunstâncias que causam a latição e treiná-lo imediatamente após ele latir, de modo que o peludo tenha absoluta certeza da relação entre a “coisa errada” e o castigo.

Pode acontecer de, se você precisar sair, o cão se sentir livre o suficiente para sair latindo. Está aí um bom desafio: treinar o cão para não latir enquanto você estiver ausente. Use então outro velho truque. Saia de casa à hora de costume e… volte para casa de repente e sem fazer barulho. Fique montando campana até o cão começar a latir sem motivo; então entre em casa, repreenda-o e vá embora.

Caso ele demore a latir, você pode agilizar o processo provocando ruídos que seguramente façam o peludo latir, como bater a porta do carro. Se você trabalha perto de casa, peça a vizinhos que avisem se o bicho começar a latir. Caso você fique mais longe, outra alternativa é pedir a alguém de confiança para repreender o cão.

Ah, sim: se o cão for muito bravo, o mais importante, e o mais seguro para você, será tratar o temperamento dele antes de pensar em monitorar seus latidos.

Coleiras antilatido
Coleiras anti-ruído também dão uma boa ajuda high-tech no bem-estar do peludo – e também dos vizinhos e familiares.

A voz do canino produz vibração que aciona um som em volume inofensivo, porém suficiente para irritar o cão o bastante para ele associar latidos fora de hora a sensações desagradáveis. (Há uma variação que emite choques de baixa voltagem, mas emissão de som me parece bem menos “cruel”.)

Estas coleiras são leves (cerca de 60 gramas) e podem ser usadas pelo bicho o dia todo, além de emitir sinais sonoros audíveis pelos humanos (e também sinais luminosos) para alertar sobre hora de troca de baterias (e até sobre a presença do peludo quando ele estiver mais quietinho). Estas coleiras ajudam muito, mas não espere milagres: poderão demorar alguns dias até o cão, se for daqueles que latem mais que a boca, perceber os efeitos do sinal sonoro da coleira. Eu já disse e direi de novo: paciência e atenção são essenciais e valem a pena.

Temos ainda o treinamento de guarda, que ensina o cão a latir somente para determinadas coisas e pessoas, mas já é outro assunto e fica para outra ocasião. Por ora, não precisamos imitar os críticos de arte que, como dizia o saudoso Procópio Ferreira, “são pessoas que querem ensinar cachorro a latir”; a partir do momento em que cachorros convivem com humanos, é só questão de os cachorros aprenderem quando latir (e dos humanos aprenderem como e quando falar).

Fonte: Rede Pet

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Dicas Pet

Vacinorte, distribuindo parceria e honestidade.

pet1O Brasil registra o segundo maior faturamento do mercado de animais domésticos e serviços destinados aos bichos de estimação, atrás somente dos Estados Unidos.

No ano passado, o setor faturou R$ 14,2 bilhões, crescimento de 16,4% na comparação com o ano anterior, segundo a Abinpet (Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação). Desse total, 68,5% (R$ 9,72 bilhões) é representado pelo segmento de alimentação para animais.

Para este ano, a previsão é de que esse mercado cresça entre 8% e 15%.

Vacinorte

Constituída em Abril de 2010, a Vacinorte Distribuidora de Produtos Veterinários e Agropecuários é uma empresa familiar, do ramo de medicamentos veterinários, produtos e assessórios em geral, direcionada para o atendimento às clínicas veterinárias, pet shops e casas agropecuárias.

Tem como objetivo oferecer os melhores produtos do mercado, acompanhados de uma equipe de vendas preparada e um suporte técnico especializado, com credibilidade, transparência e a garantia de um serviço de qualidade.

logo-vacinorteCom o desejo de construir uma história de parceria e honestidade, a empresa trabalha para ser reconhecida como uma das principais distribuidora nos Estados do Pará e Amapá, referenciada na satisfação dos clientes e na qualidade dos produtos comercializados.

Hoje a Vacinorte distribui os principais laboratórios e empresas do ramo, como a Homeo Pet, Bayer, Bravet, Lema-injex Biologic, Avert, Real H, K dog, Duki e outras.

A empresa fica localizada na Rua Itabira, 13-B, Bairro do Maguari, Ananindeua – Pará. CEP: 67030-390.

Você que tem uma empresa que já trabalha no ramo e quer saber como funciona e fazer seus pedidos, acesse o website www.vacinorte.com.br, ligue pedindo uma visita (91) 3072-2174 ou envie um email para vacinorte@vacinorte.com.br

Todos terão o maior prazer em atende-los.

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Dicas Pet

O cigarro também causa doença em cães e gatos

A fumaça do cigarro causa diversas doenças no fumante passivo acredita-se também que pode causar efeitos nos animais. Animais que apresentam problemas alérgicos, como rinite, traqueite, bronquite e também carcinoma pulmonar, pneumopatia e cardiopatia secundária são prejudicados quando expostos à fumaça.

Os animais que convivem com pessoas fumantes, estão mais propensos aos males causados pela fumaça do cigarro e já devem ser colocados em grupos de risco.

Revista Veterinária
Revista Veterinária

Quando os animais apresentarem sinais de espirros e tosses frequentes é preciso investigar se é devido ao contato com a fumaça do cigarro, levando os pets para fazer exames clínicos e serem avaliados por médicos veterinários.

Para evitar os problemas causados por este vício, tanto aos animais como ao próprio ser humano, o ideal seria abandoná-lo. Cuidados como manter o animal longe da fumaça, fumando em locais abertos e ventilados ajudam a minimizar os danos à saúde dos bichinhos.

Fonte: Revista Meu Pet

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Dicas Pet

Seis alimentos que podem prejudicar o animal de estimação

Você provavelmente já alimentou seu animal de estimação com certos alimentos e nada aconteceu. Mas isso não quer dizer que estes alimentos façam bem.

Veja os seis alimentos que podem prejudicar a saúde de cães e gatos:

Imagem: Cão Natural
Imagem: Cão Natural

1 – Leite
Uma tigela de leite não é sempre a melhor opção para os seus bichinhos. O organismo de cachorros e gatos não possui grandes quantidades de lactase, enzima essencial para a digestão de leite e seus derivados.

Isso significa que a maioria dos bichinhos apresenta algum grau de intolerância à lactose, o que acaba tornando um simples copo de leite num desastre: seu consumo pode causar dores abdominais, náuseas e diarreia.

Para animais com maior tolerância a lactose (algo que só o veterinário pode avaliar), o consumo de leite não traz prejuízo, mas não deve substituir a alimentação completa e balanceada.

2 – Ossos
Faz parte da cultura popular a imagem de cão com um osso na boca – mas você não deve reproduzir isso em casa. Os animais não conseguem mastigar bem os ossos animais, como os de galinha.

Ao ingerir pedaços dos ossinhos, cães podem acabar perfurando o esôfago ou o intestino. Além disso, este alimento acaba contribuindo para ressecar as fezes– o que pode deixar o bichinho com grandes dificuldades para defecar.

O ideal é optar por alimentos disponíveis no mercado que simulam o formato do osso, mas são feito com carne de boi. Além de estimular a dentição em cães jovens, ajuda na limpeza do dentes.

3 – Carne crua
Quando o assunto é carne, há quem prefira um bife bem mal passado. Mas, por mais que animais salivem ao avistar um suculento pedaço de carne crua, é melhor cozinhá-lo bem antes de levar o alimento ao prato de seu bichinho. Os motivos são os mesmos que nos motivam a não comer alimentos crus: o risco de contaminação por bactérias, protozoários e verminoses é alto.

4 – Doces
Quem pensa que está fazendo um agrado ao bichinho ao lhe dar um doce nem imagina o mal que pode estar causando à saúde do animal, pois eles também podem ter graves problemas com a balança se abusarem de doces.

Além de levar à obesidade, alimentos ricos em açúcar podem provocar cáries, tártaro e diabetes mellitus nos animais.

5 – Restos de comida
A maior parte das sobras de comida é composta por carboidratos – arroz, massas, pães e batata. Só que cães e gatos necessitam principalmente de proteína e gordura na dieta. Por isso, estes “lanchinhos” não só devem ser evitados, como não devem substituir a refeição principal.

As consequências de uma alimentação desbalanceada podem ser sérias: em logo prazo, a dieta desregrada pode causar desnutrição, anemia, deficiência de vitaminas e minerais, problemas de pele e pelagem, entre outros.

Mas, caso você não queira alimentar seu bichinho com rações já prontas, a comida caseira é sim uma opção. Neste caso, nada de restos: recomenda-se que seja procurada a orientação de um veterinário, que ajudará a montar o “cardápio” ideal.

6 – Suplementos alimentares e excesso de comida
Ao contrário do que se pode imaginar, cães de raças grandes não precisam de suplementação de vitaminas e minerais para crescerem fortes. Animais que consomem alimentos de qualidade já possuem todos os nutrientes necessários para o seu desenvolvimento e o excesso de minerais só prejudica a saúde do animal em longo prazo.

Outro erro comum quando se trata de filhotes de cães pesos-pesados é a superalimentação: exagerar nas porções não só não colabora para o desenvolvimento do animal, como também pode acarretar problemas irreversíveis.

Fonte: O Debate

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O que são aqueles microchips colocados em cachorros?

Como as etiquetas de coleiras são facilmente perdidas ou removidas, por muitos anos os donos de animais de estimação e criadores de animais utilizaram tatuagens como uma forma mais permanente e segura de identificar animais de estimação. Infelizmente, o uso de tatuagens não é um método infalível. Digamos, por exemplo, que seu cachorro tenha se perdido. Alguém o encontra e o leva para um abrigo de animais. Após a chegada, ele está desorientado e possivelmente amedrontado. A funcionária do abrigo rapidamente nota o anel de metal torcido pendendo da coleira onde a etiqueta de identificação costumava ficar. Quando ela tenta verificar se o cão tem uma tatuagem, ele rosna e se contorce. Seu pêlo está embaraçado e a funcionária não vê a pequena série de números localizada próxima de sua pata traseira direita. Como esse não é um cenário incomum, as pessoas vêm tentado descobrir outros sistemas de identificação. Os microchips são um dos sistemas mais modernos e populares.

google Images - G1
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Similares aos códigos de barra e fitas magnéticas, os microchips são uma forma de tecnologia de identificação automática. Geralmente, esses microchips são usados para armazenar e transmitir informações especificamente relacionadas a alguma coisa ou a alguém. Eles podem ser implantados, tanto por meio de injeção ou de procedimento cirúrgico, temporariamente inseridos ou simplesmente anexados a um objeto. Como usam sinais de radiofreqüência para retransmitir as informações armazenadas, eles são conhecidos como identificação de radiofreqüência (RFID).

De acordo com os principais fabricantes, os microchips usados em identificação e recuperação de animais de estimação são programados para armazenar um número de identificação único e permanente. O chip e uma antena são selados em uma cápsula biocompatível, hermética, feita de vidro. O mecanismo inteiro pode variar de tamanho, indo de menos de 1 cm até quase 3 cm de comprimento. O microchip médio tem aproximadamente o tamanho de um grão de arroz. O próprio dispositivo não contém nenhuma bateria, e seu circuito eletrônico é ativado somente quando ele está sendo monitorado.

O método de implantar o microchip é muito parecido com a aplicação de uma vacina. Um aplicador esterilizado é usado para injetar o microchip bem abaixo da pele na parte de trás do pescoço do cão, entre as omoplatas. Para evitar a migração (movimento do local do implante original), uma empresa usa uma cobertura patenteada para promover a união entre o tecido fibroso e a cápsula do microchip.

Depois que o microchip é implantado com sucesso, ele pode ser “lido” usando-se um dispositivo de varredura (scanner). O scanner emite um sinal de rádio de baixa freqüência, ativando o microchip. O microchip então envia um número de identificação único de volta ao scanner. Após a decodificação das informações, o scanner exibe o número em seu display de LCD. O número é então inserido em um banco de dados, juntamente com as informações de contato apropriadas. Programas como o American Kennel Club (AKC) Companion Animal Recovery (CAR) (Recuperação de Animais de Companhia do Kennel Clube Americano) mantêm bancos de dados mundiais para que possam ajudar a devolver animais de estimações perdidos a suas famílias. De acordo com o programa CAR, do Kennel Clube Americano, mais de 900 mil animais de estimação e animais de companhia foram registrados em seus bancos de dados, o que inclui animais tatuados, e quase 50 mil animais de estimação foram devolvidos a suas famílias.

O preço do implantes não é lá muito convidativo, varia entre R$ 50 e R$ 100.

Fonte: howstuffworks/uol